sexta-feira, 11 de novembro de 2022

QUESTIONÁRIOS DO 4° TRIMESTRE DE 2022


 



LIDERANÇA NA IGREJA DE CRISTO -
Escolhidos por Deus para Servir.
 

 
 
 




Lição 06
 
Hora da Revisão
A respeito de “Exemplos de Liderança Feminina”, responda:

 
1. Segundo a lição, o que significa a expressão “que esteja como diante dele”?
Significa “idônea”, “que seja capaz de”.
 
2. A quem Jesus se apresentou logo que ressuscitou?
A Maria Madalena.
 
3. Além de liderar e julgar a Israel, qual foi a outra função de Débora?
Ela era profetisa.
 
4. Qual era a profissão de Priscila e de seu esposo?
Eles eram fazedores de tendas.
 
5. Lídia era natural de qual cidade e qual era o seu ofício?
Ela era natural da cidade de Tiatira e atuava como vendedora de púrpura.


 

QUESTIONÁRIOS DO 4° TRIMESTRE DE 2022


 
 
 

A JUSTIÇA DIVINA -
A Preparação do Povo de Deus para  
os Últimos Dias no Livro de Ezequiel.
 

 
 
 
 



Lição 06
 

Revisando o Conteúdo
A respeito de “A Justiça de Deus” responda:  
 

1. O que ficamos sabendo à luz das Escrituras sobre a ira de Deus?
À luz das Escrituras ficamos sabendo que a ira de Deus nunca acontece sem uma justa causa e nem mesmo sem um prévio aviso (Am 3.7).
 
2. Quais os agentes do juízo divino?
A seca, a espada, a peste, a fome, animais ferozes.
 
3. Quais os dois baluartes de Israel que tiveram as suas orações intercessórias pelo povo atendidas?
Moisés e Samuel, dois baluartes de Israel, foram atendidos nas petições em favor do povo nos casos de pecados e rebeliões (Êx 32.11,14; Nm 14.19,20; 1Sm 7.5,6,9; 12.19-25; Sl 99.6-8).
 
4. Por que a maioria não acreditava no juízo divino anunciado por Ezequiel?
Se apenas 10 justos são suficientes para Deus poupar a cidade, por que destruiria Jerusalém com um número maior de justos? (Gn 18.33). Essa era uma das razões pelas quais a maioria não acreditava no juízo divino anunciado pelos profetas.
 
5. Quais os patriarcas citados na profecia como exemplos de justos que não teriam suas petições atendidas em favor do povo, mas apenas pela própria justiça deles?
Eles são Noé, Daniel e Jó (Ez 14.14,20).  
 


sexta-feira, 4 de novembro de 2022

LIÇÃO 06 – A JUSTIÇA DE DEUS



  


Ez 14.12-21
 
 


INTRODUÇÃO
Nesta lição, veremos a definição etimológica do termo “justiça” e a forma bíblica e exegética; pontuaremos os aspectos da justiça divina; estudaremos a justiça punitiva de Deus; e por fim; analisaremos a misericórdia e a justiça de Deus como parte da sua natureza.
 
 
I. DEFINIÇÃO DA PALAVRA JUSTIÇA
1. Definição etimológica do termo justiça.
Segundo o dicionário Houaiss significa: “caráter, qualidade do que está em conformidade com o que é direito, com o que é justo” (2001, p. 1696).
 
2. Definição teológica do termo justiça.
Os termos bíblicos no hebraico, “tsedeq” e “tsedakah” como também o vocábulo grego “dikaiosune”, são traduzidos em português por ‘justiça’ ou ‘retidão’ (CHAMPLIN, 2004, p. 677). Teologicamente, diz respeito “à característica intrínseca de Deus em que Ele é absolutamente justo ou reto e é o padrão último de justiça e retidão” (GEISLER, 2010, p. 829).
 
