quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

QUESTIONÁRIOS DO 4° TRIMESTRE DE 2024






Alcance um Futuro Feliz e Seguro
Conselhos de Salomão no Livro de Provérbios:
Um Convite à Sabedoria e às Promessas de Proteção. 









Lição 12
Hora da Revisão

A respeito de “Proteção contra os Vícios”, responda:
 

1. Qual é uma das características de Provérbios a respeito dos vícios?
Uma das características de Provérbios, quando se deseja convencer o jovem a andar pelo caminho justo é apresentar o perigo do caminho dos desejos viciantes, o caminho perverso e o prejuízo que ele nos trará (Pv 721-23).

2. Qual o conceito de vício de acordo com a lição?
Basicamente, podemos conceituar o vício como um hábito ou costume duradouro que leva a pessoa a fazer alguma coisa que traz algum bem-estar Esse comportamento se torna recorrente e cada vez mais intenso.

3. De acordo com a lição, quais os principais vícios encontrados no contexto dos jovens?
Especialistas da área de Saúde Mental tem se dedicado em estudar os comportamentos de jovens por intermédios desses vícios e de acordo com eles, a dependência química é disparada o vício mais comum entre os jovens de maneira geral.
 
4. O que podemos afirmar a respeito do pecado e dos vícios de acordo com a revelação da Palavra de Deus?
Com base na verdade revelada da Palavra de Deus que afirmamos que o pecado e, consequentemente os vícios não têm mais poder sobre a nossa vida, pois fomos unidos a Cristo na sua morte, de maneira que semelhantemente seremos unidos a Ele na ressurreição (Rm 6.5).
 
5. Qual é a virtude cristã indispensável para vencer o vício?
Uma virtude indispensável para vencer as lutas contra os desejos pecaminosos é a virtude do autodomínio, da temperança.
 

 

QUESTIONÁRIOS DO 4° TRIMESTRE DE 2024






As Promessas de Deus-
Confie e Viva as Bênçãos do Senhor
porque Fiel é o que Prometeu.









Lição 12
Revisando o Conteúdo

A respeito de “A Promessa de Vida Abundante” responda:          
 
 
1. Como João 10 apresenta o Senhor Jesus?
O Evangelho de João, no capítulo 10, apresenta o Senhor Jesus como o “Bom Pastor”.
 
2. Quem é a fonte da vida abundante?
O Nosso Senhor Jesus.
 
3. O que acontece quando passamos a ter um relacionamento pleno com Cristo?
Quando passamos a ter um pleno relacionamento com Cristo passamos a desfrutar de copiosas bênçãos: a paz em Deus e a tranquilidade nas decisões (Jo 14.27; Rm 5.1); a praticar do amor (Jo 13.34,35); a vida em unidade (Sl 133; Gl 5.13-15); o cultivo da esperança (Rm 5.5); a perseverança na paciência (Lc 21.19; Rm 5.4).
 
4. O que a virtude da alegria mostra?
Essa virtude mostra que estamos bem, em paz e cheios de vigor.
 
5. De acordo com a lição, o que a virtude da gratidão revela?
A gratidão é uma virtude cristã que revela humildade e, ao mesmo tempo, dependência total de Deus acerca de tudo o que acontece em nossas vidas.

 


domingo, 22 de dezembro de 2024

LIÇÃO 12 – A PROMESSA DA VIDA ABUNDANTE






Jo 10.7-18
 
 
 
INTRODUÇÃO
Não são poucas as pessoas que conceituam qualidade de vida ou vida abundante como: conforto, riquezas, saúde, longevidade, ausência de sofrimento etc. É o que também creem e ensinam os adeptos da Teologia da Prosperidade. Contudo, nesta lição, definiremos o verdadeiro significado do termo “vida abundante” que se referiu Jesus em um de seus sermões. Analisaremos também os equívocos cometidos quanto ao conceito de pobreza e riqueza, como supostos aferidores de espiritualidade sadia; observaremos ainda em que realmente consiste a vida abundante prometida por Cristo; e por fim, veremos quais benefícios desta vida, para o cristão, no presente e no futuro.
 
 
I. DEFINIÇÃO DA EXPRESSÃO: VIDA ABUNDANTE
Para entendermos o significado da expressão “vida abundante” examinaremos a palavra “vida” e por conseguinte o termo “abundante”, a fim de compreendermos o que Jesus queria dizer com esta expressão:
 
No grego, há duas palavras usadas para o termo: “vida”. A primeira é bios: que é a vida comum, não somente aos seres humanos, mas a todos os animais (Gn 2.7;7.22). A segunda é zoeh: que significa a vida que o pecador recebe ao nascer de novo; é a vida sobrenatural que procede do próprio Deus (Jo 5.24; Rm 6.4). Portanto, enquanto bios é a vida extensiva, zoeh é a vida intensiva.
 
