terça-feira, 3 de novembro de 2026

QUESTIONÁRIOS DO 4° TRIMESTRE DE 2026






REGOZIJAI-VOS NO SENHOR
Vivendo com Propósito à
Luz da Carta aos Filipenses.









Lição 5
Hora da Revisão

A respeito de “Exemplo de Servos Fiéis: Timóteo e Epafrodito”, responda:
 
 
1. Cite o nome de dois amigos que ajudaram Paulo na Igreja de Filipos. 
Timóteo e Epafrodito.
 
2. Qual é uma das características de um obreiro aprovado citada na lição? 
Uma das características de um obreiro aprovado é que ele cuide das pessoas como se fossem ovelhas indefesas.
 
3. De acordo com a lição, além do conhecimento, o que mais é necessário para a formação de um líder cristão? 
A liderança não acontece apenas pelo conhecimento, mas também pelo aprendizado da obediência, pela experiência de submissão, fidelidade e constância no serviço.
 
4. Quais elogios Paulo fez a Epafrodito? 
Irmão, cooperador e companheiro nos combates.
 
5. Segundo a lição, qual o ponto central da liderança? 
A gestão de pessoas, fazer com que as pessoas juntas, em harmonia, desenvolvam todo o seu potencial.
 




QUESTIONÁRIOS DO 4° TRIMESTRE DE 2026






O DEUS DA ALIANÇA -
Advertências, Promessas, e Bênçãos
no Livro de Deuteronômio.








 

Lição 5
Revisando o Conteúdo

A respeito de “O Grande Mandamento” responda:          
 
 
1. Como Deuteronômio 6 apresenta os mandamentos?
Deuteronômio 6 apresenta os mandamentos como instrumentos divinos para formar um povo santo e exemplar entre as nações (Dt 6.1-3).
 
2. Como a resposta de Israel aos mandamentos deveria ser marcada?
A resposta de Israel aos mandamentos deveria ser marcada por amor exclusivo a Deus, fundamentado na sua revelação e ação redentora ao libertá-los do Egito.
 
3. O que a expressão “ouve, ó Israel” introduz e do que se trata?
A expressão “ouve, ó Israel” introduz um chamado profundo à escuta obediente (Dt 6.5). Não se trata apenas de ouvir com os ouvidos, mas de acolher a Palavra com atenção, refletir sobre ela e praticá-la.
 
4. Como Moisés orienta o ensino de Deuteronômio 6 em relação aos filhos?
Moisés orienta que esse ensino ocorra em todo o tempo — ao assentar, andar, deitar e levantar — e mostra que não deve ser ocasional, mas contínuo, prático e relacional.
 
5. O que acontece quando ensino e ação são praticados sem amor?
Ensino e ação sem amor tornam-se formais e não alcançam o coração. Quando falta afeto, forma-se uma fé fria, como a do filho mais velho na parábola do filho pródigo (Lc 15.11-32).
 




sexta-feira, 30 de outubro de 2026

LIÇÃO 5 – O GRANDE MANDAMENTO






Dt 6.1-9 



INTRODUÇÃO
O capítulo 6 de Deuteronômio apresenta o chamado de Israel para amar o Senhor de maneira exclusiva e integral. Nesta lição, estudaremos a obediência e o temor de Deus; pontuaremos a existência de um único Deus e a exclusividade da adoração; veremos a natureza do amor ao Senhor; e por fim, destacaremos sua relação com a vida cristã.


I. O CHAMADO À OBEDIÊNCIA E O TEMOR A DEUS
1. Os mandamentos, estatutos e juízos a serem seguidos na terra prometida.
O texto de Deuteronômio 6.1 inicia com uma orientação: “Estes, pois, são os mandamentos, os estatutos e os juízos que o SENHOR, vosso Deus, ordenou que se vos ensinassem, para que os fizésseis na terra a que passais a possuir”. Aqui temos a tríplice designação da legislação mosaica e segundo Champlin (2001, p. 781), “alguns estudiosos têm sugerido que os ‘mandamentos’ são os dez mandamentos, e os outros dois vocábulos apontam para desenvolvimentos e ampliações posteriores do núcleo original da lei”. Toda essa legislação precisava ser ensinada, conhecida e observada, para que então houvesse vida (Dt 4.1; Dt 5.33). Tal legislação deveria ser cumprida na “terra a que passais a possuir”, ou seja, na Terra Prometida, dada a Israel por meio do Pacto Abraâmico (Gn 15.18).
 
