sábado, 19 de março de 2016

QUESTIONÁRIOS DO 1° TRIMESTRE DE 2016






   O FINAL DE TODAS AS COISAS –
Esperança e glória para os salvos




Lição 10

Para Refletir
A respeito da Escatologia Bíblica, responda:


O que será o Milênio?
O Milênio será um período literal de mil anos.

Quem governará a Terra durante o Milênio?
A Terra será governada por Jesus Cristo.

Durante o Reino Milenial, qual será a capital do mundo?
Jerusalém será a capital do mundo.

O que é a Nova Jerusalém?
É a cidade celeste e eterna, que será destinada a todos os salvos em Jesus Cristo.

Quem vai participar do Milênio?
Vão participar do Milênio todos os salvos em Jesus Cristo, “o remanescente” dos israelitas, salvos por Cristo, na batalha do Armagedom (Rm 9.27) e os que escaparem da Grande Tribulação.


terça-feira, 8 de março de 2016

QUESTIONÁRIOS DO 1° TRIMESTRE DE 2016






   O FINAL DE TODAS AS COISAS –
Esperança e glória para os salvos




Lição 09

Para Refletir
A respeito da Escatologia Bíblica, responda:


Com quem Jesus voltará depois das Bodas do Cordeiro?
Após as Bodas do Cordeiro, Jesus voltará com os santos, como prometeu aos seus discípulos (Jo 14.2,3).

Qual será a recompensa dos ímpios?
O castigo eterno.

Quanto tempo durará a Batalha do Armagedom?
A batalha durará só um dia.

Para onde irão os que foram derrotados na Batalha do Armagedom?
Jesus lançará o Anticristo e o Falso Profeta “no ardente lado de fogo e de enxofre” (Ap 19.20; Mt 25.41).

Quem estará no Milênio com Cristo?
Todos os salvos em Jesus Cristo.


domingo, 6 de março de 2016

LIÇÃO 10 – MILÊNIO – UM TEMPO GLORIOSO PARA A TERRA






Ap 20.1-6




INTRODUÇÃO
Nesta lição, traremos uma definição do Milênio. Destacaremos as três principais escolas de interpretação acerca desse evento escatológico, destacando a que mais se harmoniza com as Escrituras; responderemos com o devido respaldo bíblico os questionamentos que envolvem esta sétima dispensação; e, por fim, o que será o Milênio para Israel.


I. O QUE É O MILÊNIO
“O Milênio será o Reino com duração de mil anos a ser instaurado, na terra, pelo Senhor Jesus, logo após o arrebatamento da Igreja e do término da Grande Tribulação (Ap 20.4-6). Trata-se de um reino literal, cujo principal objetivo é a exaltação de Jesus não somente como o Messias de Israel e de todas as demais nações. De acordo com as profecias, pode-se conceber o futuro do Reino de Deus de duas formas distintas: 1) Em sua realização milenial. O Reino de Deus materializar-se-á no estabelecimento do Milênio. Expresso em termos materiais, terá como objetivo reverter a maldição que, desde o Éden, vem destruindo o mundo e toda a sua economia. O Milênio representará o auge da história terrena e o ápice da intervenção divina nos negócios humanos (Is 2; 11; 35). 2) Em sua realização eternal. Nesta fase, que se dará logo após o Juízo Final, o Reino de Deus traduzir-se-á na união eterna entre Cristo e a sua Igreja; será a Nova Jerusalém com toda as bem-aventuranças que o Pai Celeste reservou-nos (Ap 21)” (ANDRADE, sd, p. 109 – acréscimo nosso).


II. AS TRÊS PRINCIPAIS ESCOLAS DE INTERPRETAÇÃO ACERCA DO MILÊNIO
Existem pelo menos três Escolas de interpretação acerca do Milênio. Abaixo destacaremos de forma detalhada cada um delas, a fim de verificarmos qual a mais coerente com as Escrituras:

2.1 Amilenismo.
“Apresentada por Agostinho, ela sustenta que não haverá um reino literal futuro de Cristo sobre a Terra, de mil anos de duração, mas que o Milênio se refere a presente era. Como essa posição não oferecia uma interpretação literal das passagens milenares foi designada como amilenista a partir do século XX. A interpretação amilenista oferece várias explicações para o cumprimento das profecias ligadas ao milênio. A mais popular, a explicação agostiniana, relaciona os mil anos à presente dispensação como um reino espiritual em que Cristo domina sobre os corações dos crentes ou é materializado no progresso do Evangelho na Igreja” (WALVOORD, 2002, p. 14).

