Vídeo Aula - Pastor Ciro
quinta-feira, 1 de outubro de 2026
terça-feira, 29 de setembro de 2026
QUESTIONÁRIOS DO 3° TRIMESTRE DE 2026
FIDELIDADE ÀS ESCRITURAS
EM OPOSIÇÃO À APOSTASIA
Lições Espirituais no Livro de Juízes.
Lição 13
Hora da Revisão
A respeito de “Esperança
em Meio ao Caos: Aguardando a Vinda do Rei”, responda:
1. O que o ato do levita de cortar
e enviar as partes do corpo da mulher, gerou entre os israelitas?
Gerou comoção nacional e provocou revolta entre os
israelitas.
2. O que esse capítulo sangrento
mostra que o pecado pode causar?
Esse capítulo sangrento mostra que o pecado pode
causar divisão, guerra e mortes espirituais mesmo em meio ao povo de Deus,
comprometendo a sua missão.
3. Qual juramento precipitado
Israel fez?
De proibir que suas filhas se casem com os benjamitas.
4. O que é hipocrisia religiosa?
Quando cuidam de detalhes cerimoniais, mas
negligenciam o mais importante da Lei: o juízo, a misericórdia e a fé (Mt
23.23).
5. Por meio da aliança davídica
(2Sm 7.12-16), o que Deus prometeu?
Prometeu que do trono de Davi viria um reino eterno,
como sombra e figura do reinado de Cristo.
QUESTIONÁRIOS DO 3° TRIMESTRE DE 2026
A IGREJA
DOS GENTIOS -
Da chamada Missionária à
Consolidação
do Evangelho entre os
Povos.
Lição 13
Revisando o Conteúdo
A respeito de “A Missão Continua em Nós” responda:
1. Como e por quem foi estabelecido o
fundamento da missão da Igreja?
Ao declarar que toda autoridade lhe foi
dada no Céu e na Terra, Jesus afirma seu domínio absoluto e estabelece o
fundamento da missão da Igreja.
2. O que revela a Grande Comissão, no
tocante a fazer discípulos de todas as tribos, línguas e nações?
A Grande Comissão revela que o Evangelho
não reconhece fronteiras culturais, sociais ou étnicas. Fazer discípulos de
todas as nações é o desdobramento natural da autoridade de Cristo sobre todos
os povos (Mc 16.15).
3. Segundo Atos 1.8, como a gloriosa e
desafiadora missão da Igreja se torna possível a seres humanos tão limitados?
Em Atos 1.8, Jesus afirma que a missão da
Igreja só é possível mediante a capacitação do Espírito Santo. O poder
prometido não é humano, nem resultado de preparo intelectual apenas, mas uma
habilitação divina que concede ousadia, discernimento e autoridade espiritual
para testemunhar de Cristo (Lc 24.49).
4. O que Paulo afirma em Efésios 2.11-16,
demonstrando que judeus e gentios foram reconciliados em um só corpo por meio
da obra de Cristo?
Em Efésios 2.11-16, Paulo afirma que os
gentios, antes separados, sem esperança e alheios às promessas, foram
aproximados de Deus por meio do sangue de Cristo. Na cruz, Jesus derrubou a
“parede de separação”, abolindo as ordenanças que dividiam judeus e gentios,
criando em si mesmo um novo homem e estabelecendo a paz.
5. O que a igreja de hoje deve fazer
diante do chamado registrado em Mateus 28.19,20 e em Marcos 16.15?
Esse chamado se estende à Igreja de hoje,
que deve anunciar o Evangelho em contextos locais e transculturais,
sustentando, enviando e indo. A missão é global, urgente e inadiável (Mt
28.19,20; Mc 16.15).
segunda-feira, 28 de setembro de 2026
ESCOLA BÍBLICA JOVENS
4º Trimestre de 2026
No 4º trimestre de 2026 estudaremos em Lições
Bíblicas Jovens o tema: REGOZIJAI-VOS NO SENHOR – Vivendo com Propósito à Luz da Carta aos
Filipenses. O comentarista será o Pr. Reynaldo Odilo. Este servo de
Deus é juiz de direito, bacharel em Teologia (ESTEADEB/FATIN) e em Direito (UFRN),
especialista em Direito Processual Civil e Penal (Universidade do País Basco,
Espanha). Escreveu, pela CPAD, os livros Eu e Minha Casa, Tempo para Todas as
Coisas, Rumo à Terra Prometida e Josué – Tempo de Conquistas.
Abaixo, você pode conferir os títulos
de cada lição:
Lição 1 - Carta aos Filipenses: Um Chamado à Alegria.
Lição 2 - Uma Vida Digna Do Evangelho.