2. O temor ao Senhor como princípio de sabedoria e garantia de longevidade.
A finalidade primordial da entrega da Lei fora estabelecida em Deuteronômio 6.2, que exorta: “para que temas ao Senhor, teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, ...; e que teus dias sejam prolongados”. O temor é o princípio da sabedoria (Pv 1.7). Temer a Deus não significa um pavor paralisante (Êx 20.20; 2Tm 1.7), mas um respeito reverente que reconhece a santidade (Pv 9.10; Hb 12.28,29; Ap 15.4), a justiça (Dt 32.4; Sl 9.7,8; Sl 19.9;) e o poder soberano do Altíssimo (Sl 111.10; Jr 10.6,7). A longevidade prometida na terra era o reflexo de uma vida alinhada com os princípios morais e espirituais que o povo deveria seguir.
 
3. O temor ao Senhor deveria ser transmitido as próximas gerações.
Os filhos de Israel precisavam instruir à geração mais jovem quanto aos seus deveres na Terra Prometida: “para que temas ao Senhor, teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida; ...” (Dt 6.2). Por motivo de desobediência, a geração anterior havia perecido no deserto, com as exceções únicas de Calebe e Josué (Dt 1.34). Essa atitude moldaria o comportamento das próximas gerações, impedindo-os de caminhar pelos caminhos tortuosos do pecado e da rebeldia. Sobre os pais repousa a responsabilidade de guiar, de instruir os filhos nos caminhos do Senhor (Pv 22.6), criando-os na doutrina do Senhor (Ef 6.4), a exemplo de como foi feito com o jovem Timóteo (2Tm 3.14,15).
 
4 A observância diligente garante o cuidado de Deus.
Moisés traz uma palavra de exortação para o povo no sentido de orientá-los a serem diligentes na observância aos preceitos repassados, de forma que pudessem viver bem e serem prósperos: “Ouve, pois, ó Israel, e atenta que os guardes, para que bem te suceda, e muito te multipliques, como te disse o Senhor, Deus de teus pais, na terra que mana leite e mel” (Dt 6.3). A prosperidade autêntica sob o pacto teocrático dependia estritamente da manutenção de uma aliança de fidelidade inegociável com Deus (Dt 4.40). A multiplicação e o bem-estar nacional não eram frutos do acaso ou da habilidade militar, mas o desdobramento natural da bênção divina (Dt 28.2-9). A desobediência, por sua vez, romperia essa comunhão pactual e atrairia a ruína sobre as estruturas sociais e econômicas da nação israelita (Dt 28.15-48).


II. O ÚNICO DEUS E A EXCLUSIVIDADE DA ADORAÇÃO
1. O Shemá.
A expressão hebraica Shemá é a transliteração de uma palavra hebraica que significa “ouvir”, sendo a primeira palavra de Deuteronômio 6.4: “Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único SENHOR” (Baker, 2023, p. 683). De acordo com Gomes (2026, p. 66), “o versículo conhecido como Shemá é o credo fundamental da fé israelita [...], trata-se do credo monoteísta judaico [...]. Os judeus diariamente o citam, tanto de manhã quanto de noite. O texto completo do Shemá tradicionalmente envolve três trechos da Torá: amar a Deus de todo o coração (Dt 6.4-9), a recompensa da obediência (Dt 11.13-31) e lembrar-se dos mandamentos (Nm 15.37-41) [...]. Jesus Cristo faz questão de confirmar o Shemá como o maior dos os mandamentos (Mc 12.29)”.
 
2. “Ouve, Israel”: a importância de escutar Deus.
A primeira palavra de Deuteronômio 6.4 é “Ouve”, mostrando que a importância do ser humano dar ouvidos as orientações de Deus. Moisés não apresenta uma sugestão, mas uma convocação da comunidade da aliança para escutar e obedecer ao Senhor. A fé bíblica nasce da revelação divina, pois “a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Rm 10.17). Deus exige que Seu povo não apenas conheça Seus mandamentos, mas os receba com atenção e disposição para obedecer. Moisés fala a uma comunidade que deveria organizar toda a existência ao redor da vontade divina. Ouvir, na perspectiva bíblica, envolve receber, guardar e praticar aquilo que Deus ordena (Tg 1.22). Jesus também declarou: “Bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam” (Lc 11.28).
 