 
II. ASPECTOS DA JUSTIÇA DE DEUS
Sobre a justiça em Deus, duas coisas devem ser destacadas:

1. Justiça interna.
Diz respeito quem Deus é. Seu caráter é justo. Ele só faz o que é reto. A Bíblia é farta quanto a versículos que apontam esta característica divina (Êx 9.27; Dt 32.4; Ed 9.15; Ne 9.33; Sl 11.7; 116.5; Is 45.21). A justiça é um dos atributos morais de Deus. A justiça de Deus é, em última instância, a sua santidade em ação. Pode ser definida, também, como o atributo moral e básico do Todo-Poderoso, através do qual manifesta Ele a sua fidelidade para os seus propósitos e decretos, e, principalmente, em relação à sua natureza justa e santa. Por conseguinte, sua justiça e santidade acham-se intimamente associadas; não se pode abstrair uma da outra sem violar sua inefável natureza (ANDRADE, 2006. p. 243). Segundo Campos a justiça é “a fase da santidade de Deus que é vista no seu tratamento do obediente e do desobediente ambos sujeitos ao seu domínio”. Nesse atributo Deus dá a cada um o que é devido (2002, p. 340).
 
2. Justiça externa.
Diz respeito como Deus age, com justiça. Sendo inteiramente justo, Ele revela sua justiça no seu relacionamento com os seres humanos. Deus é chamado nas Escritura de Juiz (Gn 18.25; Jó 9.15; Sl 50.6). Sobre isso a Bíblia diz que:
a) A justiça diz respeito aos seus justos juízos (Sl 19.9);
b) A justiça é a base do seu trono (Sl 89.14).
c) A justiça é o cetro do seu Reino (Hb 1.8).
d) A justiça não comete iniquidade (Sf 3.5).
e) A justiça é perene (2 Co 9.9).
f) A justiça é o padrão último de julgamento para o mundo (At 17.31)
g) A justiça retribui a todos de acordo com as ações dos seres humanos (Rm 2.6);
h) A justiça é a base para as recompensais dos crentes (2 Tm 4.8).
i) A justiça é revelada na lei de Deus (Rm 10.5).

 
III. A JUSTIÇA PUNITIVA DE DEUS
A Lei de Deus, interna, escrita nos corações e externa, a Bíblia, reflete a sua santidade. Quando esta Lei é infringida, a santidade de Deus o obriga a manifestar-se justamente em ira. O ser humano, caído em pecado, está em dívida com a lei e, portanto, deve receber a punição dela. Segundo Campos: “Por causa da natureza do próprio Deus, a justiça divina está original e necessariamente obrigada a castigar o mal [...]” (2012, p. 347). O apóstolo Paulo, quando escreveu a Epístola aos Romanos faz algumas considerações sobre a ira de Deus. Notemos:
 
1. A dinâmica da ira de Deus (Rm 1.18a).
Ao contrário do que pensam os ímpios, a ira de Deus “se manifesta”, ela não fica oculta. Esta expressão no grego é “apocalipto” e significa: “revelar, manifestar, expor”. Ainda que pareça que a impiedade domine e Deus tarde em revelar sua ira, Ele a manifestará ao seu tempo. Ele disse a Abraão que visitaria a iniquidade dos amorreus, quando se completa a medida (Gn 15.16). Os sacerdotes que queimavam incenso aos ídolos no templo, pensavam que Deus não estava vendo (Ez 8.12). No entanto, Deus mostrou a Ezequiel que havia de puni-los pela maldade que praticaram (Ez 8.17,18).
 
2. A origem da ira de Deus (Rm 1.18b).
O apóstolo Paulo nos diz que “do céu se manifesta a ira de Deus”. Essa ira procede daquele que se assenta no trono e governo todo o universo (Ap 15.7; 16.1). Ele manifestou sua ira dos céus sobre a geração de Noé, trazendo um grande dilúvio (Gn 7.13,17); também manifestou sua ira, fazendo descer fogo e enxofre dos céus, sobre os habitantes de Sodoma e Gomorra por sua maldade (Gn 19.24,25). Na ocasião da inauguração do templo, construído por Salomão, o Senhor lhe falou o que enviaria sobre o seu povo se este pecasse e se afastasse dele (2 Cr 7.13).
 