Lição 5 - Exemplo de
Servos Fiéis: Timóteo e Epafrodito.
Lição 6 - Deus Transforma a Insegurança
em Coragem.
Lição 7 - O Alvo
Supremo: Conhecer a Cristo.
Lição 8 - Unidade E Alegria No Senhor.
Lição 9 - A Paz de Deus
Guarda o Coração.
Lição
10 - O Pensar
Cristão: O Que Ocupa a Sua Mente?
Lição
11 - Contentamento
Em Toda e Qualquer Situação.
Lição
12 - Generosidade
e Cuidado Com a Obra de Deus.
Lição
13 - Saudações
Finais, Comunhão e Bênçãos.
É muita bênção jovem!
Não falte!!
sábado, 26 de setembro de 2026
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
4º Trimestre de 2026
No 4º trimestre de 2026
estudaremos em nossas Escolas Dominicais o tema: O Deus da Aliança –
Advertências, Promessas e Bênçãos no Livro de Deuteronômio. O
comentarista do trimestre será o Pastor Osiel Gomes. O
mesmo é Pastor da AD em São Luiz/MA, Campo de Tirirical. Este servo de Deus,
além de Pastor, é Teólogo, Filósofo, Bacharel em Direito, Psicanalista,
Pedagogo, Pós-graduado em Docência do Ensino Superior, Professor de Grego e
Hebraico, Conferencista e Escritor, dentre as suas obras podemos citar: Mais
Palavra, Menos Emocionalismo; Tesouros nas Cartas da Prisão; Igreja
Multiplicadora. E também comentarista de Lições Bíblicas.
Abaixo, você pode
conferir os títulos das 13 lições:
Lição 1 - O Deuteronômio: O Livro da Aliança
Lição 2 - A Recapitulando a Jornada no Deserto
Lição 4 - O Chamado à Obediência
Lição 5 - O Grande
Mandamento
Lição 6 - A Aliança e
as Bênçãos da Obediência
Lição 7 - Maldições
e Bênçãos da Aliança
Lição 8 - Escolhendo
a Vida ou a Morte
Lição 9 - A
Sucessão de Moisés
Lição
10 - O
Cântico de Moisés: Advertência e Esperança
Lição
11 - A
Bênção Final de Moisés
Lição
12 - A
Morte de Moisés e a Continuidade da Promessa
Lição 13 - O
Cumprimento de Deuteronômio em Cristo
É
muita bênção!
Você
não pode faltar!
LIÇÃO 13 - A MISSÃO CONTINUA EM NÓS
Mt 28.18-20; At 1.8; Ef
2.13-18
INTRODUÇÃO
Nessa última lição,
veremos que a missão da Igreja não nasceu com os apóstolos nem terminou com
eles. Ela teve origem no coração de Deus, foi confiada por Cristo à sua Igreja
e continua sendo realizada pelo poder do Espírito Santo. Missões não é apenas uma
atividade da Igreja; é a própria expressão da vontade de Deus para alcançar os
perdidos. Por isso, cada cristão é chamado a participar dessa obra.
I. A ORDEM UNIVERSAL DE
CRISTO À LUZ DA GRANDE COMISSÃO
O livro de Atos termina
sem um encerramento definitivo. Lucas não relata a morte de Paulo nem conclui
formalmente sua narrativa. Isso acontece porque a história da Igreja não
terminou no primeiro século. A missão iniciada por Cristo continua. A mesma ordem
dada aos discípulos permanece válida para a Igreja de hoje. Jesus subiu aos
céus, mas deixou sua Igreja na terra para cumprir Sua missão (Mc 16.15). O
Mandato de Cristo, expresso na Grande Comissão (Mt 28.18-20), é global e revela
a missão central da Igreja em todos os tempos: anunciar o evangelho e fazer
discípulos entre todos os povos (Barclay, 2008; Pfeiffer; Harrison, 2001). Mais
do que uma ordem para evangelizar, é um chamado para formar discípulos
comprometidos com Cristo, ensinando-os a obedecer à Sua Palavra.
1. A
autoridade do envio pertence a Cristo.
Ao declarar: “Toda a
autoridade me foi dada no céu e na terra” (Mt 28.18), o Senhor deixa claro que
a Grande Comissão não é uma iniciativa humana, mas uma ordem do Cristo
ressurreto, que reina sobre toda a criação. Por isso, a evangelização não é uma
opção da Igreja, e sim uma responsabilidade confiada por aquele que possui
domínio absoluto sobre os céus e a terra. Nesse sentido, a Igreja anuncia o
Evangelho não em seu próprio nome, mas em nome daquele que é o Rei dos reis e
Senhor dos senhores (Cl 1.16-18; Fp 2.9-11). Assim, a autoridade de Cristo
garante tanto a legitimidade do envio quanto a certeza de que Ele dirige,
sustenta e faz prosperar a Sua obra até que o Evangelho alcance todas as
nações.
