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domingo, 30 de março de 2025

QUESTIONÁRIOS DO 1° TRIMESTRE DE 2025






Em Defesa da Fé Cristã-
Combatendo as Antigas Heresias que
se Apresentam com Nova Aparência.









Lição 13
Revisando o Conteúdo

A respeito de “Perseverando na Fé em Cristo” responda:          
 
 
1. Quais os dois principais grupos heréticos que o apóstolo Paulo combatia?
O apóstolo Paulo está combatendo dois principais grupos heréticos em sua geração: os gnósticos de sua geração, como combateu as heresias judaicas, também de sua época, os falsos “doutores da lei” (1 Tm 1.7), da “circuncisão” (Tt 1.10) e as “fábulas judaicas” (Tt 1.14).
 
2. Qual a fonte de autoridade do aprendizado de Timóteo?
A fonte de autoridade do aprendizado de Timóteo são “as sagradas letras”, as Escrituras Sagradas, que são inspiradas por Deus.
 
3. Onde deve começar o ensino cristão?
O ensino cristão deve começar em casa, no lar (Dt 6.6-9).
 
4. Qual a abrangência da inspiração do texto sagrado?
Antigo e Novo Testamento.
 
5. Como estaríamos no mundo sem a Bíblia?
Estaríamos à deriva no mundo sem essas palavras, pois elas nos levam à luz de Cristo (Sl 119.105).


 

LIÇÃO 12 – PERSEVERANDO NA FÉ EM CRISTO






2Tm 3.10-17
 
 

INTRODUÇÃO
No decorrer deste trimestre, estudamos doze lições sobre diversas heresias antigas que se apresentam com nova aparência em nossos dias. Nesta última lição, estudaremos sobre a necessidade de perseverar na fé em Cristo, para não sermos enganados pelos falsos ensinos e doutrinas heréticas. Veremos o significado de perseverança; citaremos algumas recomendações bíblicas sobre a necessidade da perseverança; explicaremos sobre o perigo das falsas doutrinas bem como dos falsos mestres; e, finalmente, veremos qual deve ser a nossa atitude diante das heresias.
 
 
I. DEFINIÇÕES DO TERMO PERSEVERANÇA:
O Dicionarista Houaiss define o termo ‘perseverar’ do seguinte modo: “ter perseverança, persistir, ser constante, permanecer, conservar-se, continuar”. E, a palavra ‘perseverança’ como “qualidade de quem persevera, constância, continuação.” (Houaiss, 2001, p. 2196). Já o Pr. Claudionor de Andrade define o termo ‘perseverança’ da seguinte maneira: “Do grego hupomonê, e do latim perseverântia. Significa “constância’, ‘tenacidade’. Capacidade que o crente recebe, através do Espírito Santo, para permanecer fiel até a vinda de Cristo Jesus. No grego, o termo serve para ilustrar a coragem demonstrada pelo soldado em plena batalha. Perseverança é a virtude varonil que só o filho de Deus pode ter.” (Andrade, 2019, p. 298). Assim, Perseverar na fé em Cristo, significa: permanecer fiel a Jesus até a Sua vinda!
 
 
II. RECOMENDAÇÕES BÍBLICAS SOBRE A NECESSIDADE DA PERSEVERANÇA
Encontramos nas páginas do Novo Testamento, diversos exemplos e recomendações sobre a necessidade da perseverança na fé. Vejamos alguns:
 
  • A perseverança na doutrina era uma das características da Igreja primitiva: E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações(At 2.42). 
  • Barnabé, ao chegar em Antioquia exortou a igreja para permanecer no Senhor: E chegou a fama destas coisas aos ouvidos da igreja que estava em Jerusalém; e enviaram Barnabé até Antioquia, o qual, quando chegou e viu a graça de Deus, se alegrou e exortou a todos a que, com firmeza de coração, permanecessem no Senhor(At 11.22,23). 
  • Barnabé e Saulo, em sua primeira viagem missionária exortou os cristãos a permanecerem no Senhor: E, tendo anunciado o evangelho naquela cidade e feito muitos discípulos, voltaram para Listra, e Icônio, e Antioquia, confirmando o ânimo dos discípulos, exortando-os a permanecer na fé, pois que por muitas tribulações nos importa entrar no Reino de Deus(At 14.21,22). 
  • O apóstolo Paulo exortou a Timóteo que permanecesse no que ele tinha aprendido: “Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido” (2Tm 3.14), e perseverasse nelas: Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina; persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem(1Tm 4.16). 
  • O apóstolo João adverte que aquele que não perseverar na doutrina de Cristo, não tem a Deus: Todo aquele que prevarica e não persevera na doutrina de Cristo não tem a Deus; quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto o Pai como o Filho(2 Jo 1.9).
 
