sexta-feira, 28 de outubro de 2022

QUESTIONÁRIOS DO 4° TRIMESTRE DE 2022


 
 


LIDERANÇA NA IGREJA DE CRISTO -
Escolhidos por Deus para Servir.







 

Lição 04
 
Hora da Revisão
A respeito de “A Liderança de Josué”, responda:

1. Quem escolheu Josué para ser o sucessor de Moisés?
Foi o Senhor quem fez a escolha.
 
2. O que garantiu o sucesso de Josué em toda a sua trajetória?
Sua lealdade ao Senhor e a Moisés.
 
3. Cite uma marca importante de uma liderança.
Fidelidade é uma marca importante de uma liderança e um dos caminhos para o sucesso.
 
4. Qual a primeira referência que a Bíblia fez a Josué?
A primeira referência que a Bíblia faz da pessoa de Josué remete ao momento no qual ele está obedecendo à ordem de Moisés para que lutasse contra Amaleque (Êx 17.8-16).
 
5. Qual o significado do nome “Josué”?
O seu nome Jehoshua significa “Jeová é salvação”.
 


QUESTIONÁRIOS DO 4° TRIMESTRE DE 2022




 

A JUSTIÇA DIVINA -
A Preparação do Povo de Deus para  
os Últimos Dias no Livro de Ezequiel.
   









Lição 04
 

Revisando o Conteúdo
A respeito de “Quando Se Vai a Glória de Israel” responda: 

 
1. Qual o significado de “glória” na descrição da visão de Ezequiel?
Nas visões de Ezequiel, “glória” indica o resplendor pela presença do Senhor.
 
2. O que representa a saída da glória de Deus?
A saída da glória de Deus representa a retirada de sua presença.
 
3. Qual o pensamento do período pós-exílio sobre o retorno da glória de Deus?
O pensamento no período pós-exílio era de que o retorno da glória de Deus era escatológico (Ml 3.1).
 
4. Por que a glória da segunda Casa foi maior do que a da primeira?
A presença de Jesus nele fez a glória da segunda Casa ser maior do que a da primeira (Ag 2.9; Mt 21.12,14,15; Lc 2.46).
 
5. Quem substituiu o Templo de Jerusalém?
O Senhor Jesus substituiu de uma vez por todas o Templo.
  
  

sábado, 22 de outubro de 2022

LIÇÃO 04 – QUANDO SE VAI A GLÓRIA DE DEUS



 
 
 
Ez 9.3;10.4,18,19; 11. 22-25 
 


INTRODUÇÃO
Nesta lição veremos uma definição exegética do termo glória; pontuaremos o que causou o afastamento da glória de Deus; estudaremos o histórico do afastamento da glória de Deus e a consequente destruição do templo; analisaremos a restauração do templo e o retorno da glória de Deus; e por fim, elencaremos a santidade como um veículo da glória de Deus na vida do crente.
 
 
I. DEFINIÇÃO DO TERMO GLÓRIA NAS ESCRITURAS
1. Definição exegética do termo glória.
O vocábulo mais comum para glória é “kavôd” que significa: “glória, peso, esplendor, copiosidade, majestade, riqueza” dando a ideia de alguma coisa muito importante (Ez 1.28). A glória de Deus é a revelação de Seu próprio ser, da natureza e da Sua presença para a humanidade e leva o homem a reconhecer a grandeza de Deus e a sua pequenez e indignidade (Is 42.8; 48.9-11; 60.2). Na Bíblia, a glória de Deus está muitas vezes associada a: “brilho, esplendor e a majestade do Todo-Poderoso” (Ez 1.28; Lc 2.9; Mt 17.5). Ela descreve a presença visível de Deus como uma nuvem escura, trovões, relâmpagos (Êx 19.9,16,18; 20.18). A manifestação física de que a presença de Deus estava chegando (a glória de Deus) poderia ser a aparência de um fogo consumidor (Êx 24.17; Dt 4.24; Hb 12.29), no caso de Sua autoridade e Seu poder serem vistos. Em outros casos, quando Seu propósito era outro e Ele desejava mostrar outro aspecto do Seu caráter, ao invés de fogo (Êx 13.21; Nm 9.15-16) aparecia nuvem, fumaça, vento ou, então, o cicio suave (BÍBLIA DE ESTUDO PALAVRAS CHAVES, 2011, p. 1700).
 