3. A rejeição da idolatria.
Deuteronômio 6.4 estabelece a exclusividade de Deus como divindade. Israel vivia cercado por povos que adoravam diversas divindades (Dt 6.14,15; Dt 12.29-31; Jz 2.11-13), mas sua identidade deveria estar fundamentada no Deus único. O teólogo Gomes (2026, p. 66) destaca que no texto de Deuteronômio 6.4 encontra-se o nome pessoal de Deus YHWH [Yahweh], repetido por duas vezes, salientando a sua exclusividade, soberania e comunhão com Israel. Esse princípio da devoção exclusiva ao Senhor [monoteísmo – que também é apresentado no Novo Testamento: “Todavia, para nós há um só Deus, o Pai” (1Co 8.6)] é apresentado também em Deuteronômio 4.35 e 32.39 e o primeiro mandamento já estabelecia isso: “Não terás outros deuses diante de mim” (Êx 20.3). O povo não poderia dividir sua lealdade espiritual entre Yahweh e os deuses das outras nações. De igual forma, a Igreja também é chamada a rejeitar qualquer espécie de idolatria (1Jo 5.21). A idolatria moderna pode assumir formas diferentes, incluindo dinheiro, poder, prazer, status e até mesmo o próprio ego.
 
4. Deus deve ocupar o centro da adoração.
Existe uma constante oposição entre a adoração ao Deus vivo e a confiança em imagens e divindades fabricadas pelo homem (Is 44.9-20). A idolatria envolve abandonar a adoração verdadeira e exclusiva e transferir para criaturas aquilo que pertence exclusivamente ao Criador (Sl 115.1-8). O Shemá chama o crente a colocar Deus acima de tudo aquilo que disputa o trono do coração e, ao mesmo tempo, relembra-o que somente Ele (exclusividade) merece a nossa adoração. Paulo relmebrou isso aos irmãos que estavam em Roma (Rm 11.36).


III. A NATUREZA DO AMOR EXIGIDO
1. Amar com todo o coração.
O mandamento do amor é a resposta adequada à revelação de Deus. Ele não é um sentimento vago, mas uma entrega total e integral de todo o ser: “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração [...]” (Dt 6.5). “O termo coração (hebraico: lev e grego: kardia) apresenta um significado mais amplo do que o entendimento comum, as vezes incluindo a mente. Provérbios, por exemplo, fala de uma pessoa que “imagina em sua alma” (ARC), literalmente, “pensa em seu coração” (Pv 23.7). Essencialmente, coração se refere a totalidade do ser interior; e dele que brota a fé verdadeira, pois, para ser salvo precisamos “crer no nosso coração” (Rm 10.9)” (Geisler, 2010, p. 38). Segundo o teólogo Champlin (2001, p. 784), o amor a Deus envolve santo temor e reverência, e exprime-se por meio daquela lealdade devotada e singela de todo o coração (1Jo 4.7-21).
 
2. Amar com toda a alma.
“Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma [...]” (Dt 6.5). De acordo com o teólogo Wycliffe, (2007, p. 79), no Antigo Testamento, a palavra “alma” quase sempre é a tradução da expressão hebraica nephesh, que é também muitas vezes traduzida como “vida”, assim como várias outras palavras, tais como: “pessoa”, “si mesmo”, “criatura”, sendo usada 756 vezes nos originais. A alma aqui se refere a totalidade do homem, o homem completo. Logo, amar com toda a alma é colocar a própria existência a serviço de Deus.
 
3. Amar com todo o poder.
A expressão de Deutorômio 6.5 é não trata apenas do amor a Deus no tocante ao coração e a alma, mas tembém com todo o nosso poder: “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu poder” (ARC). A expressão “poder” na Bíblia versão Almeida Revista e Atualizada é traduzida para “força”, que remete a ideia de todas as potencialidades do homem. Analisando o versículo na sua totalidade, podemos perceber que “estes três termos envolvem o homem inteiro, sua vida interior e exterior, sua mente, vontade, desejo, emoções psíquicas, energia mental e física, e até suas posses” (Beacon, 2005, p. 434).


IV. O GRANDE MANDAMENTO E A VIDA CRISTÃ
1. Jesus confirmou o Grande Mandamento.
É importante destacar que o Senhor Jesus fez menção da passagem de Deuteronômio 6.5 quando indagado por um fariseu sobre qual seria o grande mandamento da lei, Jesus disse-lhe: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento” (Mt 22.37). O escritor Beacon (2005, p. 484), ao comentar essa passagem diz que “Jesus citou o Shemá, acrescentando “entendimento” (Mc 12.30; Lc. 10.27). Fez isso provavelmente para pôr em relevo o vocábulo grego dianoia, que significa “entendimento”, usado pela Septuaginta [tradução do AT hebraico para o grego]”. Aqueles que têm o Antigo Testamento em baixa estima, deveriam lembrar que, de suas páginas, o Filho de Deus definiu a religião vital em termos de amor. Cristo, portanto, não anulou o mandamento de Deuteronômio; revelou sua profundidade e centralidade.
 