 
III. O PERIGO DAS FALSAS DOUTRINAS E DOS FALSOS MESTRES
Um dos sinais dos tempos do fim é o surgimento de falsos mestres, falsos profetas, e, consequentemente, falsos ensinos. Escrevendo a Timóteo, o apóstolo Paulo diz; “Mas o Espírito expressamente diz que, nos últimos tempos, apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios” (1Tm 4.1). Em sua segunda epístola, o apóstolo Pedro, adverte, dizendo: “E, também, houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade; e, por avareza, farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita” (2Pe 2.1-3). Vejamos, então, alguns perigos dos falsos mestres e de suas heresias, ou seja, seus falsos ensinos:

O Perigo dos falsos mestres e dos seus falsos ensinos:
Referências
Eles parecem ovelhas, se vestem como ovelhas, mas, são lobos devoradores.
Mt 7.15
Eles são capazes de fazer sinais e maravilhas para enganar até os escolhidos.
Mt 24.24
Eles são como lobos cruéis e falam coisas perversas para atraíres os discípulos para si.
At 20.29,30
Eles são obreiros fraudulentos, que se transfiguram em apóstolos de Cristo.
2Co 11.13
Eles podem levar as pessoas a se afastarem da graça de Cristo.
Gl 1.6-9
Através de vãs sutilezas e tradição dos homens, eles atraem as pessoas para si.
Cl 2.8
Eles ensinam outra doutrina, diferente da doutrina de Cristo e dos apóstolos.
1 Tm 1.3
Seus ensinos se baseiam em fábulas e genealogias que promovem mais dissensões do que edificação.
1 Tm 1.4
Eles são desprovidos de amor, de um coração puro e sua fé é fingida.
1 Tm 1.5
Por causa deles, muitos se desviam da verdade e se entregam a vãs contendas.
1 Tm 1.6
Eles querem ser doutores, mas, não entendem o que dizem e nem o que afirmam.
1 Tm 1.7
Seus ensinos conduzem ao naufrágio na fé.
1 Tm 1.18,19
Eles são blasfemos!
1 Tm 1.20
Conduzem a apostasia, ou seja, ao abandono premeditado da fé em Cristo.
1 Tm 4.1a
Suas doutrinas são demoníacas, hipócritas, mentirosas e oriundas de mentes cauterizadas.
1 Tm 4.1,2
Seus seguidores desviarão os ouvidos da verdade.
2 Tm 4.4
Eles introduzem encobertamente heresias de perdição, negando o próprio Senhor Jesus Cristo.
2 Pe 2.1
Muitas pessoas seguirão seus falsos ensinos e o caminho da verdade será blasfemado.
2 Pe 2.2
Por avareza, com palavras fingidas, eles fazem negócio com os seus seguidores.
2 Pe 2.3
Eles torcem as Escrituras para sua própria perdição.
2 Pe 3.16,17
Muitos deles tem se levantado no mundo.
1 Jo 4.1


IV. QUAL DEVE SER A NOSSA ATITUDE DIANTE DAS HERESIAS?
1. Batalhar pela fé (Jd 1.3).
Diante das investidas dos falsos mestres, o apóstolo Judas nos ensina a batalhar pela fé. “Os fiéis em Cristo têm o solene encargo de ‘batalhar’ pela fé que Deus entregou aos apóstolos e aos demais santos (Fp 1.27; 1Tm 1.18; 6.12). A fé aqui, significa o evangelho proclamado pro Cristo e pelos apóstolos. É a verdade estabelecida e inalterável, comunicada pelo Espírito Santo e incorporada no NT [...] A palavra ‘batalhar’, do grego ‘epagonizomai’ descreve a luta que o crente fiel deve travar na defesa da fé [...] Batalhar pela fé significa tomar posição firme contra aqueles que, dentro da igreja visível, negam a autoridade da Bíblia ou distorcem a fé original anunciada por Cristo e pelos apóstolos” (Stamps, 1995, p. 1975).
 
2. Priorizar a Bíblia, a inerrante e infalível Palavra de Deus (Hb 4.12).
A Bíblia é a nossa regra de fé e prática. “As religiões mundiais e seus movimentos dissidentes possuem diversos escritos sagrados. No cristianismo, a fonte de autoridade é a Bíblia Sagrada. A autoridade bíblica deriva sua origem em Deus. Isso encerra a superioridade das Escrituras como plena e total garantia de infalibilidade...” (Soares, 2025, p. 158). Vejamos algumas razões por que devemos priorizar a Bíblia: Somente a Bíblia é inspirada por Deus (2Tm 3.16; 32Pe 1.20,21). Ela é viva e eficaz (Hb 4.12; Is 55.10,11). Ela é inerrante e infalível (Is 40.8; 1Pe 1.24,25).
 