2.2 Pós-milenismo.
“Segundo esta linha de interpretação, a segunda vinda de Cristo ocorrerá depois do Milênio. A pregação do evangelho pela Igreja irá trazer um tempo de paz e prosperidade, e o conhecimento do Senhor encherá toda a terra. Considera-se a duração desse período como sendo de aproximadamente mil anos. Esta teoria foi promulgada pela primeira vez na Inglaterra pelos ensinos de Daniel Whitby (1638-1726). Ela foi bem popular até que a Primeira Guerra Mundial trouxe uma desilusão aos homens, que perceberam que no final o evangelho não seria aceito por todos, e que a humanidade não estava progredindo moralmente” (WYCLIFFE, 2007, p. 1272).

2.3 Pré-milenismo.
Segundo esta doutrina, o Senhor Jesus virá no final da Grande Tribulação, com a sua igreja, para estabelecer seu Reino Milenial na terra de maneira literal. Esta Escola de interpretação bíblica é a mais coerente e aceita por nós, por algumas razões: (a) as Escrituras ensinam que o reino sobre o qual Cristo reinará terá a duração de mil (Ap 20.4-6). A interpretação pré-milenialista ensina que será um reino literal sob a égide de Cristo, que perdurará por mil anos; (b) Tal posição se fundamenta também nas inúmeras profecias messiânicas encontradas no AT (Gn 49.10; Sl 2-1-12; Is 9.6,7; 11 e 12; Dn 2.44,45); (c) Esta foi também a posição predominante na Igreja Primitiva (Lc 1.31-3; I Co 15.24; II Tm 4.1; Ap 11.15); (d) Os pais da igreja, tais como: “Papias, discípulo de João era milenista. Justino Mártir, que viveu em Éfeso cerca de 135 d.C. também (CHAMPLIN, 2004, p. 276); e, (e) A passagem de (Ap 20.1,2) deixa bem claro que Satanás não estará simplesmente restrito, como ensinam alguns, mas permanecerá totalmente inativo durante o Milênio. Em contraste com isso, o NT ensina que ele está ativo na presente dispensação (II Co 4.3,4; I Ts 2.18; I Pe 5.8)” (WALVOORD, 2002, p. 543).


III. QUEM REINARÁ SOBRE A TERRA
As profecias nos mostram que o Messias, Jesus Cristo, o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores, estará reinando literalmente na terra durante este período e eternamente (Is 2.2-4; 9.3-7; 11.1-10; 16.5; 24.21-23; 31.4-32.2; 42.1-7,13; 49.1-7; 51.4,5; 60.12; Dn 2.44; 7.15-28; Ob 17-21; Mq 4.1-8; 5.2-5,15; Sf 3.9-10,18,19; Zc 9.10-15; 14.16,17). “É evidente que não há e nunca haverá um reino teocrático na terra sem a presença pessoal e manifesta do Senhor Jesus Cristo. Toda a era depende de Seu retorno a terra como prometido. Tudo o que existe no milênio tem origem no Rei revelado. O milênio não poderia existir sem a manifestação de Cristo, de quem depende toda a era milenar” (PENTECOST, sd, p. 488).

IV. O QUE ACONTECERÁ NO MILÊNIO
“Na era milenar a justiça divina deverá ser demonstrada (Is 11.5; 32.1; Jr 23.6; Dn 9.24). Será também o teste final de Deus para a humanidade nas circunstâncias ideais. Todos os recursos de tentação serão retirados para que o homem demonstre o que ele de fato é, independentemente da influência satânica. A fim de que possa haver a manifestação completa da justiça e o teste da humanidade livre da tentação externa, Satanás será afastado desta esfera. Logo, na segunda vinda, ele será preso e tirado de cena durante todo o período milenar” (PENTECOST, sd, p. 487).

