sexta-feira, 18 de setembro de 2026

QUESTIONÁRIOS DO 3° TRIMESTRE DE 2026







FIDELIDADE ÀS ESCRITURAS
EM OPOSIÇÃO À APOSTASIA
Lições Espirituais no Livro de Juízes.









Lição 11
Hora da Revisão

A respeito de “Crise Espiritual e Falsa Religiosidade”, responda:
 
 
1. Qual é o significado do nome Mica?
“Quem é como Deus?”
 
2. Por que a mãe de Mica revela uma espiritualidade vazia?
Com extrema facilidade, usava sua boca para amaldiçoar e para abençoar, como se houvesse poder em suas palavras.
 
3. O que quer dizer que a família adotou o sincretismo religioso?
Uniram a crença em Jeová à idolatria das religiões cananeias.
 
4. Qual alerta o estudo apresenta para a igreja atual?
Para a igreja atual, essas narrativas funcionam como advertência: abandonar a centralidade da Palavra e do serviço genuíno ao Senhor abre espaço para falsas espiritualidades, modismos, pragmatismo religioso e até a institucionalização da idolatria, desviando-nos do propósito divino.
 
5. Quais foram algumas das consequências da fé corrompida da tribo de Dã?
Um sacerdote que fala o que querem ouvir: ídolos roubados: violência e institucionalização da idolatria.



 

QUESTIONÁRIOS DO 3° TRIMESTRE DE 2026






A IGREJA DOS GENTIOS -
Da chamada Missionária à Consolidação
do Evangelho entre os Povos.









Lição 11
Revisando o Conteúdo

A respeito de Entre Tempestades e Promessas” responda:          
 
 
1. Por que a advertência de Paulo sobre os perigos da viagem foi ignorada, e o que isso revela sobre a confiança humana diante da direção de Deus?
O centurião e a tripulação confiaram mais na experiência técnica do piloto do que na orientação que Deus concedia por meio do apóstolo (v.11). Essa escolha revela uma tendência recorrente do ser humano: priorizar a lógica humana em detrimento da direção divina.
 
2. Que fatores naturais e circunstanciais demonstraram a fragilidade humana diante da tempestade enfrentada pelo navio?
Um vento favorável levou a tripulação a acreditar que a decisão fora correta (v.13), mas logo foram surpreendidos pelo Euroaquilão, um vendaval que tirou completamente o controle do navio (vv.14,15).
 
3. Qual foi a mensagem recebida por Paulo da parte de Deus durante a crise, e como essa promessa restaurou a esperança dos que estavam a bordo?
Um anjo do Senhor apareceu a Paulo, assegurando que nenhum dos 276 homens pereceria, embora o navio fosse destruído. Essa promessa reafirma que muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas (Sl 34.19).
 
4. De que maneira a fé e a liderança espiritual de Paulo influenciaram a tripulação em meio ao desespero?
Fortalecido pela promessa divina, Paulo assume liderança espiritual e prática. Ele exorta todos a se alimentarem, pois precisariam de forças para sobreviver ao desfecho da crise.

5. Como o naufrágio confirma a promessa divina, tornando-se testemunho da soberania e da fidelidade de Deus?
O naufrágio, longe de ser derrota, tornou-se testemunho vivo de que o Senhor governa todas as coisas, e honra a fé daqueles que confiam plenamente em sua Palavra.
 



segunda-feira, 14 de setembro de 2026

LIÇÃO 11 – ENTRE TEMPESTADES E PROMESSAS






At 27.9-15, 21-26



INTRODUÇÃO
Nesta lição estudaremos a viagem de Paulo rumo a Roma, marcada por decisões humanas equivocadas, uma violenta tempestade e a intervenção sobrenatural de Deus. Veremos que, mesmo em meio às crises, o Senhor permanece no controle, fortalece seus servos por meio de suas promessas e conduz todas as circunstâncias para o cumprimento de Seus propósitos.


I. AS DECISÕES HUMANAS DIANTE DA ADVERTÊNCIA DIVINA
A narrativa inicia mostrando que Deus advertiu acerca do perigo da viagem por meio de Paulo (At 27.9,10). Entretanto, a confiança na experiência humana prevaleceu sobre a orientação divina, revelando que escolhas feitas sem considerar a vontade de Deus podem produzir graves consequências (Pv 14.12; Tg 4.13-15). O texto ensina que a sabedoria humana possui seus limites (Jr 17.5; 1Co 1.25), enquanto a direção do Senhor conduz seus servos com segurança (Sl 32.8; Pv 3.5,6; Is 30.21). Embora Deus permita que o ser humano exerça sua responsabilidade moral e faça suas escolhas (Dt 30.19; Js 24.15), Ele continua soberano sobre a história (Dn 4.35; Ef 1.11), governando todas as coisas conforme o conselho de sua vontade (Rm 8.28). Assim, até mesmo os erros humanos podem ser transformados em instrumentos para manifestar sua graça e cumprir seus propósitos redentores (Gn 50.20; Is 46.9-10; At 2.23).
 