O adjetivo “abundante” que indica qual tipo de vida a que Jesus se refere, segundo Aurélio, significa: superabundante (em quantidade) e superior em (qualidade); já que Cristo veio redirecionar nossa atenção para valores eternos (Mt 6.19,20). Está claro que ele não se referia a quantidade, mas a qualidade de vida (Gl 2.20).
 
Diante disso, podemos concluir que a expressão “vida abundante” diz respeito a um nível de vida superior ao da existência. Pois a vida bios, é terrena e passageira. Porém, a vida zoeh é espiritual e eterna. Ela é desfrutada, parcialmente no presente (Pv 15.15), e por conseguinte totalmente no porvir (Cl 3.4), por aqueles que nascem de novo.

 
II. ERROS ACERCA DA POBREZA E DA RIQUEZA
Infelizmente, não são poucos os equívocos cometidos por alguns cristãos quanto à visão de pobreza e riqueza. Veremos abaixo quatro extremos, que devem ser evitados:
 
1. Pobreza é sinal de piedade.
O monasticismo (um movimento religioso surgido do Cristianismo), difundiu a ideia de que um cristão para ser considerado piedoso, para agradar a Deus, devia viver isolado da sociedade e renunciar a tudo o que possuía, vivendo em pobreza. Esta visão encontra-se totalmente distorcida da Palavra de Deus, visto que a pobreza não pode aferir o caráter de um servo de Deus. Um autêntico homem de Deus é conhecido por sua fé e por suas obras, tal qual a árvore é conhecida pelos seus frutos (Mt 7.17,18; Lc 6.43,44; Gl 5.22).
 
2. Pobreza é sinal de pecado.
Como podemos ver, este pensamento é antagônico ao primeiro. Se pobreza não pode ser evidência de uma vida piedosa, tampouco de uma vida de pecado. Estaria porventura em pecado o mendigo Lázaro que morreu e foi ao Seio de Abraão? (Lc 16.20-22); ou estaria debaixo de maldição o apóstolo Paulo que passou fome, frio e nudez? (II Co 11:27); teria o Filho de Deus pecado por ter preferido ser pobre para que pudesse enriquecer a outros? (II Co 8:9). É evidente que não.
 
3. Riqueza é sinal de comunhão.
Este é um pensamento defendido pela Teologia da Prosperidade. No entanto, é um ponto de vista totalmente contrário ao Cristianismo, que ensina a prioridade pelas coisas que são do céu (Mt 6.33); que condena veementemente a riqueza mal adquirida (I Co 6.10) e a avareza, que é idolatria (Cl 3.5).
 
4. Riqueza é sinal de pecado.
Se não encontramos base bíblica para a Teologia da Prosperidade, também não encontraremos para a Teologia da Miséria, que procura demonizar (atribuir características demoníacas) a posse de bens materiais. Não esqueçamos de Jó, um homem riquíssimo de bens materiais, e que era justo (Jó 1.1); ou de Abraão, o pai da fé, que de igual modo era possuidor de grandes riquezas (Gn 13.5,6). Na verdade, os que defendem essa ideia tropeçam numa declaração paulina, citando-a de forma equivocada, como por exemplo: “o dinheiro é a raiz de todos os males”, quando na verdade o apóstolo disse assim: “o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males” (I Tm 6.10). A idolatria não está nas coisas ou pessoas, mas no sentimento que devotamos a elas.
 
 
III. EM QUE CONSISTE A VIDA ABUNDANTE
Existe uma compreensão humana errônea acerca de vida abundante. Muitos acreditam que ela está baseada em uma vida de conforto, riquezas, saúde, longevidade, ausência de sofrimento. Assim também pensam e ensinam os seguidores da Teologia da Prosperidade. Mas, será isso mesmo o que alude Jesus quando disse: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância” (Jo 10.10b). Vejamos detalhadamente em que esta vida consiste:
 
1. A vida abundante consiste em qualidade de vida.
A vida abundante prometida por Jesus, não se caracteriza em conforto, riquezas, posse de bens, como ensinam os Teólogos da Prosperidade. Se assim o fosse, os ricos deste mundo já a possuíam. Também não significa vida longa. Na verdade, esta expressão diz respeito a qualidade de vida (Rm 6.4;7.6), que é oriunda de Cristo - a fonte (Jo 4.14; Jo 14.6; Ap 21.6).
 