2. O
alcance da missão é universal.
Jesus ordena em Mateus
28.18-20 que os discípulos façam discípulos de todas as nações. Ou seja, o
Evangelho não possui barreiras étnicas, geográficas, sociais e culturais. Esse
propósito já estava presente na promessa feita a Abraão, de que todas as famílias
da terra seriam abençoadas (Gn 12.3), foi reafirmado pelo profeta Isaías ao
apresentar o Messias como luz para as nações (Is 49.6) e alcança seu pleno
cumprimento na visão de João, que contempla uma multidão de todas as tribos,
povos, línguas e nações adorando ao Cordeiro (Ap 7.9). Assim, a Igreja é
chamada a proclamar fielmente o Evangelho em todos os lugares, demonstrando que
a salvação em Cristo está disponível a todos os que creem.
3. O
objetivo da missão é fazer discípulos.
A Grande Comissão não
se limita apenas à evangelização inicial. O alvo é formar seguidores
comprometidos com Cristo (2Tm 2.2). Em Mateus 28.19,20, o verbo “ir” está
conjugado no modo imperativo. Assim, “ide” não é uma sugestão; é um mandamento
que. Esse mandamento envolve quatro ações complementares: a) ir, levando o
Evangelho a todos; b) fazer discípulos, conduzindo pessoas a um relacionamento
genuíno com Cristo; c) batizar, identificando publicamente os novos convertidos
com a fé cristã; e d) ensinar, promovendo o crescimento espiritual por meio da
Palavra de Deus. A missão se completa quando aqueles que são alcançados pelo
Evangelho tornam-se discípulos maduros, obedientes e comprometidos em fazer
novos discípulos para a glória de Deus.
4. A
presença de Cristo garante o sucesso da missão.
Ao encerrar a Grande
Comissão com as palavras: “E eis que estou convosco todos os dias, até à
consumação dos séculos” (Mt 28.20), Jesus assegura que seus discípulos jamais
estariam sozinhos diante das perseguições, desafios e dificuldades da obra
missionária. A vitória da missão não depende da força humana, mas da presença
constante do Senhor que guia, fortalece e sustenta os seus servos. A presença de
Cristo e a atuação do Espírito Santo são indispensáveis para que a Grande
Comissão seja realizada com fidelidade, poder e frutos para a glória de Deus
(Jo 15.5; 14.26; 16.13).
II. O
PAPEL DO ESPÍRITO SANTO NA EXPANSÃO MISSIONÁRIA DA IGREJA
O papel do Espírito
Santo na expansão missionária da Igreja é central no plano redentor de Deus.
Jesus nunca enviou seus discípulos para cumprir a missão apenas com capacidade
humana. Em Atos 1.8, Jesus promete poder aos seus discípulos para que sejam suas
“testemunhas até os confins da terra”. A missão da Igreja não avança apenas por
estratégias humanas, mas pela capacitação, direção e ação do Espírito Santo,
que fortalece os crentes, abre portas para a pregação do Evangelho e convence os pecadores da verdade de Cristo. A expansão
missionária é resultado da cooperação da Igreja com a obra poderosa do Espírito
Santo.
1. O
Espírito Santo capacita a Igreja para testemunhar.
O Espírito Santo é o
grande capacitador da missão da Igreja. Em Atos 1.8, Jesus deixou claro que o
testemunho eficaz dependeria do revestimento de poder vindo do alto, e não
apenas da boa vontade ou da capacidade humana. O conhecimento bíblico é
indispensável, mas somente a ação do Espírito Santo convence o pecador do
pecado, produz novo nascimento e confirma a Palavra com poder (Lc 24.49; Zc
4.6; 1Co 2.4). Foi assim no ministério de Cristo (Lc 4.18) e continua sendo na
missão da Igreja. Sem o Espírito Santo, há atividade religiosa. Mas, com o
Espírito Santo, há transformação de vidas.
2. O
Espírito Santo impulsiona a expansão do Evangelho.
A expansão do Evangelho
nunca dependeu apenas da capacidade humana, mas da direção e do poder do
Espírito Santo. No livro de Atos, por exemplo, vemos o Espírito conduzindo cada
etapa da missão: orientando Filipe a evangelizar o eunuco (At 8.29), separando
Paulo e Barnabé para a obra missionária (At 13.2-4) e impedindo ou
redirecionando seus caminhos conforme a vontade de Deus (At 16.6-10). Jesus
apresenta o plano missionário da Igreja (At 1.8): começar em Jerusalém, avançar
para a Judeia, alcançar Samaria e chegar até os confins da terra. Esse modelo
revela que a missão é progressiva e abrangente para todos os povos.