1. A advertência de Paulo (vv. 9,10).
Paulo percebeu que a continuação da viagem colocaria em risco a embarcação, a carga e a vida de todos. Sua advertência demonstra que Deus orienta seu povo antes que as dificuldades aconteçam. O apóstolo não falava apenas como alguém experiente em viagens marítimas (2Co 11.25), mas como servo sensível à direção divina. Ao longo das Sagradas Escrituras, Deus sempre advertiu seu povo antes do juízo ou das crises, chamando-o ao arrependimento e à prudência (Gn 6.13; Am 3.7; Mt 24.25). O Senhor continua conduzindo seus filhos por sua Palavra e o Espírito Santo (Sl 32.8; Jo 16.13).
 
2. A confiança na capacidade humana (vv. 11-13).
O centurião preferiu confiar na experiência do piloto e do mestre do navio. A decisão evidencia que a sabedoria humana, quando despreza a direção de Deus, conduz ao perigo. A aparente tranquilidade do vento sul levou todos a acreditar que haviam tomado a decisão correta, mas as circunstâncias favoráveis nem sempre representam a aprovação divina. A Bíblia ensina que “há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte” (Pv 14.12). O servo de Deus deve submeter seus planos à vontade do Senhor (Pv 3.5,6; Tg 4.13-15), reconhecendo que a verdadeira segurança não está na capacidade humana, mas na direção de Deus.
 
3. A tempestade confirma a advertência (vv. 14,15).
O surgimento do Euroaquilão mostrou que a Palavra anunciada por Deus era verdadeira. As circunstâncias revelaram os limites da força humana diante do agir soberano do Senhor. O vento impetuoso retirou completamente o controle da embarcação, evidenciando que o homem é incapaz de dominar todas as situações da vida. Muitas vezes Deus permite que as tempestades revelem nossa dependência dEle (Sl 107.23-30; Jó 38.8-11). Assim, a crise tornou-se o cenário no qual a fidelidade do Senhor seria plenamente manifestada (Is 43.2; Na 1.3).


II. A PALAVRA DE DEUS RENOVA A ESPERANÇA NA CRISE
Quando toda esperança humana parecia perdida (At 27.20), Deus manifestou Sua graça por meio de uma palavra de encorajamento dada ao apóstolo Paulo (At 27.21-24). A promessa divina tornou-se o fundamento de sua confiança e renovou o ânimo de todos os que estavam na embarcação (At 27.25,36). O texto demonstra que, nas horas de maior aflição, Deus continua falando aos seus servos, revelando sua vontade e sustentando-os por meio de Sua Palavra (Sl 119.49,50; Is 41.10; Hb 1.1,2). Assim como fortaleceu Jacó em Betel (Gn 28.15), Josué às portas de Canaã (Js 1.5-9), Elias no deserto (1Rs 19.5-8) e Paulo durante a tempestade, o Senhor permanece presente junto aos que nele confiam (Dt 31.6,8; Hb 13.5,6). As circunstâncias podem mudar rapidamente, mas a Palavra de Deus permanece para sempre (Is 40.8; Mt 24.35), pois Ele é fiel para cumprir tudo o que prometeu (Nm 23.19; Hb 10.23; 2Tm 2.13). Por isso, a esperança do cristão não repousa nas circunstâncias, mas na fidelidade imutável do Deus que vela sobre Sua Palavra para a cumprir (Jr 1.12; Rm 15.4).
 
1. Deus fala no momento do desespero (vv. 21-23).
Após longo período de sofrimento, Paulo anuncia que Deus havia enviado seu anjo para confortá-lo e revelar sua vontade. Quando toda esperança humana desaparece, Deus continua presente e manifesta Sua graça aos que lhe pertencem. Assim como o Senhor fortaleceu Elias no deserto (1Rs 19.5-8), Daniel na cova dos leões (Dn 6.22) e Jesus no Getsêmani (Lc 22.43), também fortaleceu Paulo em meio à tempestade. Deus jamais abandona aqueles que confiam nEle (Dt 31.6; Hb 13.5).
 