3. Pregar o Verdadeiro Evangelho (Mc 16.15).
Milhares de pessoas estão sendo enganadas por heresias e falsas religiões. Por isso, não devemos negligenciar na tarefa da evangelização. A evangelização é a Grande Tarefa que foi entregue pelo Senhor Jesus à sua Igreja aqui na terra, para levar a mensagem de salvação aos pecadores (Mt 28.19; Mc 16.15; At 1.8; 17.30; Rm 10.13-17). O desejo de Deus é que todos sejam salvos, e venham ao conhecimento da verdade (Jo 3.16; Tt 2.11; 1Tm 2.3,4; 2Pe 3.9). Todo salvo deve sentir o desejo de falar de Cristo aos pecadores (Mt 10.8; Rm 1.16,17; ICo 9.16). Porém, um dos maiores desafios da evangelização é alcançar pessoas que estão enganadas por heresias e grupos heterodoxos. Por isso, precisamos estudar a Bíblia, conhecer suas doutrinas para estarmos preparados para refutar as heresias e ganhar as almas para Cristo. Como disse o apóstolo Pedro: “Antes, santificai a Cristo, como senhor, em vosso coração; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há entre vós(1Pe 3.15).
 
 
CONCLUSÃO
Diante das falsas religiões e das heresias por elas proclamadas, devemos nos manter firmes na fé, perseverando em seguir a Cristo, batalhando pela fé que foi entregue aos santos, priorizando a Bíblia Sagrada como a nossa regra de fé e prática e pregando o verdadeiro e genuíno evangelho, com o objetivo de alcançar as almas para Cristo.
  
 

 
REFERÊNCIAS
Ø  ALMEIDA. João Ferreira de. Bíblia de Estudo Defesa da Fé. CPAD.
Ø  ANDRADE, Claudionor Correa. Dicionário Teológico. CPAD.
Ø  OLIVEIRA. Raimundo de. Seitas e Heresias: Um Sinal do Fim dos Tempos. CPAD.
Ø SOARES, Ezequias. Em Defesa da Fé Cristã: Combatendo as Antigas Heresias que se Apresentam com Nova Aparência. CPAD. 
 
 
 Por Rede Brasil de Comunicação.




terça-feira, 25 de março de 2025

LIÇÃO 13 - PERSEVERANDO NA FÉ EM CRISTO (V.01)

 
Vídeo Aula- Pastor Ciro





QUESTIONÁRIOS DO 1° TRIMESTRE DE 2025






Em Defesa da Fé Cristã-
Combatendo as Antigas Heresias que
se Apresentam com Nova Aparência.









Lição 12
Revisando o Conteúdo

A Respeito de "A Igreja Tem Uma Natureza Organizacional" responda:


1. Por que a situação espiritual de Creta era desanimadora?
A situação espiritual de Creta era desanimadora porque a igreja estava desorganizada, e o grande descuido no comportamento daqueles crentes é denunciado no capítulo.
 
2. O que dá a entender o contexto da Epístola a Tito?
O contexto da epístola dá a entender que o relaxo e o descuido em que estavam as comunidades cristãs da ilha de Creta eram reflexo da cultura da região (Tt 1.12).
 
3. Cite três exemplos bíblicos em favor da organização eclesiástica.
Havia local e horário e ordem no culto (1 Co 14.26,40), reunião de ministério para consagração de presbíteros, segundo o contexto da época de uma igreja emergente (At 14.23); foi realizado um concílio, que nós diríamos, uma convenção, para tratar de assuntos doutrinários (At 15.6).
 
4. Qual a nossa atitude em relação aos que pensam ser a igreja apenas local de culto?
A nossa atitude é mostrar que a Bíblia nos apresenta a igreja como um organismo e ao mesmo tempo uma organização.
 
5. Por que o programa de funcionamento, adotado pela igreja do período apostólico, foi uma bênção?
A igreja do período apostólico adotou um programa de funcionamento logo no limiar de sua história e foi uma bênção, pois ajudou a cumprir a sua tarefa de maneira eficaz (At 6.1-7).



sexta-feira, 21 de março de 2025

LIÇÃO 12 – A IGREJA TEM UMA NATUREZA ORGANIZACIONAL






Tt 1.1-9
 


INTRODUÇÃO
Nesta lição, abordaremos o conceito de igreja e suas definições como organismo e organização. Veremos que as Escrituras nos apresentam essas verdades de maneira inconteste, pois não se pode existir um organismo, sem que ele venha precedido de uma organização. Esta lição vem esclarecer àqueles que ignoram o aspecto organizacional da igreja, relegando-o ao conceito de inovação, apontando de que o Novo Testamento nos mostra uma igreja organizada, norteada por princípios administrativos-eclesiásticos, que foram sendo constituídos à medida que a igreja crescia e tomava forma.
 