3. O
Espírito Santo derruba barreiras humanas e continua agindo hoje.
Em Efésios 2.13-18,
Paulo ensina que Cristo removeu a separação entre judeus e gentios, “porque ele
é a nossa paz”. Cristo destruiu a parede da separação. A missão não consiste
apenas em aumentar o número de membros. Ela existe para reconciliar pessoas com
Deus, consigo mesmas e com o próximo (2Co 5.18,19). Mas, não existe missão
eficaz sem dependência do Espírito Santo, pois é Ele quem une povos diferentes
em um único corpo, o de Cristo (At 10.34-35; Gl 3.28). O mesmo Espírito que
operou no Pentecostes continua: Convencendo do pecado (Jo 16.8); salvando vidas
e restaurando famílias; chamando missionários; e capacitando a Igreja para
evangelizar.
III. ASSUMINDO
O COMPROMISSO PESSOAL COM MISSÕES
A missão progride
porque Cristo continua reinando, o Espírito Santo permanece capacitando e o
mundo cada vez mais necessita do Evangelho. A missão que Cristo confiou à
Igreja deve persistir em nossos dias e deve ser assumida por cada crente, no
poder do Espírito Santo, até que o Evangelho alcance todas as nações.
1.
Todo salvo é chamado a testemunhar.
Todo cristão que
experimentou a salvação em Cristo recebeu também a responsabilidade de
testemunhar do Evangelho. Embora Deus chame alguns para o campo missionário
transcultural, todos os salvos são chamados a ser testemunhas de Jesus onde
vivem, trabalham, estudam e convivem (Mc 5.19; 1Pe 3.15). A missão começa no
cotidiano, quando demonstramos, por palavras e atitudes, a transformação que
Cristo operou em nossa vida. Assim, quem vai, quem contribui e quem ora
participa igualmente da expansão do Reino de Deus, cumprindo o propósito
missionário estabelecido pelo Senhor (Is 6.8; Rm 10.14-15; Fp 4.15-18; Mt
9.37-38).
2.
Devemos viver como embaixadores de Cristo.
Antes de anunciar o
Evangelho com os lábios, o cristão é chamado a anunciá-lo com a própria vida. Ao afirmar: “Somos embaixadores da parte de
Cristo” (2Co 5.20), o apóstolo Paulo ensina que representamos o Reino de Deus
neste mundo. Um embaixador fala e age em nome daquele que o enviou; da mesma
forma, o cristão deve refletir o caráter de Cristo em suas palavras, atitudes e
relacionamentos. O testemunho de uma vida santa, íntegra e cheia de amor
confirma a mensagem da salvação e dá credibilidade à pregação do Evangelho (Mt
5.16; Fp 2.15; 1Pe 2.12).
3. A
urgência da missão exige compromisso.
Jesus, certa vez,
declarou: “A seara é realmente grande” (Mt 9.37). Ao afirmar isso, o Senhor
revelou tanto a imensidão do campo missionário quanto a necessidade de
trabalhadores comprometidos com a proclamação da mensagem da salvação. Diante
dessa realidade, a questão não é se a missão ainda precisa ser realizada, mas
se estamos dispostos a obedecer ao chamado do Senhor. O compromisso com a
missão é uma expressão de amor a Cristo e de compaixão pelas almas,
demonstrando que a Igreja permanece fiel ao propósito para o qual foi enviada
ao mundo (Mt 28.19-20; Rm 10.13-15).
4. A
missão deve ser realizada no poder do Espírito Santo.
A obra missionária
jamais pode ser realizada apenas por esforço humano, estratégias ou recursos
materiais. Desde o princípio, Jesus deixou claro que seus discípulos receberiam
poder ao descer sobre eles o Espírito Santo para serem suas testemunhas "até
aos confins da terra" (At 1.8). É o Espírito quem capacita, dirige,
fortalece e confirma a proclamação do Evangelho por meio da Palavra e de sua
atuação sobrenatural. Assim como a Igreja Primitiva cumpriu sua missão
dependendo da direção e do poder do Espírito (At 13.2-4; 16.6-10), a Igreja de
hoje também deve anunciar Cristo na dependência do Espírito Santo, reconhecendo
que o crescimento da obra missionária é resultado da ação de Deus e não apenas
do esforço humano (Zc 4.6; 1Co 2.4-5).