2. As promessas divinas fortalecem a fé (vv. 24,25).
O Senhor assegurou que Paulo compareceria diante de César e que todos os que navegavam com ele seriam preservados. A confiança do apóstolo estava firmada na fidelidade de Deus, e não nas circunstâncias adversas. As promessas divinas não dependem das condições humanas, mas do caráter imutável daquele que prometeu (Nm 23.19; Hb 10.23; 2Tm 2.13). A Palavra do Senhor fortalece o coração do crente e sustenta sua esperança mesmo quando tudo parece perdido (Sl 119.49,50; Rm 15.4).
 
3. A esperança vence o medo.
Mesmo sem o fim imediato da tempestade, a promessa divina trouxe coragem para enfrentar as dificuldades com confiança. A esperança cristã não é mero otimismo, mas a certeza de que Deus permanece fiel em qualquer circunstância (Rm 5.3-5; Hb 6.19). Quem deposita sua confiança no Senhor aprende que a paz de Deus não depende da ausência de problemas, mas da certeza de Sua presença (Jo 14.27; Fp 4.6,7; Sl 46.1).


III. A SOBERANIA DE DEUS CUMPRE SEUS PROPÓSITOS
A intervenção divina demonstra que nenhuma circunstância pode impedir o cumprimento da vontade soberana de Deus (At 27.23-25). O Senhor preserva seus servos e governa cada acontecimento segundo o propósito de sua vontade (Ef 1.11), fazendo com que todas as coisas cooperem para o bem daqueles que o amam (Rm 8.28). A tempestade não alterou o plano divino para a vida de Paulo; pelo contrário, tornou-se o instrumento pelo qual Deus conduziu seu servo ao cumprimento da missão que lhe havia confiado, conforme já havia prometido que ele testemunharia em Roma (At 23.11; 27.24). Assim como preservou José para salvar muitas vidas (Gn 50.20), protegeu Daniel na cova dos leões (Dn 6.22) e livrou os três hebreus da fornalha (Dn 3.24-27), Deus também sustentou Paulo em meio à tempestade, revelando que sua providência governa acima das decisões humanas, das forças da natureza e das adversidades da vida (Sl 103.19; Dn 4.35). Nenhum plano humano pode frustrar os desígnios do Senhor (Jó 42.2; Is 46.9,10), pois Ele dirige a história para o cumprimento de suas promessas (Lm 3.37,38). Por isso, o crente pode descansar na certeza de que Deus permanece no controle, conduzindo seus filhos segundo sua perfeita vontade (Pv 16.9; Sl 37.23,24; Fp 1.6).
 
1. Deus confirma sua missão (v. 24).
Paulo deveria chegar a Roma porque fazia parte do propósito estabelecido pelo Senhor. A promessa de que compareceria diante de César reafirmava aquilo que Deus já havia revelado anteriormente (At 23.11). Nenhuma tempestade poderia impedir o cumprimento da missão recebida. Quando Deus estabelece um propósito, Ele também concede os recursos necessários para realizá-lo (Is 46.10; Jr 1.19; Fp 1.6).
 
2. Deus preserva vidas para cumprir seus planos.
A promessa alcançou não apenas Paulo, mas todos os que estavam na embarcação, evidenciando a graça e a misericórdia de Deus. O Senhor preservou duzentas e setenta e seis pessoas (At 27.37) por causa de seu propósito na vida de um único servo. Esse episódio revela que Deus frequentemente estende sua bondade a muitos por meio da fidelidade de poucos (Gn 18.26-32; Mt 5.13-16). A providência divina alcança pessoas que sequer reconhecem Sua atuação, demonstrando Sua longanimidade e misericórdia (Sl 145.9; Mt 5.45).
 
3. A fé persevera até o cumprimento da promessa (vv. 25,26).
A tempestade, longe de impedir o avanço do Evangelho, tornou-se uma oportunidade para manifestar a fidelidade de Deus diante de todos os passageiros. A preservação da vida de Paulo confirmou que o Senhor governa acima das circunstâncias e cumpre fielmente Suas promessas. Muitas vezes Deus não remove imediatamente a adversidade, mas utiliza a própria crise para fortalecer a fé de Seus servos e revelar Sua glória (Gn 50.20; Jo 11.4; Rm 8.28; 2Co 4.8-10). Assim, o sofrimento deixa de ser apenas uma provação e torna-se instrumento do agir soberano de Deus na história.