 
I. DEFINIÇÕES DOS TERMOS: IGREJA, ORGANISMO E ORGANIZAÇÃO
1.Igreja.
Eclesiologia é a disciplina da Teologia que estuda a igreja, sua fundação, símbolos e missão, conforme as Escrituras. A Declaração de Fé das Assembleias de Deus (2017, p. 120) define que: “A palavra ‘igreja’ significa, literalmente, ‘chamados para fora’ e era usada para designar ‘assembleia’ ou ‘ajuntamento’ dos cidadãos de uma localidade na antiguidade grega”. O vocábulo igreja é formado por duas palavras gregas: pelo prefixo “ek”, “a partir de, dentro de” ou “para fora de”; e, “klesis”, que significa: “chamada, convocação, convite”. Literalmente quer dizer “chamados para fora”. O termo ainda é usado para designar um “grupo local de cristãos” (Mt 18.17; At 5.11; Rm 16.1,5); ou a Igreja universal à qual todos os servos de Cristo em todos os tempos estão ligados (At 9.31; 1Co 12.28; Ef 1.22). Podemos dizer que a Igreja do Senhor Jesus foi fundada durante o seu ministério (Mt 16.18), e inaugurada no dia de Pentecoste (At 2) (Bergstén, 2005, p. 214).
 
2. Organismo.
Segundo o dicionário da língua portuguesa, o termo “organismo” refere-se a: Forma individual de vida [...] qualquer corpo constituído por órgãos, organelas ou outras estruturas que interagem fisiologicamente, executando os diversos processos necessários à vida” (Houaiss, 2001, p. 2079).
 
3. Organização.
Segundo o dicionário da língua portuguesa, o termo “organismo” refere-se ao: “ato ou efeito de organizar, composição, estrutura, inter-relacionamento regular das partes que constituem um ser vivo. Entidade que serve à realização de ações de interesse social, político, administrativo etc.; instituição, órgão, organismo, sociedade”. Segundo Chiavenato (2011, p. 26), um dos autores nacionais mais conhecidos e respeitados na área da administração de empresas e recursos humanos, organização é uma entidade social composta de pessoas e de recursos, deliberadamente estruturada e orientada para alcançar um objetivo comum”.
 
 
II. A IGREJA COMO ORGANISMO
1. Como organismo, a Igreja é o “Corpo de Cristo”.
Segundo Stanley Horton (2021, p, 544), a figura bíblica de máxima relevância para apresentar a Igreja é o “Corpo de Cristo”. Era a expressão predileta de Paulo, que frequentemente comparava os inter-relacionamentos e funções dos membros da igreja como partes do corpo. Como corpo, Paulo nos lembra a verdadeira união, que é essencial na igreja (1Co 12.12). Da mesma forma que o Corpo de Cristo tem o propósito de funcionar eficazmente como uma só unidade, também os dons do Espírito Santo são dados para equipar o corpo “pelo Espírito... o mesmo Senhor... o mesmo Deus que opera tudo em todos... para o que for útil (1Co 12.4-7). Por esta razão, os membros do corpo de Cristo devem agir com grande cautela “para que não haja divisão no corpo, mas, antes, tenham os membros igual cuidado um dos outros” (1Co 12.25; Rm 12.5). Embora deva existir união no corpo de Cristo, não se constitui antítese enfatizar que é necessária a diversidade para o bom funcionamento do corpo. No mesmo contexto em que Paulo enfatiza a união, também declara: “Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos” (1Co 12.14). Referindo-se a mesma analogia, em outra epistola ele declara: “Assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação...” (Rm 12.4). Dessa maneira, há uma “unidade na diversidade” dentro do corpo de Cristo.
 
2. Como organismo, a Igreja é “universal”.
A igreja universal ou invisível consiste em todos os discípulos de Cristo, quer estejam vivos ou mortos em todo o mundo e em todos os tempos. Algumas vezes a Bíblia usa a palavra “igreja” no sentido universal para falar de todo o povo que pertence a Cristo, não importa de onde ele possa ser. A Igreja invisível não é um edifício construído com blocos e cimento, mas, um edifício construído com pedras vivas (1Pe 2.5). Estas “pedras vivas” são chamadas os santos e membros da família de Deus (Ef 2.19-22).
 
3. Como organismo, a Igreja é conhecida por sua “unidade e dons”.
Como um organismo vivo, a Igreja Primitiva era conhecida, por exemplo, pela comunhão dos seus membros (At 2.42-46) e pelo exercício dos seus carismas (1Co 12-14). Essa era a estrutura mística do Corpo de Cristo. O apóstolo Paulo mostra esse fato quando faz a analogia da igreja com um corpo humano (1Co 12). Por outro lado, a organização é um processo natural em tudo o que é humano. Todos nós sentimos a necessidade, de alguma forma, de estarmos organizados (Gonçalves, 2023, p. 65). 
 