 
II. O QUE CAUSOU O AFASTAMENTO DA GLÓRIA DE DEUS?
Para entendermos as consequências; “perca da glória de Deus”, precisamos antes analisar as causas que levaram a perca dela, podemos afirmar que foram “cinco princípios quebrados” que levaram a glória a se retirar, e consequentemente a ruína espiritual do templo e sua destruição:
 
1. A quebra do princípio da confiança e dependência em Deus (Ez 7.19).
Israel foi colocado na terra de Deus, para depender Dele, porém ao longo dos anos passou a confiar em si mesmo (Jr 17.5) e em suas alianças políticas (2Rs 16.7-9) neste caso com a Assíria e Egito.
 
2. A quebra do princípio do zelo (Ez 7.9; 9.6).
Israel precisava manter um padrão de excelência em relação a sua vida, mas preferiu beber em fontes rachadas (Jr 2.13), por onde entrava tudo. Isso fala da falta de zelo, de cuidado, de aceitação de padrões distintos.
 
3. A quebra do princípio da justiça (Ez 9.4-10).
Um Deus justo e Santo não pode aceitar que seu povo cometa injustiça, e Israel como as demais nações estavam vivendo de uma forma tão terrível que a justiça não era algo real, e Deus precisava intervir (Hc 1.3-4).
 
4. A quebra do princípio do conhecimento da palavra (Ez 11.12).
Conhecer a Deus, esse deve ser o objetivo de todos nós, porém ao longo dos séculos Israel se afastou da Palavra, houve grande apostasia ao ponto de o povo perderem sua Bíblia (2Rs 22.8), toda destruição inicia-se com a perca da Bíblia, por isso Oseias disse que o povo foi destruído por falta de conhecimento: “Uma vez que vocês rejeitaram o conhecimento, eu também os rejeito como meus sacerdotes; uma vez que vocês ignoraram a lei do seu Deus, eu também ignorarei seus filhos” (Os 4.6 versão NVI).
 
5. A quebra do princípio da adoração (Ez 11.19-21).
Adoração é rendição, prostar-se, reverenciar. E Israel passou a fazer tudo isso, mas não para Deus, mas para os ídolos. Havia altares para baal, azera e até mesmo para moloque. Para entender melhor o tema é necessário rever o conceito de idolatria: “O que é o ídolo? Qualquer coisa mais importante que Deus para você, que domine seu coração e sua imaginação mais do que Deus. Qualquer coisa que você busque a fim de receber o que só Deus pode dar” (KELLER, 2021, p. 20). E a consequência de todo idolatra é a insensibilidade espiritual (Sl 115.8).
 
 
III. ETAPAS DO AFASTAMENTO DA GLÓRIA DE DEUS E A DESTRUIÇÃO DO TEMPLO
Ezequiel viu a glória de Deus ir embora aos poucos (Ez. 10.18; 11.22-25), ela saiu dos Santos dos Santos, para a porta, da porta para o pátio, depois para os montes, e por fim, tornou ao trono. Vejamos detalhadamente esta cena dolorosa que levou a ruína do templo.
 
1. A glória de Deus saiu do lugar santíssimo para a porta (Ez 10.4).
Os líderes deveriam ser os primeiros a perceber que a glória não estava mais no templo, mas estes, também estavam distantes de Deus e envolvidos em idolatria (Ez 8.5-12), sua insensibilidade espiritual não os permitiu perceber que Deus estava indo embora, da mesma forma que Sansão não percebeu (Jz 16.20).
 
2. A glória de Deus saiu da porta para o pátio (Ez 10.18).
O povo que ficava no pátio também não percebeu que a glória estava indo embora, a idolatria tem esse poder, esfriar e destruir. A Bíblia já alertava: “Tornem-se semelhantes a eles os que os fazem e todos os que neles confiam” (Sl 115.8). Essa é a dura realidade, muitos incessíveis a presença de Deus hoje.
 
3. A glória de Deus saiu do pátio e foi para os montes (Ez 11.23).
Na visão, a glória não se movimenta pelo recinto, mas o deixa. Ela para sobre os querubins e as rodas e os acompanha até a entrada do portão leste do templo (v. 19). E é o terceiro estágio da retirada da glória de Deus que se completará no capítulo 11 com o final da visão (SOARES, 2022 p. 56).
 