3. A causa da ira de Deus (Rm 1.18).
Paulo nos informou também qual o motivo que causa a ira divina: “Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça”. São aos atos pecaminosos dos seres humanos sobre a face da terra que incitam a ira divina (Dt 9.7; 1 Rs 22.54; Ez 35.11; Ef 5.6). Ele mostrou, com indignação, o que os judeus estavam fazendo em oculto dentro do templo (Ez 8.13-16), que foi construído para ser um lugar de adoração (2 Cr 7.15,16).
 
4. O alvo da ira de Deus (Rm 1.18d).
O alvo da ira de Deus é o pecador que além de viver fazendo o que aborrece o Criador: “detêm a verdade em injustiça” (Rm 1.18c). Israel foi escolhido por Deus e dele recebeu privilégio (Rm 9.4,5), a despeito disso, transgrediu gravemente contra o Senhor, se tornando alvo da sua ira, que haveria de retribuir-lhes segundo Sua justiça retributiva (Jr 25.14). Ele mostrou a Ezequiel que haveria de punir com a morte, aqueles que haviam profanado o Seu templo e lhe dado às costas (Ez 9.1-11).
 
 
IV. A MISERICÓRDIA E A JUSTIÇA DE DEUS COMO PARTE DA SUA NATUREZA
Antes de revelar a sua justiça retributiva aos pecadores, punindo-os, o Senhor revela a sua misericórdia a fim de trazer os homens ao arrependimento. A palavra “misericórdia” ocorre na Bíblia 158 vezes. No AT 99 e no NT 59 (JOSHUA, sd, p. 977). A palavra hebraica para misericórdia é “rahamîm” que significa: “entranhas, misericórdias, compaixão”, esta mesma expressão é traduzida para o grego por “eleõ” mostrar generosidade, mediante beneficência ou ajuda (VINE, 2001, pp. 73,480). Teologicamente diz respeito a “uma compaixão suscitada pela miséria do próximo” (ANDRADE, 2006, p. 266 – acréscimo nosso). Vejamos como Deus age com o homem:
 
1. Antes de Deus punir o seu povo com justiça o adverte dos seus erros.
Em todo tempo da história de Israel, todas às vezes que o povo se afastou de sua verdade, vimos Deus os advertindo de seus caminhos injustos. Se Deus tivesse prazer em destruir sequer advertia o seu povo (Ez 18.32; 33.11). Os judeus foram chamados de “casa rebelde” por causa de sua rebelião (Dt 9.23,24; Sl 78.8; Jr 5.23). O termo hebraico é “mãrah” e tem o sentido de “obstinação”, “teimosia” e “rebeldia”. Esta expressão aparece treze vezes no livro (Ez 2.5,6,8; 3.9,26,27; 12.2,3,9,25; 17.12; 24.3; 44.6). Mas, o Senhor lhe diz que, ainda que eles não guardassem os mandamentos divinos, não poderiam alegar inocência, pois eles saberiam que um profeta autêntico e verdadeiro esteve no meio deles (Ez 2.5).
 
2. Antes de Deus punir o seu povo com justiça os chama ao arrependimento.
Deus sempre usou seus mensageiros em época de crise para chamar o Seu povo ao arrependimento e a conversão, antes de enviar-lhes a punição. A principal função dos profetas era agir como embaixadores ou mensageiros divinos, anunciando a vontade de Deus para o seu povo, especialmente em épocas de crise. Eles eram, acima de tudo, pregadores da justiça em época de decadência moral e espiritual (Jr 3.1; Os 6.1; Jl 2.12,13; Ez 18.31,32).
 
3. Deus não trata ímpios e justos da mesma forma.
Em sua justiça, Deus trata o ímpio e o justo de forma diferente. Ao ímpio que rejeita o Seu convite gracioso de arrependimento, ele o pune severamente; ao justo, que anda em retidão, Deus o poupa e o abençoa: “E disse-lhe o Senhor: Passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal as testas dos homens que suspiram e que gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela. E aos outros disse, ouvindo eu: Passai pela cidade após ele e feri; não poupe o vosso olho, nem vos compadeçais. Matai velhos, e jovens, e virgens, e meninos, e mulheres, até exterminá-los; mas a todo o homem que tiver o sinal não vos chegueis; e começai pelo meu santuário. E começaram pelos homens mais velhos que estavam diante da casa. E disse-lhes: Contaminai a casa, e enchei os átrios de mortos, e saí. E saíram e feriram na cidade” (Ez 9.4-7).
 