A IGREJA COMO ORGANIZAÇÃO
A IGREJA COMO ORGANISMO
A Igreja como organização é visível, local, humana, imperfeita (tem defeitos, problemas e pode até cometer erros), é temporária (pode vir a desaparecer).
A Igreja como organismo, enquanto organismo vivo, é dirigida pelo Espírito Santo, enviado por Jesus. Como organismo, a igreja é a noiva, a lavoura e o edifício santo.
É visível
É invisível
É local
É universal
É humana
É divina
É temporária
É perpétua
É imperfeita
É perfeita
 
 
III. A IGREJA COMO ORGANIZAÇÃO
1. Como organização, a Igreja é “local e organizada”.
As Escrituras apresentam o modelo bíblico para os cultos: “Por que isto? Deus não é Deus de confusão, mas de paz, na igreja dos santos” (1Co 14.33). A Bíblia nos ensina que: “Não abandonando a nossa congregação, como é costume de alguns […]” (Hb 10.25). A igreja de Cristo é composta por crentes de todas as eras e tempos que se reúnem com cultos, liturgias, ministérios, lideranças, coletas, contribuições etc. (Lc 11.42; At 2.46,47; 1Co 14.6; 6:1-6; 13.1-2; 16.1; Ef 4.11-12; Rm 15.26; 2Co 9.1-13; Hb 7.8; Hb 13.17).
 
2. Como organização, a Igreja possui liderança humana para administrá-la.
Desde o AT o Senhor instituiu homens para liderar (Êx 18.25,26; Ne 8.4-6; Jr 3.15). A hierarquia ministerial não existe com a pretensão de um ser melhor que o outro, mas para o Altíssimo manter a ordem: “Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus […]” (Hb 13.7). Paulo falou: “E rogamo-vos, irmãos, que reconheceis os que trabalham entre vós e que presidem sobre vós no Senhor, e vos admoestam(1Ts 5.12). Ainda podemos ver: “Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina” (1Tm 5.17). O próprio Jesus constitui homens para a liderança do ministério: “E Ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores […]” (Ef 4.11-13 ver At 20.24,28, Jo 21.17). Paulo ainda disse: “Ora, vós sois o corpo de Cristo, e seus membros em particular. E a uns pôs Deus na igreja […]” (1Co 12.27,28). Segundo o modelo do NT os pastores representam os fiéis e hão de dar conta do rebanho: “Obedecei a vossos pastores, e sujeitai-vos a eles […]” (Hb 13.17). Seguir ao Senhor Jesus presume-se em pertencer ao seu rebanho e conquanto tenhamos pastores (Ef 4.11; Hb 13.7; Jr 3.15).
 
3. Como organização, a Igreja uma “organização formal”.
O Novo Testamento nos apresenta a igreja como uma organização formal. Ela possuía dias de cultos estabelecidos (At. 207; Hb 10.25); tinha uma liderança era centralizada (At 16.4); as igrejas locais estavam subordinadas a igreja mãe (At 16.4); os apóstolos doutrinavam a igreja (At 2.42); havia instituição de lideranças (At 6.6; 14.23; Tt 1.5), verificava-se as qualificações dos candidatos ao ministério (1Tm 3.2-13), reunia-se em concílio (At 15. 1-6), enviava missionários (At 13.2). Os missionários prestavam relatório das atividades (At 14.26-28), havia disciplina na igreja (1 Cor 5.4,5,13); ordenanças (At. 2.41; 1 Co 11.23-26); cartas de recomendação (At. 18.27; 2Co 3.1) e contribuições (Rm 15.26; 1Co 16.1,2). Assim, como toda organização, a Igreja possuía membros (At 2.47; 5.15; 1Co 1.2); tinha um objetivo: a glória de Deus (Hb 10.25; 1Ts 5.11; Hb 3.13; Mt 28.19; 2Co 8.5; At. 8.4); e era regida por leis: a lei de Cristo (2Co 5.17; Cl 3.1-5; At 2.42-46; Rm 8.1-4; 6.11-14; Ef. 4.17-5.1).
 
 
CONCLUSÃO
Aprendemos que a igreja do Senhor Jesus, é tanto um organismo como uma organização. Como organismo, a igreja é universal ou invisível, e consiste em todos os discípulos de Cristo, quer estejam vivos ou mortos em todo o mundo e em todos os tempos. Como organização, é composta por crentes de todas as eras e tempos, que se reúnem com cultos, liturgias, ministérios, lideranças, coletas, contribuições etc. 
 
