quarta-feira, 24 de junho de 2026

LIÇÃO 13 - O LEGADO DE FÉ DE ABRAÃO, ISAQUE E JACÓ (V.1)


Vídeo Aula - Pastor Ciro
 




QUESTIONÁRIOS DO 2° TRIMESTRE DE 2026






ENTRE A VERDADE E O ENGANO
Combatendo Ideologias e Ensinos que se
Opõem à Palavra de Deus.









Lição 12
Hora da Revisão

A respeito de “A Falácia do Triunfalismo”, responda:
 
 
1. Onde a fé cristã está profundamente enraizada?
A fé cristã está profundamente enraizada na cruz, na dependência do Espírito Santo e na soberania de Deus.
 
2. O que é simonia?
É o pecado de tentar comprar o dom de Deus, como fez Simão, o mágico (At 8.18-20).
 
3. O que o Triunfalismo gera ao ensinar que a riqueza é o padrão para medir a fé?
Ao ensinar que a riqueza é o padrão para medir a fé, o Triunfalismo gera culpa e frustração nos corações sinceros que enfrentam dificuldades.
 
4. O que é a Confissão Positiva e no que ela se transforma no Triunfalismo?
A Confissão Positiva, em sua essência, é o ensino de que aquilo que declaramos com a boca se torna realidade. No Triunfalismo, ela se transforma numa espécie de decreto humano que tenta obrigar Deus a agir.
 
5. De acordo com a lição, o que a cruz nos ensina?
A cruz nos ensina a humildade, a dependência, o amor sacrificial e a perseverança.




 

terça-feira, 23 de junho de 2026

QUESTIONÁRIOS DO 2° TRIMESTRE DE 2026






 HOMENS DOS QUAIS O
MUNDO NÃO ERA DIGNO -
O Legado de Abraão, Isaque e Jacó.
 








Lição 12
Revisando o Conteúdo

A respeito de “A Reconciliação de Jacó com Esaú” responda:          
 
 
1. O que a luta entre Jacó e o anjo resultou?
Essa luta resultou em uma transformação de caráter e em bênção de Deus sobre a vida de Jacó.
 
2. Somente quem pode transformar o ser humano?
Transformar o ser humano, seu caráter, sua personalidade e suas emoções é algo que somente o Criador pode fazer.
 
3. Por que Esaú perdeu a sua bênção?
O primogênito e preferido de Isaque perdeu a sua bênção porque era incrédulo e a trocou por um prato de ensopado (cf. 25.31-34).
 
4. Depois do encontro com Esaú, Jacó foi para qual cidade? Qual o significado do seu nome?
Depois do encontro e do perdão entre os irmãos, Esaú voltou para Seir, e Jacó foi para a cidade de Sucote, que significa “abrigo”, e estabelece sua casa lá (Gn 33.16).
 
5. Para onde Deus ordenou que Jacó retornasse? Ele cumpriu de imediato?
Deus havia ordenado que Jacó retornasse para a casa de seu pai, Isaque. Não sabemos o porquê, mas ele não cumpriu essa determinação divina e instalou-se em Siquém (cf. 31.13; 35.1).

 


ESCOLA BÍBLICA JOVENS


3º Trimestre de 2026



No 3º trimestre de 2026
estudaremos em Lições Bíblicas Jovens o tema: FIDELIDADE ÀS ESCRITURAS EM OPOSIÇÃO À APOSTASIA – Lições Espirituais no Livro de Juízes. O comentarista será o Pr. Valmir Nascimento. Este servo de Deus é jurista e teólogo; Possui mestrado em teologia, pós-graduado em Estado Constitucional e Liberdade Religiosa pela Univerdade Mackenzie, Universidade de Coimbra e Oxford University. Professor universitário de Direito Religioso, Ética e Teologia. Editor da Revista acadêmica Enfoque Teológico (FEICS). Membro e Diretor de Assuntos Acadêmicos da Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure). Analista Jurídico da Justiça Eleitoral. Escritor e Palestrante. Comentarista de Lições Bíblicas de Jovens da CPAD. Ministro do Evangelho em Cuiabá/MT.
 