V. ONDE SERÁ A SEDE DO GOVERNO DE CRISTO
Embora o reino do Messias seja universal, a sede do seu governo será em Jerusalém: “[...] de Sião sairá a lei, e de Jerusalém, a palavra do Senhor” (Is 2.3). O sacerdote Melquisedeque reinou nesta cidade (Gn 14.18). Davi fez de Jerusalém a sede do seu governo, ao ponto de ser chamada de Cidade de Davi (II Sm 5.7; I Rs 2.10; I Cr 13.13; 15.1). O nome Jerusalém significa: “habitação da paz” e Jesus é chamado profeticamente de Príncipe da paz (Is 9.6). Portanto, ele reinará sobre o mundo a partir de Jerusalém.


VI. CARACTERÍSTICAS DO REINO DE CRISTO
A Bíblia nos mostra que o reino de Cristo terá as seguintes características:

6.1 Justiça.
Graças à presença do Messias, Jerusalém será a fonte da qual toda a justiça do milênio emanará em glória (Is 62.1c,2a). Sião será chamada “cidade de justiça” (Is 1.26), e estará cheia de direito e justiça (Is 33.5). A justiça será o termo descritivo que caracterizará o governo do Messias como um todo. Cristo será um rei que rege com justiça (Is 32.1).

6.2 Paz.
A paz nacional e individual é fruto do reino do Messias (Is 2.4; 9.4-7; 11.6-9; 32.17,18; 33.5,6; 54.13; 55.12; 60.18; 65.25; 66.12; Ez 28.26; 34.25,28; Os 2.18; Mq 4.2,3; Zc 9.10).

6.3 Alegria.
A plenitude da alegria será marca característica da era milenar (Is 9.3,4; 12.3-6; 14.7,8; 25.8,9; 30.29; 42.1,10-12; 52.9; 60.15; 61.7,10; 65.18,19; 66.10-14; Jr 30.18,19; 31.13,14; Sf 3.14-17; Zc 8.18,19; 10.6,7).


VII. OS PARTICIPANTES DO MILÊNIO
As pessoas inclusas no reino milenial de Cristo serão os santos da Grande Tribulação: judeus e gentios, tanto vivos como ressurretos (Mt 24.32-40; Ap 20.4) e a Igreja do Senhor Jesus Cristo com corpo glorioso (Ap 1.6; 2.6; 5.10). Embora somente os remidos possam entrar no reino do Messias, os santos vivos que escaparem da Tribulação adentrarão o reino em seus corpos naturais e com a capacidade de procriar. As crianças que nascerem durante o Milênio precisarão de salvação, que lhes será oferecida por intermédio de Israel (LAHAYE, 2010, pp. 149-150 – acréscimo nosso).


VIII. O QUE SERÁ O MILÊNIO PARA ISRAEL
Segundo o teólogo Pentecost (sd, p. 486), esse período verá o cumprimento completo de todas as alianças que Deus fez com o povo de Israel. Observa-se, assim, que a era milenar traz consigo pleno cumprimento de todas as promessas de Deus para com a nação de Israel, como veremos a seguir. Notemos:

8.1 A aliança abraâmica.
As promessas da aliança abraâmica a respeito da terra e da descendência são cumpridas na era milenar (Is 10.21,22; Jr 30.22; 32.38; Ez 34.24,30,31; Mq 7.19,20; Zc 13.9; Ml 3.16-18). A perpetuidade de Israel, sua posse total da terra e sua herança das bênçãos estão diretamente relacionadas ao cumprimento desta aliança.

8.2 A aliança davídica.
As promessas da aliança davídica a respeito do rei, do trono e da casa real são cumpridas pelo Messias na era milenar (Is 11.1,2; 55.3,11; Jr 23.5-8; 33.20-26; Ez 34.23-25; 37.23,24; Os 3.5; Mq 4.7,8). O fato de Israel possuir um reino, governado pelo Filho de Davi, baseia-se nessa aliança davídica.