 


REFERÊNCIAS
Ø  ANDRADE, Claudionor Correa. Dicionário Teológico. CPAD.
Ø  BERGSTEN, Eurico. Teologia Sistemática. CPAD.
Ø CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. CAMPUS.
Ø GONÇALVES, José. O Corpo de Cristo: Origem, Natureza e Vocação da Igreja no Mundo. CPAD.
Ø HORTON, Stanley. Teologia Sistemática: Uma perspectiva pentecostal. CPAD.
Ø  CHAMPLIM, R. N. Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia. HAGNOS.
Ø  STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
 

Por Rede Brasil de Comunicação.
 




LIÇÃO 12 - A IGREJA TEM UMA NATUREZA ORGANIZACIONAL (V.02)


Vídeo Aula - Pastor Esequias
 




segunda-feira, 17 de março de 2025

QUESTIONÁRIOS DO 1° TRIMESTRE DE 2025






Em Defesa da Fé Cristã-
Combatendo as Antigas Heresias que
se Apresentam com Nova Aparência.









Lição 11
Revisando o Conteúdo

A respeito de “A Salvação Não é Obra Humana” responda:          
 
 
1. O que a Bíblia quer dizer quando fala de “morte espiritual”?
Por “morte espiritual”, a Bíblia quer dizer que a humanidade caída está separada de Deus (Is 59.2) e não significa aniquilação espiritual total.
 
2. O que esclarece uma boa exegese sobre a expressão, “isto é dom de Deus”?
Uma boa exegese esclarece que a expressão “isto é dom de Deus” se refere à salvação pela graça e não à fé.
 
3. Quais os três principais movimentos dos primeiros séculos cuja soteriologia é inadequada?
Os reencarnacionistas, galacionistas e os gnósticos.
 
4. Quais as três soteriologias inadequadas de hoje?
O Islamismo, as Testemunhas de Jeová e o Mormonismo.
 
5. O que ensinam os teólogos das Testemunhas de Jeová sobre a “classe da grande multidão”?
Seus teólogos ensinam que as Testemunhas de Jeová, que pertencem à “classe da grande multidão”, não são filhos de Deus, não pertencem a Cristo, não têm o Espírito Santo, Jesus não é o Mediador delas nem têm esperança de salvação.
 
 


sábado, 15 de março de 2025

LIÇÃO 11 – A SALVAÇÃO NÃO É OBRA HUMANA






Ef 2.1-10
 
 
 
INTRODUÇÃO
Nesta lição pontuaremos que a salvação é mediante a graça de Deus; traremos a definição da palavra “graça” tanto no AT quanto no NT; destacaremos que Deus sempre se relacionou com o homem por Sua graça; destacaremos algumas características deste favor divino; e, por fim, pontuaremos que somente pelo favor imerecido de Deus o homem poderá ser salvo.
 
 
I. A SALVAÇÃO É PELA GRAÇA DE DEUS
A palavra “graça” aparece 217 vezes em toda a Bíblia. No AT: 73; no NT: 144 (Joshua, sd, p. 697). O conceito de graça é multiforme e sujeito a desdobramentos nas Escrituras. No AT, “hen”, significa: “favor”. É o favor imerecido de um superior a um subalterno. No caso de Deus e do homem, 'hen' é demonstrado por meio de bençãos temporais, embora também o seja por meio de bênçãos espirituais e livramentos, tanto no sentido físico quanto no espiritual (Jr 31,2; Êx 33.19). No NT, é “charis”, que indica graciosidade”, “atrativo”, “favor” (Wycliffe, 2007, p. 876 – acréscimo nosso). Em resumo esta palavra significa um: “favor imerecido concedido por Deus à raça humana” (Andrade, 2006, p. 203). A graça salvadora de Deus é vista ao longo de todas as dispensações na história, como veremos a seguir:
 
1. A salvação pela graça antes da Lei.
Já no Éden, vemos a manifestação da graça divina, pois mesmo quando Adão pecou sendo merecedor do juízo, Deus lhe fez a promessa da vinda do Redentor (Gn 3.15); lhe cobriu a nudez (Gn 3.21); e, vedou o acesso a árvore da vida a fim de que o homem não tivesse a sua situação irremediável (Gn 3.22-24). No período antediluviano, Deus decretou que daria um tempo aquela geração de 120 anos até que viesse o dilúvio e consumisse a todos (Gn 6.3). Noé achou graça aos olhos de Deus (Gn 6.8), e o Senhor o livrou junto com a sua família daquela catástrofe (Gn 6.9). Quanto a Abraão foi imputada justiça mediante a fé, evidencia-se um claro sinal da graça (Gn 15.6; Rm 4.3-5). Até o pacto que Deus fez com Ele, não foi baseado em méritos, pois na ocasião, somente Deus passou por entre as metades dos animais (Gn 15.8-17).
 