 
CONCLUSÃO
Concluímos esta lição conscientes de que o enfoque da justiça de Deus diz respeito à retribuição divina ao pecado. É importante ter em mente que a Justiça é um atributo de Deus, é uma das Suas características próprias. Ser justo é uma qualidade fundamental da natureza do Senhor.
 
 
 
 
REFERÊNCIAS
Ø  ANDRADE, Claudionor de. Dicionário Teológico. CPAD.
Ø  CAMPOS, Heber Carlos de. O Ser de Deus e seus atributos. CULTURA CRISTÃ.
Ø  ELISSEN, Stanley. Conheça melhor o Antigo Testamento. VIDA.
Ø  GEISLER, Norman. Teologia Sistemática. CPAD.
Ø  LOPES, Hernandes Dias. Romanos: o evangelho segundo Paulo. HAGNOS.
Ø  STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
 
 

Por Rede Brasil de Comunicação.


 

quinta-feira, 3 de novembro de 2022

LIÇÃO 06 - EXEMPLOS DE LIDERANÇA FEMININA (VÍDEO AULA)



 

LIÇÃO 06 - A JUSTIÇA DE DEUS (VÍDEO AULA)




QUESTIONÁRIOS DO 4° TRIMESTRE DE 2022




 

LIDERANÇA NA IGREJA DE CRISTO -
Escolhidos por Deus para Servir.





  



Lição 05
 
Hora da Revisão
A respeito de “A Falta que Faz um Líder”, responda:

 
1. Quem é o autor do livro de Juízes?
Sua autoria é desconhecida.
 
2. Qual a realidade de Israel no tempo dos juízes?
Sofrimento, clamor e a resposta ao Todo-Poderoso.
 
3. Segundo a lição, o que se propõe o livro de Juízes?
O livro de Juízes se propõe a advertir a respeito do perigo e dos prejuízos de um povo desprovido de uma liderança.
 
4. Cite três juízes de Israel.
Otniel, Débora e Sansão.
 
5. O que significa um legado?
“O que é transmitido às gerações que se seguem”.

 

QUESTIONÁRIOS DO 4° TRIMESTRE DE 2022


 



A JUSTIÇA DIVINA -
A Preparação do Povo de Deus para  
os Últimos Dias no Livro de Ezequiel.



 
 
 



Lição 05
 

Revisando o Conteúdo
A respeito de “Contra os Falsos Profetas” responda:   


1. Qual era a sentença para os falsos profetas segundo a lei de Moisés?
Profetizar falsamente era crime em Israel sob pena de morte conforme a lei de Moisés (Dt 13.1-5; 18.20-22).
 
2. Qual a palavra grega empregada na Septuaginta para os falsos profetas?
A Septuaginta emprega a palavra grega pseudoprophêtês, “falso profeta” (Jr 6.13; Zc 13.2). É a mesma palavra usada pelo apóstolo Pedro (2Pe 2.1).
 
3. O que indica o emprego metafórico da expressão “raposas do deserto”?
É uma metáfora dos chacais em meio às ruínas em cidades e civilizações devastadas. Isso significa, na verdade, que eles estão sendo chamados de “profetas-chacais”.
 
4. Por que os falsos profetas não se intimidavam em seu ofício em relação à lei?
Eles contavam com a proteção do estado, pois seus discursos agradavam às autoridades e a maior parte do povo, e às vezes, eram até mesmo encomendados pela corte. Eram na época funcionários públicos (Ez 13.19).
 
5. Onde estão os atuais discípulos dos falsos profetas e o que estão fazendo?
Eles ainda estão por aí desencaminhando o povo e disseminando heresias.