2. O amor a Deus conduz ao amor ao próximo.
Após a menção do qual seria o grande mandamento, Jesus complementa dizendo que esse era: “o primeiro e grande mandamento” (Mt 22.38). No entanto, Jesus complementa a sua fala, dizendo: “E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22.39). O amor vertical a Deus precisa produzir consequências horizontais nos relacionamentos humanos. Não é possível afirmar que amamos a Deus enquanto cultivamos ódio e desprezo pelo irmão (1Jo 4.20). Paulo afirma que “o amor não faz mal ao próximo” (Rm 13.10). Tiago chama o amor ao próximo de “lei real” (Tg 2.8). Amar a Deus é também aprender a tratar o próximo segundo os valores do Reino.
 
3. O amor verdadeiro produz obediência.
O texto do capítulo 6 do livro de Deuteronômio une amor e obediência (Dt 6.17). Aquele que ama a Deus procura guardar Sua Palavra (Jo 14.15; Jo 14.23; 1Jo 5.3) e andar em Seus caminhos (Dt 10.12,13; Js 22.5). Jesus afirmou: “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, este é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei e me manifestarei a ele” (Jo 14.21). O amor cristão não é mera emoção religiosa ou entusiasmo momentâneo. Ele manifesta-se em escolhas concretas (1Jo 2.3-6), santidade (1Pe 1.15,16) e fidelidade (1Co 13.4,7; Ap 2.2-4). Portanto, amar a Deus significa desejar agradá-lo em todas as áreas da vida (1Co 10.31; Cl 1.10; 1Ts 4.1).


CONCLUSÃO
Deuteronômio 6 ensina que amar a Deus acima de todas as coisas é o centro da vida com Ele e o fundamento da obediência. Jesus confirmou esse princípio como o “primeiro e grande mandamento” (Mt 22.38), inseparável do amor ao próximo (Mt 22.39). Portanto, o verdadeiro amor a Deus manifesta-se em obediência, adoração, santidade e serviço. Que o Shemá permaneça vivo em nossos corações, levando-nos a amar, servir e glorificar o único e verdadeiro Deus.
 
 
 
 
REFERÊNCIAS
Ø CHAMPLIN, Russell N. O Antigo Testamento Interpretado Versículo por Versículo - Vol 1. Hagnos.
Ø  EARLE, Ralph et. al. Comentário Bíblico Beacon – Vol. 1, CPAD.
Ø  GEISLER, Norman. Teologia Sistemática – Vol. 3. CPAD.
Ø GOMES, Osiel. O Deus da Aliança - Advertências, Promessas e Bênçãos no Livro de Deuteronômio. CPAD.
Ø  LOGMAN, Tremper. Dicionário Bíblico Baker. CPAD.
Ø  PFEIFFER, Charles F. et al. Dicionário Bíblico Wyclliffe. CPAD.
Ø  STAMPS, Donald. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
 
 
 
Por Rede Brasil de Comunicação.





LIÇÃO 5 - EXEMPLO DE SERVOS FIÉIS: TIMÓTEO E EPAFRODITO

 
Vídeo Aula - Pastor Reynaldo





LIÇÃO 5 - O GRANDE MANDAMENTO (V.2)


Vídeo Aula - Pastor Osiel
 




LIÇÃO 5 - O GRANDE MANDAMENTO (V.1)


Vídeo Aula - Pastor Ciro




 

terça-feira, 27 de outubro de 2026

QUESTIONÁRIOS DO 4° TRIMESTRE DE 2026






REGOZIJAI-VOS NO SENHOR
Vivendo com Propósito à
Luz da Carta aos Filipenses.









Lição 4
Hora da Revisão

A respeito de “Brilhe a Luz de Cristo em Meio à Geração Corrompida”, responda:
 
 
1. De acordo com a lição, como a vida cristã deve ser vivida?
Com reverência e seriedade diante de Deus.
 
2. Qual a origem das situações nas quais existem inveja e contenda, conforme a Epístola de Tiago?
Essas coisas têm origem "terrena, animal e diabólica".
 
3. Por que a lição afirma que o desafio de ser fiel a Deus em nossos dias é tão difícil ou maior do que nos tempos apostólicos?
Posto que o amor de muitos já esfriou e o pecado se multiplicou (Mt 24.12).
 
4. O que significa ser "luzeiro" neste mundo?
Viver de forma que a presença de Cristo seja percebida por intermédio das nossas atitudes, palavras e escolhas.
 
5. Por que Paulo estava exortando os filipenses a se regozijarem com os sofrimentos que ele passava?
Conquistar a coroa do martírio era o grande objetivo da vida de Paulo e, por tal razão, caso isso acontecesse, todos deveriam se regozijar.