2. A salvação pela graça durante a Lei.
Deus deu a Lei ao povo de Israel, mas sabia da incapacidade deles de observá-la em Sua plenitude, por causa de sua natureza pecaminosa (Sl 14.3; 143.2; Ec 7.20; Rm 7.14-23). Por isso, instituiu o sistema cerimonial de sacrifícios, a fim de proporcionar-lhes perdão por Sua graça (Êx 30.10; Lv 1.4; 4.2,14,21,24). Portanto, a provisão da graça para com o indigno transgressor da Lei existia desde o Antigo Testamento (Êx 33.13; Jr 3.12; 31.2). A passagem de Atos 15.10,11 confirma isso também. “Há apenas uma forma de salvação na Bíblia, através do arrependimento e da regeneração, e uma única operação da graça de Deus. A atuação do Espírito Santo é consistente nos dois Testamentos, e a santificação sempre foi pela graça. Não existem dois Pactos de graça diferentes, mas um único Pacto sob diferentes dispensações no Antigo e Novo Testamento” (Barreto, 2024, p. 74).
 
3. A salvação pela graça depois da Lei.
Apesar de Deus ter sido gracioso em todas as eras anteriores, sempre oferecendo novas oportunidades para a obediência sob Suas novas condições, a Sua benevolência ilimitada foi totalmente derramada por meio de Jesus, nos primórdios deste novo tempo chamado de “dispensação da graça” (Ef 3.2). João diz que “[...] a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo” (Jo 1.17b). Paulo ensinou que Deus manifestou a Sua graça em toda a sua plenitude na Pessoa de Seu Filho, Jesus Cristo (2Co 8.9; 13.13; Gl 1.6; 6.18; Ef 2.7; Fp 4.23). O apóstolo Pedro também falou da “graça que se vos ofereceu na revelação de Jesus Cristo” (1Pe 1.13).
 
 
II. CARACTERÍSTICAS DA SALVAÇÃO DIVINA
Paulo foi o principal instrumento humano para transmitir o pleno significado da graça em Cristo. Não é de admirar que mais tarde ele viesse a ser conhecido como “o apóstolo da graça” (Swindoll, 2009, p. 19). Com maestria, ele nos falou sobre a graça de Deus de forma abundante. Quase dois terços das ocorrências neotestamentárias de “charis”, normalmente traduzida por “graça”, se encontram em suas cartas. O termo se encontra em todas as treze cartas paulinas tradicionais e é bastante repetido em Romanos. Ele confessou que para isto foi chamado “para dar testemunho do evangelho da graça de Deus” (At 20.24). Abaixo destacaremos algumas verdades sobre este maravilhoso favor divino:
 
1. A salvação por meio da graça é um ato soberano (Rm 1.7; 5.15; Tt 2.11).
Nos referidos textos, Paulo nos diz que a graça procede soberanamente de Deus. Isto porque o favor lhe pertence e vem dEle, como sua fonte originária (1 Co 15.10; Tt 2.11; 1 Pe 5.10). A graça de Deus brilhou sobre os que estavam nas trevas e na sombra da morte (Mt 4.2; Lc 1.79; At 27.20; Tt 3.4). “A graça divina é, então, Deus mesmo renunciando ao exercício do justo castigo por sua livre e soberana decisão” (Almeida, 1996, p. 28).
  
2. A salvação por meio da graça é imerecida (Rm 3.24; Ef 2.5.7-8).
Para falar sobre este favor imerecido ao pecador, Paulo usa a seguinte argumentação: “Ora, àquele que faz qualquer obra não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida. Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça” (Rm 4.4,5). O apóstolo deixou claro que a salvação é concedida ao homem sem ele merecer. Não há nada que o homem faça para o tornar digno de ser salvo, pois a graça aniquila qualquer obra que visa receber a salvação por mérito (Ef 2.9). A salvação não é uma recompensa por bom comportamento e o homem não tem condições de cumprir a Lei, por causa de seu estado de pecado (Is 64.6; Rm 7.14-21).
 
3. A salvação por meio da graça é suficiente (Rm 3.24; Ef 2.8).
Paulo nos mostra que a Lei não é suficiente para salvar o homem. Até porque seu propósito é revelar o pecado e não o extirpar (Rm 7.7). Todavia, a graça de Cristo fez por nós aquilo que a Lei nunca poderia (Rm 8.3). Embora a fé seja o caminho dado por Deus para a salvação, não é ela quem nos salva, mas a graça “Porque pela graça sois salvos” (Ef 2.8a). Portanto, é pela graça, o favor imerecido de Deus, que ele nos concede a bênção da salvação (At 15.11; Rm 11.6).
 