 
Abaixo, você pode conferir os títulos de cada lição:
 
Lição 01 - O Livro de Juízes: Quando Cada um Fazia o que Parecia Certo.
Lição 02 - Fidelidade a Deus: Uma Questão de Escolha.
Lição 03 - Clamor e Libertação: A Libertação de Otniel.
Lição 04 - Eúde e Sangar: Deus Usa os Improváveis.
Lição 05 - Débora e Baraque: União para Fazer a Obra de Deus.
Lição 06 - Gideão: Deus Transforma a Insegurança em Coragem.
Lição 07 - O Fim da Liderança de Gideão e o Governo de Abimeleque.
Lição 08 - Jefté: De Rejeitado a Libertador.  
Lição 09 - Sansão: A Força e a Fraqueza de um Jovem.
Lição 10 - Sansão: Entre Vitórias e Derrotas.
Lição 11 - Crise Espiritual e Falsa Religiosidade.
Lição 12 - Tempos de Decadência Moral e Maldade.
Lição 13 - Esperança em Meio ao Caos: Aguardando a vinda do Rei.
 
 
 
É muita bênção jovem!

Não falte!!
 
 



sábado, 20 de junho de 2026

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL


3º Trimestre de 2026




No 3º trimestre de 2026 estudaremos em nossas Escolas Dominicais o tema: A Igreja dos Gentios – Da Chamada Missionária à Consolidação do Evangelho entre os Povos. O comentarista do trimestre será o Pr. Wagner Gaby. Este servo Deus é Pastor Presidente da Assembleia de Deus em Curitiba, PR. É advogado, comentarista das Lições Bíblicas da CPAD. Além disso, é escritor de diversas obras dentre as quais citamos: As Doenças do Século, Planejamento e Gestão Eclesiástica, As Parábolas de Jesus, Até os Confins da Terra. Atualmente, todas essas obras foram publicadas pela CPAD. É também membro da Academia Evangélica de Letras e da Casa de Letras Emílio Conde.

 
Abaixo, você pode conferir os títulos das 13 lições:
 
Lição 01 - O Chamado para os Gentios
Lição 02 - A Porta da Fé se Abre entre os Gentios
Lição 03 - A Graça que Alcança todas as Nações
Lição 04 - O Espírito que nos Guia para além das Fronteiras
Lição 05 - Cristo entre os Filósofos: o Deus desconhecido se Revela
Lição 06 - A Suficiência da Graça na Cidade de Corinto
Lição 07 - Quando o Espírito Sopra em Éfeso
Lição 08 - Despedida em Éfeso: entre Lágrimas e Alertas
Lição 09 - Coragem para Testemunhar: Paulo diante da Multidão
Lição 10 - Uma Esperança Inabalável perante os Poderosos
Lição 11 - Entre Tempestades e Promessas
Lição 12 - O Evangelho Chega ao Coração do Império
Lição 13 - A Missão Continua em Nós 
 

Venha e traga a sua família!
Você não pode faltar!




LIÇÃO 12 – A RECNCILIAÇÃO DE JACÓ COM ESAÚ






Gn 33.1-10



INTRODUÇÃO
Nesta lição estudaremos sobre a preparação de Jacó para o seu reencontro com Esaú; pontuaremos sobre a postura de Jacó diante do seu irmão; e por fim, destacaremos a reação de Esaú ao encontra-se com Jacó e veremos as lições para a igreja diante do ato da reconciliação entre esses dois irmãos. 
 