2. A vida abundante consiste em vida espiritual.
No Éden, o homem desfrutava da vida abundante dada por Deus. Mas, apesar de ser advertido que se pecasse morreria, o homem transgrediu e foi afastado da presença de Deus (Gn 2.16,17; Rm 3.23). Em Adão morremos espiritualmente (Rm 5.12). Todavia, quando o pecador aceita a Cristo como Salvador, a vida espiritual outrora perdida, é restituída (Ef 2.1,5; Cl 2.13). Quando este nasce de novo, pela Palavra e pelo Espírito (I Pe 1.23; Tt 3.5).
 
3. A vida abundante consiste em vida eterna.
A vida que Cristo trouxe ao homem foi a vida eterna. Esta é experimentada parcialmente no presente (Jo 3.15,36; I Jo 5.11-13) e completamente no porvir (Lc 18.30; Rm 6.22; Gl 6.8), quando no arrebatamento da Igreja o nosso corpo mortal se revestirá de imortalidade e a nossa corrupção será revestida pela incorruptibilidade. Então, tragada será a morte na vitória. Aleluia! (I Co 15.52-54).


IV. BENEFÍCIOS DA VIDA ABUNDANTE
A vida abundante ou vida eterna por meio de Cristo, inclui todas as condições, todos os efeitos e operações do Espírito Santo sobre o homem, tanto no aspecto presente quanto no futuro. Vejamos alguns benefícios oriundos desta vida:
 
1. No presente
  • Justificação: Processo judicial que se dá junto ao Tribunal de Deus, através do qual o pecador que aceita a Cristo é declarado justo. Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo(Rm 5.1); 
  • Regeneração: Milagre que se dá na vida de quem aceita a Cristo, tornando-o participante da vida e da natureza divina. Através da qual o homem passa a desfrutar de uma nova realidade espiritual. “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo(II Co 5.17); 
  • Santificação: É a forma pela qual o nascido de novo é aperfeiçoado à semelhança do Pai Celeste, por meio do sangue de Cristo, da Palavra e do Espírito Santo. E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus(I Co 6.11).
 
2. No futuro
  • Glorificação: No plano da salvação, a glorificação é a etapa final a ser atingida por aquele que recebe a Cristo como Salvador e Senhor de sua alma. A glória de Cristo será partilhada plenamente com seus santos no arrebatamento da igreja. Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas(Fp 3.20,21). 


CONCLUSÃO
Como vimos, os Teólogos da Prosperidade afirmam que o cristão não pode ser pobre, nem deve passar privações, sofrimentos e enfermidades, porque Jesus veio trazer vida abundante. Infelizmente, esta visão deturpada tem sido largamente difundida no meio evangélico, através de livros, da mídia televisiva, rádios etc. No entanto, como vimos, o verdadeiro sentido de vida abundante ultrapassa esse falso conceito, pois diz respeito a qualidade de vida pela regeneração; a vida espiritual de comunhão com Deus; e por fim, a vida eterna, como coroa da justiça prometida aos fiéis que amam a vinda de Cristo (Ap 2.10; II Tm 4.8).




REFERÊNCIAS
Ø  VINE, W.E, et al. Dicionário Vine. CPAD.
Ø  ANDRADE, Claudionor de. Dicionário Teológico. CPAD.
Ø  BOYER, Orlando. Pequena Enciclopédia Bíblica. CPAD.
Ø  BÍBLIA de Estudo Pentecostal. CPAD.
      
  
Por Rede Brasil de Comunicação.

 

  


quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

LIÇÃO 12 - A PROMESSA DE VIDA ABUNDANTE (V.01)


Vídeo Aula - Pastor Ciro

 



QUESTIONÁRIOS DO 4° TRIMESTRE DE 2024






Alcance um Futuro Feliz e Seguro
Conselhos de Salomão no Livro de Provérbios:
Um Convite à Sabedoria e às Promessas de Proteção. 









Lição 11
Hora da Revisão

A respeito de “Proteção contra a Inveja”, responda:
 
 
1. De acordo com Provérbios 14.30 o que a inveja faz?
A inveja adoece o corpo, a vida.
 
2. O que significa a palavra “inveja”?
A palavra “inveja” deriva do verbo latino “invidere” que significa “olhar mal”.
 
3. Mencione alguns textos do Novo Testamento que citam a inveja.
Gl 5.19-21: Rm 13.13.14. 1 Pe 2.1.
 
4. Quais são as características das ideias propagadas pelos produtores culturais de maneira geral?
Geralmente, as ideias propagadas pelos atuais produtores são exageradamente emotivas, apelativas e violentas.
 
5. O que podemos fazer no lugar de invejar uma pessoa?
No lugar de invejar a outra pessoa, podemos nos deixar ser influenciados por pessoas de Deus que procuram viver uma vida justa. piedosa e benigna com Ele e com o próximo.