CONCLUSÃO
A Grande Comissão não
foi dada apenas aos apóstolos. Como discípulos de Cristo, somos chamados a
anunciar a salvação, fazer discípulos e cooperar com a expansão do Reino de Deus. A missão
continua em nós quando: vivemos como testemunhas (Mt 5.16), oramos pelos
perdidos, evangelizamos e investimos em missões, reconhecendo sempre nossa
dependência para com o Espírito Santo. A pergunta final não é se existe uma
missão, mas se estamos participando dela. Que a nossa resposta seja semelhante
à de Isaías: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Is 6.8).
REFERÊNCIAS
Ø BARCLAY, William. Comentário Bíblico: Atos dos Apóstolos.
Hagnos, 2008.
Ø PFEIFFER, Charles F.; HARRISON, Everett F. Comentário
Bíblico Moody: Os Evangelhos e Atos. Moody Press, 2001.
Ø STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal.
CPAD, 2011.
Por Rede Brasil de Comunicação.
quinta-feira, 24 de setembro de 2026
quarta-feira, 23 de setembro de 2026
terça-feira, 22 de setembro de 2026
QUESTIONÁRIOS DO 3° TRIMESTRE DE 2026
FIDELIDADE ÀS ESCRITURAS
EM OPOSIÇÃO À APOSTASIA
Lições Espirituais no Livro de Juízes.
Lição 12
Hora da Revisão
A respeito de “Tempos de
Decadência Moral e Maldade”, responda:
1. O que era uma concubina?
Concubina era uma esposa secundária, com menos
direitos.
2. O que quer dizer o termo “filhos
de Belial”?
Quer dizer homens inúteis, maldosos e sem valor.
3. O que ocorre quando os valores
absolutos são rejeitados, e Deus é deixado de lado?
O ser humano perde o norte e não encontra segurança
nem mesmo entre seus próprios compatriotas (Is 59.14,15; Mt 24.12).
4. Qual igreja, no Novo Testamento,
tornou-se um triste exemplo de tolerância ao pecado?
A igreja em Corinto.
5. Somos advertidos e chamados a
quê?
Biblicamente, somos advertidos e chamados a resistir e
confrontar a cultura perversa que se levanta contra os padrões divinos.
QUESTIONÁRIOS DO 3° TRIMESTRE DE 2026
A IGREJA
DOS GENTIOS -
Da chamada Missionária à
Consolidação
do Evangelho entre os
Povos.
Lição 12
Revisando o Conteúdo
A respeito de “O Evangelho chega ao Coração do Império” responda:
1. De que forma a condição de prisão
domiciliar de Paulo em Roma evidenciou que ele estava limitado fisicamente, mas
livre espiritualmente para cumprir sua missão?
Paulo não foi lançado em uma prisão
comum, mas colocado em residência vigiada, sob custódia de um soldado. Ainda
acorrentado, desfrutava de relativa liberdade para receber pessoas e
testemunhar.
2. Como Paulo interpretou sua prisão à
luz do propósito de Deus, transformando a adversidade em oportunidade para o
avanço do Evangelho?
Paulo compreendeu que sua prisão fazia
parte do propósito divino. Em vez de desânimo, enxergou oportunidade para o
avanço do Evangelho.
3. Qual foi o principal motivo
apresentado por Paulo aos líderes judeus para explicar por que ele estava
preso, e como isso se relaciona com a “esperança de Israel”?
Ao afirmar estar preso “pela esperança de
Israel” (v.20), Paulo aponta para a esperança messiânica e a ressurreição (At
23.6; 26.6-8), despertando o interesse dos judeus em ouvir sua posição acerca
do “Caminho”.
4. Como Paulo anuncia o Reino de Deus aos
judeus?
Paulo passa longas horas expondo o Reino
de Deus e procurando persuadi-los acerca de Jesus, fundamentando-se na Lei de
Moisés e nos Profetas (v.23). Sua pregação é bíblica, paciente e centrada em
Cristo.
5. De que maneira a rejeição do Evangelho
por parte de muitos judeus contribuiu para o avanço da salvação entre os
gentios, segundo o desfecho do livro de Atos?
A incredulidade de parte de Israel não
frustrou o propósito divino; antes, confirmou o alcance universal do Evangelho.
domingo, 20 de setembro de 2026
LIÇÃO 12 – O EVANGELHO CHEGA AO CORAÇÃO DO IMPÉRIO
At 28.16-24, 28-31
Nesta lição estudaremos
sobre a providência de Deus na viagem para Roma; pontuaremos sobre a chegada
aquela cidade e a pregação do Evangelho; veremos como foi a pregação de Paulo
para os judeus que estavam em Roma; e por fim, destacaremos sobre a revelação
da salvação aos gentios.
I, A
PROVIDÊNCIA E O CUIDADO DE DEUS NA VIAGEM PARA ROMA
1. A
sobrevivência em meio ao naufrágio.