I. A PREPARAÇÃO DE JACÓ PARA O REENCONTRO
1. O local do despertamento de Jacó.
Após os anjos de Deus encontrarem Jacó e serem vistos por ele (Gn 32.1,2), é dado aquele lugar o nome de Maanaim que significa “dois acampamentos”, que segundo Wycliffe (2007, p.1190): “provavelmente ficava ao sul de Jaboque, um pouco ao sul da fronteira entre Gade e Manassés (Js 13.26,30; 21.38), a muitos quilômetros ao sul de Peniel (Gn 32.22,31), em Tell el-Hajjaj, a uma altitude em que se podia avistar o vale do Jordão”. Foi ali que Jacó decidiu tomar uma importante atitude: ir em busca da reconciliação com seu irmão Esaú.
 
2. A iniciativa de Jacó.
Jacó decide reatar os laços com o seu irmão Esaú, laços esses que foram rompidos quando do ato da ministração da bênção da primogenitura por parte do seu pai Isaque (Gn 27.41-45). Jacó então toma a iniciativa de enviar mensageiro diante da face de Esaú, de forma a preparar o terreno para um reencontro: E enviou Jacó mensageiros diante da sua face a Esaú, seu irmão, à terra de Seir, território de Edom. E ordenou-lhes, dizendo: Assim direis a meu senhor Esaú: Assim diz Jacó, teu servo: Como peregrino morei com Labão e me detive lá até agora. E tenho bois, e jumentos, e ovelhas, e servos, e servas; e enviei para o anunciar a meu senhor, para que ache graça a teus olhos (Gn 32.3-5). A intenção de Jacó era buscar a paz. Essa deve ser a atitude de todo servo de Deus (Sl 34.14; Mt 5.9; Rm 12.18; Hb 12.14).
 
3. A estratégia preventiva de Jacó.
Os mensageiros enviados por Jacó trouxeram a seguinte informação: “Fomos a teu irmão Esaú; e também ele vem a encontrar-te, e quatrocentos varões com ele(Gn 32.6). Tal notícia deixou Jacó inquieto e com medo: “Então, Jacó temeu muito e angustiou-se” (Gn 32.7). De acordo com Beacon (2015, p. 96), o medo invadiu o coração de Jacó e ele imediatamente tomou medidas defensivas. Isso fez com que Jacó tomasse a seguinte decisão: “[...] repartiu em dois bandos o povo que com ele estava, e as ovelhas, e as vacas, e os camelos. Porque dizia: Se Esaú vier a um bando e o ferir, o outro bando escapará(Gn 32.7,8). Foi uma decisão tomada dentro da perspectiva de planejamento humano. Devemos sempre planejar (Gn 41.33-36; Ne 2.11-18; Pv 21.5; Lc 14.28-30), mas confiando em Deus e submetendo a Ele os nossos planos e projetos (Pv 16.3).

4. A oração de súplica.
Mesmo tendo tomado a decisão de dividir em dois bandos o povo que com ele estava, Jacó fez algo ainda mais importante, ele buscou socorro em Deus: “Disse mais Jacó: Deus de meu pai Abraão e Deus de meu pai Isaque, ó Senhor, que me disseste: Torna à tua terra e à tua parentela, e far-te-ei bem; menor sou eu que todas as beneficências e que toda a fidelidade que tiveste com teu servo; porque com meu cajado passei este Jordão e, agora, me tornei em dois bandos. Livra-me, peço-te, da mão de meu irmão, da mão de Esaú, porque o temo, para que porventura não venha e me fira e a mãe com os filhos” (Gn 32.9-11). Aquele que serve ao Senhor deve buscar refúgio nEle em tempos de perigo (Sl 11.1; Sl 46.1; Sl 57.1; Sl 91.1,2; Pv 18.10).
 