4. A glória de Deus saiu e veio a destruição (Ez 12.10-16).
Ezequiel, e não o remanescente do povo em Judá, vê a destruição do templo. Imaginemos a reação dos exilados ao ouvir sobre o que era esperado acontecer em Jerusalém por meio dessa linguagem simbólica. O templo de Salomão foi destruído pelos caldeus em 587 a.C., “no mês quarto, aos nove do mês” (2Rs 25.3-10; Jr 39.2; 52.6) [...]. O cerco de Jerusalém durou dezessete meses, os muros foram violados em 9 de Tamuz, que é o quarto mês. A violação do muro é relembrada com um dia de jejum no 17 de Tamuz. A diferença das datas se dá pelo fato de os babilônios terem demorado para passar pelas brechas do muro e entrar em Jerusalém. O templo, os palácios e grande parte da cidade foram incendiados em 7 de Av, que é o quinto mês, em 586 a.C., correspondente a 16 de agosto. O Talmud explica que no dia 7 os babilônios ganharam acesso à cidade e só no dia 9 a incendiaram (SOARES, 2022 p. 59).
 
 
IV. A RESTAURAÇÃO DO TEMPLO E O RETORNO DA GLÓRIA DE DEUS
1. A glória do Senhor retornaria para o templo (Ez 43.1-5).
Após o retorno do cativeiro babilônico, os judeus tinham uma importantíssima tarefa: reconstruir o Templo e restaurar o culto ao Senhor. Mas, além das dificuldades, a obra foi embargada por determinação do rei Artaxerxes, da Pérsia, por causa de uma denúncia acusatória dos vizinhos e inimigos do povo judeu (Ed 3.8,9; 4.7,8,17-24). Por causa disso, a obra arrastou-se, o povo perdeu ânimo e tornou-se egoísta cuidando apenas de suas moradias (Ag 1.4).
 
2. A glória retornaria com a mensagem do profeta Ageu.
Enquanto o povo edificava, novo desânimo apoderou-se deles, foi nesta ocasião que Deus levantou o profeta Ageu (Ag 2.1-9). Os mais velhos, lembrando-se do esplendor do Templo de Salomão, mostravam-se decepcionados com o novo Templo, pois era inferior no tamanho e na suntuosidade da alvenaria. Os próprios alicerces eram bem menores em extensão e os recursos eram muito limitados. Mas Ageu veio com uma palavra de ânimo, dizendo que Deus derramaria seus recursos naquele edifício e estaria no meio do novo templo: “E encherei de glória esta casa, diz o Senhor dos Exércitos” (Ag 2.7). O profeta afirmou que: “A glória desta última casa será maior do que a da primeira, diz o Senhor dos Exércitos; e neste lugar darei a paz, diz o Senhor dos Exércitos” (Ag 2.9).
 
 
V. A SANTIDADE COMO UM MEIO DA GLÓRIA DE DEUS NA VIDA DO CRENTE
A Bíblia mostra claramente a necessidade de vivermos uma vida santa por meio de várias exortações (Rm 13.13,14; Ef 4.17-24; Fp 4.8,9; Cl 3.5-10). A responsabilidade do crente quanto à santificação, é destacada pelo escritor aos Hebreus (Hb 12.14-a) (CHAMPLIN, 2002, p. 647). Sobretudo, a necessidade de uma vida santa é vista ao afirmar que: “[…] sem a santificação ninguém verá ao Senhor” (Hb 12.14b). A vontade de Deus tem sido sempre de que seus filhos reflitam seu caráter (Tt 2.14). A palavra “santo” tem os seguintes sentidos. Notemos:
 
1. Santidade é uma ordem divina.
Sendo Deus Santo exige dos seus filhos a santificação (Lv 11.44; Lv 19.1,2; Lv 20.6; 1Pe 1.16). Santidade significa ser semelhante a Deus, ser dedicado a Deus e viver para agradar a Deus (Rm 12. Ef 1.4; 2.10). A perfeita obra de Deus realiza uma santidade real que conforma ao padrão de Deus (Rm 8.3-4; 1Pe 1.15-16).
 
2. Santidade é separação.
A palavra descritiva da natureza divina é santidade, e seu significado primordial é “separação” (Lv 20.24,26; Is 52.11; Ml 3.18); portanto, a santidade representa aquilo que está em Deus, que o torna separado de tudo quanto seja imundo ou pecaminoso. Quando Ele deseja usar uma pessoa ou um objeto para seu serviço, ele separa essa pessoa ou objeto e em virtude dessa separação tomam-se “santo” (2Co 6.14,15; 2Tm 2.21).
 