Após a determinação de
levarem Paulo a Itália (At 27.1), a embarcação enfrentou uma tempestade (At
27.13-20 – o vento chamado Euroaquilão). Em seguida, Paulo transmite a mensagem
do anjo de Deus, garantindo que ninguém morreria, embora o navio fosse perdido
(Atos 27.21–26). Logo após, ocorreu o naufrágio propriamente dito (At 27.41),
mas apesar disso, todos chegam vivos à praia (At 27.42-44), especificamente a
ilha de Malta (At 28.1). “Malta havia sido colonizada, a princípio, pelos
fenícios, mas, desde o terceiro século a.C., a ilha estivera sob o domínio
romano. Os habitantes eram de uma simples raça púnica, que se havia misturado
com colonizadores gregos” (Broadman, 1994, p. 176).
2. A
receptividade dos bárbaros.
Ao chegar na ilha de Malta, a tripulação
e os prisioneiros encontram refúgio. O texto de Atos 28.2 relata: “E os
bárbaros usaram conosco de não pouca humanidade; porque, acendendo uma grande
fogueira, nos recolheram a todos por causa da chuva que caía e por causa do
frio”. A hospitalidade daqueles nativos revela a manifestação da
providência e da graça comum de Deus que opera mesmo em corações não
regenerados (Ed 1.1-4; Mc 10.17-22; At 10.1,2). Essa recepção calorosa foi o
primeiro passo preparado pelo Senhor para que o Seu servo estabelecesse ali uma
base temporária de testemunho.
3. Os
milagres na ilha de Malta.
Enquanto Paulo recolhia gravetos para
alimentar o fogo, uma víbora, fugindo do calor, prendeu-se à sua mão (At 28.3).
Os nativos interpretaram o incidente sob a lógica da retribuição moralista,
julgando que ele seria um assassino fugitivo (At 28.4). Contudo, cumprindo a
promessa de Marcos 16.18, Paulo sacudiu o réptil no fogo e não sofreu mal algum
(At 28.5). Este milagre demonstrou de forma contundente a autoridade do nome de
Jesus Cristo e Deus se utilizou um evento potencialmente mortal para atrair a
atenção de toda a comunidade daquela ilha. Em seguida, Paulo é convidado por
Públio, o homem principal da ilha, a hospedar-se em suas terras, onde o pai
deste jazia doente com febre e disenteria (At 28.7-8). Paulo, ao orar e impor
as mãos sobre ele, operou a cura milagrosa em nome de Jesus. Diante desse
milagre extraordinário, os demais enfermos da ilha também vieram e foram
curados por intermédio de Paulo (At 28.9).
4. A
partida da ilha de Malta.
Após três meses de permanência, o grupo
preparou-se para embarcar em um navio de Alexandria que invernara na ilha (At
28.11). Os malteses demonstraram imensa gratidão, honrando os viajantes com
muitas honrarias e provendo todas as provisões necessárias para a viagem (At
28.10). De acordo com Beacon (2006, p. 423), “sem dúvida, estavam incluídos
presentes como dinheiro e coisas que seriam necessárias para os viajantes que
tinham perdido tudo no naufrágio”.
II. A
CHEGADA A ROMA: LIBERDADE E PREGAÇÃO
1. A
Jornada sob custódia romana.
No início da sua viagem,
Paulo, como prisioneiro, é entregue a um centurião chamado Júlio, da coorte
Augusta (At 27.1). Para o escritor Broadman (1994, p.175), “Júlio,
provavelmente, ficou muito impressionado com o que Paulo fez para satisfazer as
necessidades dos nativos de Malta. Ele já tinha demonstrado disposições
favoráveis para com o apóstolo, devido a sua capacidade de manter-se calmo
durante uma crise, e por seu bom comportamento a bordo do navio. O centurião,
ao fazer o seu relatório ao governo imperial, dificilmente poderia omitir as
boas coisas que Paulo fizera”. Esta aparente restrição era, na verdade, a
providência divina para levar o evangelho a Roma.
2. Liberdade para pregar.
Embora acorrentado, o apóstolo estava livre para proclamar o evangelho, e a
custódia romana garantiu sua viagem segura até o coração do império (At
28.11-14). Humanamente, parecia impossível completar a viagem, mas Deus havia
determinado que ele testemunharia naquela cidade (At 23.11). Logo após passar
por Siracusa (ficava na costa leste da Sicília, era o principal porto e a
principal cidade daquela ilha) e Régio (cidade na extremidade sul da Itália,
cerca de onze quilômetros do outro lado do estreito de Messina, na Sicília),
eles chegam a Putéoli (a parte mais abrigada da baía de Nápoles. Era o
principal porto do sul da Itália e... um grande empório para os navios de trigo
de Alexandria), onde encontram alguns irmãos e passam ali sete dias (At 28.14).