8.3 A aliança palestina.
As promessas da aliança palestina a respeito da ocupação da terra são cumpridas por Israel na era milenar (Is 11.11,12; 65.9; Ez 16.60-63; 36.28,29; 39.28; Os 1.10-2.1; Mq 2.12; Zc 10.6). Essas referências à ocupação da terra prometem o cumprimento da aliança palestina.

8.4 A nova aliança.
As promessas da nova aliança no tocante a um novo coração, ao perdão dos pecados e à plenitude do Espírito Santo são cumpridas para com a nação convertida na era milenar (Jr 31.31-34; 32.35-39; Ez 11.18-20; 16.60-63; 37.26; Rm 11.26-29). Todas as bênçãos espirituais que Israel recebe são cumprimento dessa aliança.


CONCLUSÃO
Por ocasião da segunda fase da segunda vinda, Cristo descerá com a Sua igreja para implantar o seu Reino Milenial na terra, a fim de cumprir a promessa feita a nação de Israel. Sob o governo teocrático, esse período de mil anos literais será marcado pela justiça, paz e alegria no Espírito Santo para todos os homens.



REFERÊNCIAS
Ø  ANDRADE, Corrêa de. Dicionário de Escatologia Bíblica. CPAD.
Ø  CHAMPLIN, R. N. Dicionário de Bíblia, Teologia e Filosofia. HAGNOS.
Ø  LAHAYE, Tim. Enciclopédia Popular de profecia Bíblica. CPAD.
Ø  PFEIFFER, Charles F. et al. Dicionário Bíblico Wyclliffe. CPAD. 




Por Rede Brasil de Comunicação. 

sábado, 27 de fevereiro de 2016

LIÇÃO 09 – A VINDA DE JESUS EM GLÓRIA






Mt 24.29,30; Ap 19.19,20; 20.1,2,3 



INTRODUÇÃO
Estudaremos nesta lição a distinção entre o arrebatamento da Igreja e a vinda de Jesus em glória. Faremos uma comparação entre a primeira e a segunda fase da vinda de Jesus a terra. Veremos ainda os propósitos especiais nessa volta gloriosa de Jesus. Apontaremos os fatos que podem ser ressaltados na segunda vinda em glória através do cumprimento das profecias e concluiremos fazendo um paralelo entre estes dois eventos escatológicos.


I. A VINDA DE JESUS EM GLÓRIA
É o momento em que Cristo virá para implantar o Reino Milenar após os sete anos da Grande Tribulação (Is 63.1; Dn 7.13-14; Zc 12.10; Mt 26.64; Ap 19.11). Jesus já veio uma vez em carne, e foi crucificado, morreu e ressuscitou e virá novamente até as nuvens no primeiro momento para arrebatar a Igreja (1Ts 4.14-17; 1Co 15.51-52). Após o Arrebatamento haverá a Grande Tribulação, e quando os judeus estiverem quase perecendo por causa da perseguição efetuada pelo Anticristo, o Senhor Jesus irromperá nas nuvens pela segunda vez com “poder e grande glória”, e desta vez, virá até a Terra para salvar a Israel dos seus inimigos, julgar as nações, aprisionar o falso profeta e os demônios com Satanás por mil anos e implantar o Reino Milenial no “grande e terrível dia do Senhor” (Ml 4.5). Nessa Sua segunda volta, Jesus virá acompanhado por um imenso corpo de hostes celestiais chamados de “os exércitos do céu” (Jd 14; Ap 19.14; Zc 14.5c), são os crentes que foram arrebatados antes da Grande Tribulação (Jo 14.1-4), como também os anjos que virão com Ele do céu a terra (Mt 25.31) (LAHAYE, 2009, p. 414).