5. O presente como propiciação.
Após a oração, Jacó tomou um presente para o seu irmão Esaú (Gn 32.13). Ele separou: “duzentas cabras e vinte bodes; duzentas ovelhas e vinte carneiros; trinta camelas de leite com suas crias, quarenta vacas e dez novilhos; vinte jumentas e dez jumentinhos. E deu-o na mão dos seus servos, cada rebanho à parte [...](Gn 32.14-16). Jacó então deu ordem aos bandos para que quando Esaú os encontrasse e perguntasse “De quem és, para onde vais, de quem são estes diante da tua face?(Gn 32.17), eles deveriam responder: “São de teu servo Jacó, presente que envia a meu senhor, a Esaú; e eis que ele mesmo vem também atrás de nós” (Gn 32.18). Jacó assim procedeu “porque dizia: Eu o aplacarei com o presente que vai diante de mim e, depois, verei a sua face; porventura aceitará a minha face(Gn 32.20). Podemos atentar para o princípio de que o “presente dado em segredo acalma a ira” (Pv 21.14); o presente “abre portas” (Pv 18.16); o presente “apazigua a ofensa” (Pv 17.8).
 
 
II. A POSTURA DE JACÓ DIANTE DE ESAÚ
1. O ânimo de Jacó.
“E levantou Jacó os olhos e olhou, e eis que vinha Esaú, e quatrocentos homens com ele(Gn 33.1). De acordo com Henry (2008, pp. 166,167): “Jacó percebeu a aproximação de Esaú. Alguns acham que seu levantar de olhos denota sua alegria e sua confiança, em contraste com um semblante abatido. Tendo submetido o seu caso a Deus através da oração, ele seguiu o seu caminho, e o seu semblante já não era mais triste. Note que aqueles que entregaram as suas preocupações a Deus podem olhar para o que os espera com satisfação e paz de espírito, aguardando alegremente o resultado, seja ele qual for. Venha o que vier, nada pode dar errado para aquele cujo coração está firme e confiante em Deus”.

2. A disposição da família de Jacó.
Ao avistar Esaú, Jacó dispõe sua família de forma estratégica (Gn 33.1,2). Jacó colocou as servas e seus filhos na frente, depois Leia e seus filhos, e Raquel com José por último (Gn 33.1,2). Ele ainda não estava certo das intenções do irmão e por isso fez esse rearranjo da família. Segundo Beacon (2006, p. 98), esta ordem indica algo do valor relativo que ele dispensava aos membros de sua família. Não podemos deixar de observar que havia uma predileção por parte de Jacó. Em momentos de crise, a natureza humana revela suas prioridades. Esaú é um próprio exemplo disso. Na fome momentânea, ele trocou o seu direito de primogenitura por comida (Gn 25.29–34). Nesse caso, a necessidade imediata expôs sua prioridade: a satisfação presente acima da herança espiritual.
 
3. A coragem de ir adiante.
Após dispor de forma estratégica a sua família, a Bíblia diz em Gênesis 33.3 que Jacó “passou adiante deles”, indicando que ele estava tomando a iniciativa em ir ao encontro de Esaú, demonstrando a sua coragem de enfrentar a situação tensa entre eles. A reconciliação exige, muitas vezes, da parte que errou, a iniciativa de se aproximar (Mt 5.23,24). Quando Tiago diz que devemos confessar as vossas culpas uns aos outros (Tg 5.16), aqui estão implícitas duas questões: (1) o ato de reconhecer o erro; (2) atitude de se aproximar do outro.
 
4. A reverência de Jacó diante de Esaú.
Ao passar adiante dos seus familiares, Jacó “inclinou-se à terra sete vezes, até que chegou a seu irmão” (Gn 33.3). A expressão “inclinou-se” (hb. shachah) refere-se a prostar-se, ajoelhar-se, indicando um ato de humilhação e respeito. Aqui Jacó se prostra sete vezes (no contexto bíblico, geralmente simboliza totalidade, plenitude), o que ilustra sua reverência, assim como demonstra um profundo respeito (Gn 23.7; Gn 42.6; 1Sm 24.8) e um desejo de reconciliação plena. Segundo Henry (2008, p. 167), “a maneira de restabelecer a paz onde ela foi quebrada é cumprir o nosso dever, e apresentar os nossos cumprimentos, em todas as ocasiões, como se ela nunca tivesse sido rompida”.