De acordo com o comentarista Beacon (2006, p. 425), “isto foi provavelmente um
grande conforto para Paulo, Lucas e Aristarco, que provavelmente não tinham
visto outros cristãos em seis meses”.
3. O
encontro na praça de Ápio.
Logo após passar por Siracusa, Régio, Putéoli, Paulo
se dirigiu para Roma (At At 28.12-14). Nesse percurso, ele recebe um grupo de
irmãos que se encontram com ele na praça de Ápio: “E de lá, ouvindo os
irmãos novas de nós, nos saíram ao encontro à Praça de Ápio e às Três Vendas, e
Paulo, vendo-os, deu graças a Deus e tomou ânimo” (At 28.15). O teólogo
Broadman (1194, p. 177) afirma que “na Praça de Ápio, a cerca de sessenta e
nove quilômetros de Roma, e, portanto, dezesseis quilômetros mais perto da
cidade do que as Três Vendas, alguns dos cristãos de Roma vieram ao seu
encontro. Sem dúvida, os discípulos de Putéoli haviam enviado alguns
mensageiros, para anunciarem a chegada do apóstolo”.
4. Morando por conta própria.
Ao chegar em Roma, foi permitido a Paulo
morar por sua conta, porém, com um soldado que o guardava (At 28.16). “Ele não
ficou preso num a cadeia, mas numa casa, tendo a sua liberdade vigiada até o
julgamento. Ele mesmo pagava o aluguel da casa (At 28.30). Isso teria sido
possível mediante a generosidade de amigos (Fp 4.10,14,18) ou pelo fato de Paulo ter alguns
recursos próprios (At 21.24; 24.26). As condições de Paulo poderiam ser
descritas como “prisão domiciliar”. Ainda estava algemado a um soldado, com uma
corrente leve (At 28.20). Os soldados revezavam-se, mas Paulo continuava
acorrentado dia e noite de modo que não podia entrar e sair como lhe agradasse;
fora disso, todavia, gozava de considerável liberdade, de modo especial a de
poder receber na sua casa a quem quer que desejasse” (Gaby, 2026, p. 140).
III. A
PREGAÇÃO DE PAULO AOS JUDEUS DE ROMA
1. A
reunião com os judeus de Roma.
Três dias após chegar a
Roma, Paulo convoca os principais dos judeus para uma plenária (At 28.17).
Henry (2008, p. 300) comenta que “não havia muito tempo, por um edito de
Cláudio, todos os judeus haviam sido banidos de Roma, e afastados até sua
morte; mas, nos cinco anos desde então, muitos judeus tinham voltado para lá,
pelas vantagens do comércio, embora pareça que não lhes era permitido ter uma
sinagoga ou um lugar de culto público ali; mas esses principais dos judeus eram
aqueles de mais destaque entre eles, os homens mais distintos daquela religião,
que tinham as melhores propriedades e negócios”. O apóstolo estava dando
continuidade, mesmo em Roma, a sua política de ministrar primeiramente aos
judeus.
2. O
discurso de Paulo aos judeus.
Paulo expõe a sua
inocência no tocante a não ter praticado nada que fosse contrário aos ritos
paternos, mas que, ainda assim, foi preso e entregue aos romanos, mesmo sem
crime algum e, por isso, precisou apelar para César (At 28.17-19). Paulo deixa
claro que pela esperança de Israel está com aquela cadeia: “Por esta
causa vos chamei, para vos ver e falar; porque pela esperança de Israel estou
com esta cadeia” (At 28.20).
3. A
reação dos judeus.
Paulo expõe a sua
inocência no tocante a não ter praticado nada que fosse contrário aos ritos
paternos, mas que, ainda assim, foi preso e entregue aos romanos, mesmo sem
crime algum e, por isso, precisou apelar para César (At 28.17-19). Paulo deixa
claro que pela esperança de Israel está com aquela cadeia (At 28.20). Após a
exposição de Paulo, os judeus lhe disseram: “Nós não recebemos acerca de
ti cartas algumas da Judeia, nem veio aqui algum dos irmãos que nos anunciasse
ou dissesse de ti mal algum. No entanto, bem quiséramos ouvir de ti o que
sentes; porque, quanto a esta seita, notório nos é que em toda parte se fala
contra ela” (At 28.21,22). Sendo marcado um dia para que Paulo lhes
anunciasse à respeito de Jesus (At 28.23), a mensagem foi pregada, de forma
que: “alguns criam no que se dizia, mas outros não criam” (At
28.24).