IV. A FÉ NA PALAVRA DE DEUS SUSTENTA O CRENTE NA TEMPESTADE
Depois de receber a promessa divina (At 27.23-25), Paulo não permitiu que as circunstâncias determinassem sua atitude. A tempestade continuava intensa, o navio permanecia sem controle e nenhum sinal visível indicava melhora (At 27.20), mas o apóstolo permaneceu firme porque sua confiança estava fundamentada na Palavra de Deus, e não nas circunstâncias. Sua postura ilustra que “andamos por fé e não por vista” (2Co 5.7), vivendo na certeza de que Deus é fiel para cumprir tudo o que prometeu (Nm 23.19; Hb 10.23; Tt 1.2). A verdadeira fé bíblica não ignora a realidade das dificuldades nem nega a existência das adversidades, mas descansa na fidelidade daquele que fez a promessa (Hb 11.1; Rm 4.20,21). Assim como Abraão esperou contra a esperança (Rm 4.18), Josafá confiou no Senhor diante de um exército numeroso (2Cr 20.12,15,17) e os três hebreus permaneceram fiéis diante da fornalha ardente (Dn 3.16-18), Paulo perseverou porque sabia que a Palavra de Deus jamais falha (Is 55.10,11; Mt 24.35). Desse modo, a fé perseverante sustenta o crente durante a tempestade, até que as promessas divinas se cumpram plenamente (Hb 6.12; Tg 1.2-4; 1Pe 1.6,7).
 
1. A fé apoia-se na Palavra de Deus (v. 25).
Paulo declarou: “Porque creio em Deus que há de acontecer assim como a mim me foi dito” (At 27.25). Sua confiança não estava na habilidade dos marinheiros, na resistência da embarcação ou na mudança dos ventos, mas na Palavra recebida do Senhor. A fé cristã fundamenta-se nas promessas divinas (Rm 10.17; Hb 11.1; Nm 23.19; Tt 1.2).
 
2. A fé produz coragem em meio às adversidades.
Mesmo cercado pelo medo e pelo desespero, Paulo tornou-se instrumento de encorajamento para todos os que estavam no navio. Quem confia em Deus transmite esperança aos que perderam as forças. A presença de um servo fiel pode transformar o ambiente de medo em um ambiente de confiança, pois a paz de Deus fortalece aqueles que permanecem firmes nEle (Is 41.10; Js 1.9; Sl 46.1-3; Fp 4.6,7).
 
3. A fé persevera até o cumprimento das promessas.
A tempestade não cessou imediatamente após a promessa divina. Antes de contemplarem seu cumprimento, todos ainda enfrentariam ventos fortes, noites difíceis e o naufrágio da embarcação. Isso ensina que Deus nem sempre remove imediatamente a crise, mas sustenta Seus filhos durante todo o processo. A fé perseverante continua confiando até que a Palavra do Senhor se cumpra integralmente (Hb 10.23,35-36; Tg 1.2-4; 1Pe 1.6,7; 2Co 5.7).


CONCLUSÃO
Atos 27.9-15,21-26 ensina que decisões humanas podem gerar crises, mas jamais anulam os propósitos de Deus. Em meio às tempestades da vida, o Senhor fortalece seus servos por meio de Suas promessas, renova a esperança e conduz todas as circunstâncias para o cumprimento de Sua vontade. Assim, somos chamados a confiar na fidelidade de Deus e a permanecer firmes, mesmo quando os ventos são contrários.
 
 

 
REFERÊNCIAS
Ø GABY, Wagner. A Igreja dos Gentios: da Chamada Missionária à Consolidação do Evangelho entre os Povos. CPAD.
Ø  GABY, Wagner. Até os confins da Terra: Pregando o Evangelho a todos os povos até a volta de Cristo. CPAD.
Ø  PEARLMAN, Myer. Atos: E a Igreja Fez Missões. CPAD.
Ø  STAMPS, Donald. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.


Por Rede Brasil de Comunicação.





quinta-feira, 10 de setembro de 2026

QUESTIONÁRIOS DO 3° TRIMESTRE DE 2026






FIDELIDADE ÀS ESCRITURAS
EM OPOSIÇÃO À APOSTASIA
Lições Espirituais no Livro de Juízes.
 








Lição 10
Hora da Revisão
A respeito de “Sansão: entre Vitórias e Derrotas”, responda:
 
 
1. Quantas raposas Sansão soltou nas searas dos filisteus com fogo em suas caudas?
Trezentas raposas.
 
2. Qual alerta extraímos do fato da tribo de Judá ter prometido não matar Sansão, mas somente entregá-lo amarrado aos inimigos?
Mesmo quando não ferimos diretamente, podemos nos tornar cúmplices do inimigo ao enfraquecer, limitar ou trair um irmão.
 
3. Qual é a origem e o significado do nome Dalila estudado na lição?
Seu nome é de origem semita e significa “débil, sujeita a desejos ou abatida”.
 
4. Após prenderem Sansão, o que o obrigam a fazer?
Para humilhá-lo ainda mais, colocam Sansão para servir de divertimento para eles.
 
5. Sansão cometeu suicídio?
A maioria dos teólogos entende que Sansão não cometeu suicídio deliberado, mas morreu na luta contra o inimigo de seu país.