III. A REAÇÃO DE ESAÚ E AS LIÇÕES PARA A IGREJA
1. A reação de Esaú.
Para o pastor Elinaldo Renovato (2026, p. 142), “o coração de Jacó batia acelerado. Na mente dele, talvez tenha tido sentimentos de medo e de profunda preocupação. Provavelmente, ele esperava ver no rosto de Esaú um semblante frio, expressando ira e olhar de vingança para com o irmão que o enganara várias vezes. Mas diferentemente do que ele imaginava, a Bíblia diz que “Esaú correu-lhe ao encontro e abraçou-o; e lançou-se sobre o seu pescoço e beijou-o; e choraram” (Gn 33.4). Esta atitude de Esaú revela não apenas perdão, mas desejo genuíno de reencontro. Um homem irado não corre ao encontro de seu ofensor. O abraço quebrou vinte anos de silêncio e inimizade. O choro conjunto dissolveu a mágoa do passado.
 
2. Lições para a igreja.
Na reconciliação de Jacó e Esaú podemos extrair algumas lições para a igreja do Senhor Jesus: 
  • O perdão verdadeiro vence a memória do passado (Gn 50.17; Ef 4.32);
  • Perdoar reflete o caráter de Deus (2Co 5.18;19; Cl 3.13);
  • Reconciliação envolve, quando possível, reparação de danos (Gn 33.11; Lc 19.11);
  • A reconciliação não ignora responsabilidades (Tg 2.17; Mt 3.8);
  • Na reconciliação há verdade (Sl 119.29; Pv 8.7; Ef 4.25);
  • O arrependimento genuíno produz frutos (Mt 3.8);
  • A reconciliação produz adoração (Gn 33.20);
  • Cristo é o modelo supremo de reconciliação (Ef 2.14; Cl 1.20). 

3. A reconciliação produz restauração da comunhão.
O reencontro entre Jacó e Esaú não resultou apenas no encerramento de um conflito antigo, mas promoveu a restauração da comunhão entre dois irmãos que permaneceram separados por muitos anos. O texto bíblico mostra que o perdão de Esaú e a atitude humilde de Jacó permitiram que uma história marcada por engano, medo e ressentimento fosse substituída por um relacionamento restaurado (Gn 33.4). A reconciliação verdadeira possui esse poder: ela remove barreiras, cura feridas e aproxima novamente aqueles que estavam separados. Da mesma forma, a Igreja é chamada a preservar e cultivar a unidade do corpo de Cristo, pois a comunhão é uma das evidências da atuação divina entre os seus filhos (Sl 133.1; Jo 17.21; Ef 4.3). Onde existe reconciliação genuína, a paz substitui a divisão, o amor vence a amargura e a graça de Deus se manifesta de forma visível no meio do seu povo. 


CONCLUSÃO
A reconciliação de Jacó com Esaú é um monumento à graça de Deus, que transforma corações, desarma inimigos e restaura relacionamentos impossíveis. Ela nos ensina que a humildade, a iniciativa de buscar a paz e o reconhecimento da graça divina são os caminhos para restaurar a comunhão quebrada. Que possamos, como a igreja do Senhor Jesus, sermos como Jacó, que aproximou-se com humildade e, como Esaú, que recebeu o seu irmão com um perdão.




REFERÊNCIAS
Ø  EARLE, Ralph et. al. Comentário Bíblico Beacon – Vol. 7, CPAD.
Ø  HENRY, Matthew. Comentário Bíblico Matthew Henry – Vol. 1. CPAD.
Ø  PFEIFFER, Charles F. et al. Dicionário Bíblico Wyclliffe. CPAD.
Ø  RENOVATO, Elinaldo. Homens dos quais o Mundo não Era Digno. CPAD.
Ø  STAMPS, Donald. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
 

Por Rede Brasil de Comunicação.