IV. A
REVELAÇÃO DA SALVAÇÃO AOS GENTIOS E A CONCLUSÃO DA OBRA
1. A
rejeição por parte dos judeus. Em Atos 28.25 a Bíblia diz que
houve discordância entre os judeus, de forma tal que se despediram de Paulo e
partiram. Aqui podemos observar o endurecimento do coração dos judeus e como se
cumpre as palavras ditas pelo profeta Isaías e citadas por Paulo, dizendo que “o
coração deste povo está endurecido, e com os ouvidos ouviram pesadamente e
fecharam os olhos, para que nunca com os olhos vejam, nem com os ouvidos ouçam,
nem do coração entendam, e se convertam, e eu os cure” (At 28.27). Gaby
(2026, p.146) afirma que “a incredulidade judaica, longe de frustrar o plano de
Deus, confirma as Escrituras (Is 6.9,10) e impulsiona ainda mais a missão entre
os gentios. O evangelho não fica restrito a um grupo étnico ou cultural; ele
avança segundo o propósito soberano de Deus, alcançando “todas as nações” (At
1.8)”.
2. A
Salvação enviada aos Gentios.
Após a despedida dos
judeus, Paulo repetiu uma declaração que ele tinha feito, em essência, em duas
ocasiões anteriores (At 13.46; At 18.6). Ele disse: “Seja-vos, pois,
notório que esta salvação de Deus é enviada aos gentios, e eles a ouvirão”
(At 28.28). “Quando um grupo rejeita esse plano, Deus amplia o alcance da graça
(At 13.46,47). A mensagem foi primeiramente oferecida aos judeus e, em grande
parte, rejeitada. Ela foi direcionada com mais ênfase aos gentios, que a
receberam com alegria em outras ocasiões, como, por exemplo, em Antioquia da
Psídia (At 13.46-48)” (Gaby, 2026, p.146).
3. A
liberdade na pregação do Evangelho.
“Paulo ficou dois
anos inteiros em sua própria habitação, recebendo todos os que o procuravam”
(At 28.30). Ele estava livre para pregar, mesmo estando preso. Não havia mais
impedimentos para a pregação (At 28.31). A prisão de Paulo não foi um fim, mas
um meio e contribuiu para o progresso do Evangelho (Fp 1.12-14). O Reino avança
independentemente das circunstâncias, pois: 1) A Palavra de Deus não
pode ser aprisionada (2Tm 2.8,9); 2) A perseguição espalhou os discípulos e o
evangelho (At 8.1-4); 3) A oposição humana não pode impedir o propósito de Deus
(At 4.25–28); e 4) O propósito de Deus não pode ser frustrado (Jó 42.2; Is
46.9-10; Pv 19.21).
4. A
missão aos gentios não anula o amor por Israel.
A Bíblia apresenta uma
verdade equilibrada: Deus deseja alcançar todas as nações, mas isso não
significa que tenha deixado de amar Israel. Isso pode ser visto nas seguintes
verdades: Deus não rejeitou o Seu povo (Rm 11.1,2); os gentios não devem se
gloriar contra Israel (Rm 11.17,18); Israel é descrito como “amado por causa
dos patriarcas” (Rm 11.28,29); a salvação dos gentios está ligada às promessas
feitas a Israel (Rm 15.8-12, 27); a missão parte de Jerusalém e alcança todas
as nações (At 1.8); a bênção dos gentios estava incluída na promessa feita a
Abraão (Gn 12.1-3; Gl 3.8); e Paulo ora pela salvação dos judeus (Rm 10.1).
CONCLUSÃO
O capítulo 28 de Atos
demonstra que nenhum obstáculo humano pode impedir o avanço do Reino de Deus. A
chegada de Paulo a Roma confirma a fidelidade do Senhor em cumprir Suas
promessas e revela que o Evangelho é destinado a todas as nações. Mesmo preso,
o apóstolo permaneceu livre para anunciar Cristo, mostrando que a Palavra de
Deus nunca pode ser aprisionada. O livro encerra apontando para a continuidade
da missão da Igreja, que deve proclamar o Evangelho até os confins da terra.
REFERÊNCIAS
Ø BROADMAN. Comentário Bíblico Broadman – Vol. 10. CBB.
Ø EARLE, Ralph et. al. Comentário Bíblico Beacon – Vol. 7,
CPAD.
Ø GABY, Wagner. A Igreja dos Gentios – Da Chamada Missionária à
Consolidação do Evangelho entre os Povos. CPAD.
Ø HENRY, Matthew. Comentário Bíblico Matthew Henry – Vol. 1.
CPAD.
Ø STAMPS, Donald. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
Por Rede Brasil de Comunicação.
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