4. A salvação por meio da graça é imparcial (Rm 1.16; 3.29; 9.24).
Desde o início, a proposta divina sempre foi estender a bênção da salvação a todos os homens indiscriminadamente (Gn 12.3; Gl 3.8). É errôneo pensar embora “todos pecaram” (Rm 3.23), somente os eleitos serão salvos. Em Tito 2.11 Paulo diz: “[...] a graça de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens. A vinda do Messias mostra claramente que, Deus não faz acepção de pessoas (At 10.34; Rm 2.11; Ef 6.9; 1Pe 1.17). Portanto, a graça de Deus que nos é oferecida mediante o evangelho, é derramada sobre todos em pé de igualdade, ou seja, ela contempla tanto judeus como gentios (Gl 3.14; Ef 3.6).
 
5. A salvação por meio da graça é resistível (At 7.51; 18.5,6).
A ideia de que a graça é irresistível está ligada a Agostinho. “De acordo com ele, a graça de Deus atua incondicional e irresistivelmente nos eleitos, garantindo a salvação deles, produzindo a reação favorável dos homens para com o evangelho e garantindo que essa reação seja absolutamente completa e eficaz” (CHAMPLIN, 2004, p. 957). Nenhum apóstolo ou pai da igreja jamais ensinou tal heresia, pelo contrário, a Bíblia, nos mostra que o homem pode pôr seu livre arbítrio aceitar ou rejeitar o plano divino para a sua salvação (At 4.4; 9.42; 13.46; 17.4). O povo de Israel é a maior prova de que a graça não é irresistível, pois o apóstolo João diz: “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam” (Jo 1.11). Jesus quando estava em frente ao Monte das Oliveiras declarou: “Jerusalém, Jerusalém, [...] quantas vezes QUIS EU ajuntar os teus filhos, [...] e TU NÃO QUISESTE!” (Mt 23.37). O escritor aos Hebreus por mais de uma vez disse: “[...] se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações, como na provocação [...]” (Hb 3.15). Confira também (Hb 3.7,8; 4.7).
 
 
III. A GRAÇA COMO A BASE DA SALVAÇÃO
Há quem defenda erroneamente que os crentes do AT eram salvos pela obediência a Lei, enquanto os santos do NT são salvos pela graça, este é um grande erro. Nenhum homem poderá ser salvo por suas obras, mas somente e unicamente pela graça de Deus (At 15.11; Ef 2.8; Tt 3.7). Paulo enfatizou esta verdade citando dois exemplos do AT, a saber: Abraão e Davi (Rm 4.1-8). Jesus ensinou que: “aos homens é isso impossível, mas a Deus tudo é possível” (Mt 19.26). Paulo de igual forma asseverou: “Porquanto o que era impossível à lei, [...] Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne” (Rm 8.3). O escritor aos Hebreus também atestou: “Porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados” (Hb 10.4). Segundo Geisler (2010, p. 158), “apesar da fonte da salvação ser a decisão divina de nos salvar, a natureza da salvação é a graça de Deus. O dom magnífico da vida eterna somente chega até nós por intermédio da graça, e somente por ela”. É bom lembrar que todos os passos para a redenção do pecador são atribuídos à graça de Deus; a saber: a eleição (Rm 11.5,6; Ef 1.4); a regeneração (Gl 1.15,16); a justificação (Rm 3.24; 5,16,18; Tt 3.7); a santificação (1Pe 5.10); e por fim, a glorificação (1Pe 5.10).
 
 
CONCLUSÃO
A graça imensurável de Deus, sempre foi manifestada em todo decorrer da história humana. No entanto, por meio de Cristo Jesus, este ato soberano de Deus em relação ao homem caído em pecado, foi mais expressamente demonstrado, a fim de mudar a sua sorte e restaurar o que a Queda causou.
    
 
 
 
REFERÊNCIAS
Ø  ALMEIDA, Abraão de. O Sábado, a Lei e a Graça. CPAD.
Ø  ANDRADE, Claudionor de. Dicionário Teológico. CPAD.
Ø  CHAMPLIN, R. N. Dicionário de Bíblia, Teologia e Filosofia. HAGNOS.
Ø  BARRETO, Alessandro. Protopentecoste: Ações do Espírito Santo no AT. Editora Bereia.
Ø FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. POSITIVO.
Ø  GEISLER, Norman. Teologia Sistemática. CPAD.
Ø  GILBERTO, Antonio, et al. Teologia Sistemática Pentecostal. CPAD.
Ø HENDRIKSEN, William. Comentário do Novo Testamento. CULTURA CRISTÃ.
ØOLIVEIRA, Oséias Gomes. Concordância Bíblica Exaustiva Joshua. Vol. 03. CENTRAL GOSPEL.
Ø  PFEIFFER, Charles F. et al. Dicionário Bíblico Wyclliffe. CPAD.
Ø  STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
Ø SWINDOLL, Charles R. Paulo. Paulo: um homem de coragem e graça. MUNDO CRISTÃO. 
 
Por Rede Brasil de Comunicação.