3. Santidade é consagração.
No sentido de viver uma vida santa e justa, em conformidade com a palavra de Deus e dedicada ao serviço divino; o cristão passa a viver em busca da remoção de qualquer impureza que impossibilite esse serviço. Entendemos então que o padrão de vida de um povo que busca a santificação é viver uma vida de consagração (2Co 6.16b). A santificação é praticada e aplicada ao viver diário do crente (Pv 4.18; 2Co 3.18; 7.1; 2Pe 3.18), é a santificação vivencial (2Co 7.1; Hb 12.14).
 
4. Santidade é purificação.
Embora o sentimento primordial de “santo” seja separação para serviço, inclui também a ideia de purificação. O caráter de Deus age sobre tudo que lhe é consagrado. Portanto, os homens consagrados a ele participam de Sua natureza. As coisas que lhe são dedicadas devem ser puras (2Co 7.1), pois a pureza é uma condição de santidade (1Jo 3.3).
 
 
 
REFERÊNCIAS
Ø  CHAMPLIN, R. N. Dicionário de Bíblia, Teologia e Filosofia. HAGNOS.
Ø  ELISSEN, Stanley. Conheça melhor o Antigo Testamento. VIDA.
Ø  KELLER, Timothy. Deuses Falsos. Vida Nova
Ø  SOARES, Esequias. A Justiça Divina. CPAD
Ø  STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
 
 
 
 
Por Rede Brasil de Comunicação.

 

 

LIÇÃO 4 - A LIDERANÇA DE JOSUÉ (VÍDEO AULA)




LIÇÃO 04 - QUANDO SE VAI A GLÓRIA DE DEUS (VÍDEO AULA)




terça-feira, 18 de outubro de 2022

QUESTIONÁRIOS DO 4° TRIMESTRE DE 2022


 
 
 
 
LIDERANÇA NA IGREJA DE CRISTO -
Escolhidos por Deus para Servir.
  

 
 





Lição 03

Hora da Revisão
A respeito de “A Liderança de Moisés”, responda:

 
1. Segundo a lição, quais os locais onde se deu o treinamento de Moisés?
O preparo de Moisés se deu em família, no palácio de Faraó e no deserto.
 
2. O que levou Moisés a renunciar a sua vida no palácio de Faraó?
O escritor da Carta aos Hebreus deixa claro que somente pela fé Moisés foi capaz de renunciar ao que viveu e aprendeu no Egito (Hb 11.24).
 
3. Quem chamou Moisés para liderar o seu povo?
O próprio Todo-Poderoso.
 
4. Qual era o propósito da liderança de Moisés?
Glorificar a Deus e abençoar os seus liderados.
 
5. Onde Moisés se encontrava quando recebeu o chamado divino?
Ele se encontrava nas regiões desérticas de Midiã, cuidando dos rebanhos de seu sogro.

 

QUESTIONÁRIOS DO 4° TRIMESTRE DE 2022




  
 
A JUSTIÇA DIVINA -
A Preparação do Povo de Deus para  
os Últimos Dias no Livro de Ezequiel.
 

  







Lição 03 

Revisando o Conteúdo
A respeito de “As Abominações do Templo” responda:  
 

1. Por que a segunda visão de Ezequiel pode ser entendida como preterista e ao mesmo tempo futurista?
Essa visão é preterista porque se relaciona com os acontecimentos contemporâneos de Ezequiel, mas isso não exclui o futurismo, pois anuncia eventos que estavam para acontecer (8.18).
 
2. Como explicar a expressão “imagem do ciúme”?
O uso da expressão “imagem de ciúme” se explica porque a idolatria provoca ciúme de Deus pelo seu povo (5.13; 16.38,42; 36.6; 38.19).
 
3. Como os egípcios viam a zoolatria?
A zoolatria, adoração aos animais, é típica dos egípcios, pois viam neles mais que símbolos ou emblemas; eles os consideravam receptáculos das formas do poder divino.
 
4. Qual era o objetivo do ritual das carpideiras da visão de Ezequiel?
Era realizado anualmente um ritual de lamento pelas carpideiras em favor de Tamuz no segundo dia do quarto mês para que ele ressuscitasse e fizesse chover.
 
5. Onde Moisés condenou o culto do sol?
No Egito. O culto ao sol era uma afronta a Deus, Moisés havia alertado o povo dessa idolatria (Dt 4.19).