II. AS PROFECIAS E A SEGUNDA VINDA EM GLÓRIA
A segunda vinda em glória de Jesus é inevitável pelas profecias. O grande grupo de profecias que ainda não foram cumpridas torna a segunda vinda de Jesus em glória absolutamente inevitável. Notemos o que diz as profecias:

2.1 O cumprimento das profecias. Foi prometido que Ele mesmo virá (At 1.11); Ele voltará a este mundo ao mesmo monte das Oliveiras, de onde ascendeu (Zc 14.4); virá em chama de fogo (2 Ts 1.8), nas nuvens do céu com grande poder e glória (Mt 24.30; l Pe 1.7; 4.13); Ele se levantará sobre a terra (Jó 19.25); Seus santos (a igreja) virão com Ele (l Ts 3.13; Jd 14); todo o olho o verá (Ap 1.7); Ele destruirá o anticristo (2Ts 2.8); Ele se assentará no Seu trono (Mt 25.31; Ap 5.13); todas as nações serão reunidas perante Ele para serem julgadas (Mt 25.32); Ele terá o trono de Davi (Is 9.6,7; Lc 1.32; Ez 21.25-27; Jr 23.5,6); Ele terá um reino e reinará sobre todos os seus santos (Dn 7.13-14; 18-27; Ap 5.10); todos os reis e nações o servirão (Sl 72.11; Is 49.6,7; Ap 15.4); os reinos deste mundo se tornarão o Seu reino (Zc 9.10; Ap 11.15); a Ele correrão os povos (Gn 49.10); todo o joelho se dobrará diante Dele (Is 45.23); as nações subirão para adorar o Rei (Zc 14.16; SI 86.9); Ele edificará Sião (Sl 102.16); Seu trono será em Jerusalém (Jr 3.17; Is 33.20,21); os apóstolos se assentarão em doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel (Mt 19.28; Lc 22.28-30); Ele governará todas as nações (SI 2.8,9; Ap 2.27); Ele reinará em juízo e justiça (SI 9.7); o templo em Jerusalém será reconstruído (Ez 40-48) e a glória do Senhor entrará Nele (Ez 43.2-5; 44.4; Is 40.5); o deserto se transformará em pomar e florescerá como a rosa (Is 32.15; 35.1,2).


III. OS PROPÓSITOS DA VOLTA TRIUNFAL E GLORIOSA DE JESUS
Todo o plano de aliança com Israel, ainda não cumprido, torna obrigatória a segunda vinda do Messias à terra. O princípio do cumprimento literal torna o retorno de Cristo essencial. A Bíblia descreve vários propósitos pelos quais “Jesus virá com poder e grande glória”, e entre eles podemos pontuar alguns. Vejamos:

ü  Jesus irá libertar e abençoar a criação (Rm 8.19, 21-22);
ü  Mostrar a sua grande glória aos povos (Mt 16.27; 2Ts 1.7-10; Tt 2.13)
ü  Ressuscitar os mártires da Grande Tribulação (Ap 13.15; 20.4-5);
ü  Salvar e livrar Israel da destruição total (Zc 7-9; Mt 23.39; Rm 11.26,27);
ü  Fazer cumprir a segunda parte da profecia de Ezequiel quando o espírito reviveu os ossos secos (Ez 37.10);
ü  Trazer a vida nacional e espiritual ao povo de Israel (Is 66.7.8; Hb 8.8-10; 10.16,17)
ü  Lançar o Anticristo e o Falso Profeta no lago de fogo (Is 66.15,16; Ap 19.19,20);
ü  Realizar o juízo conhecido como Julgamento das Nações Vivas (Mt 25.31-33; Jl 3.1-2, 12);
ü  Trazer juízo e justiça contra os ímpios (Is 26.21; 63.1-6; Jd 14,15);
ü  Destruir o império do Anticristo esmiuçando pela pedra cortada sem auxílio de mãos (Dn 2.44,45; At 4.11)
ü  Implantar o Reino Milenar (Ap 20.4);
ü  Prender Satanás no abismo por mil anos (Mt 25.41; Ap 19.20; 20.1-3).


IV. AS DUAS FASES DA VINDA DE JESUS
Segundo as Escrituras, a segunda vinda terá duas fases, a saber: a) Arrebatamento da Igreja. “Aguardando a bem-aventurada esperança...” e b) Aparecimento em glória. “... o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Senhor Jesus Cristo” (Tt 2.13). A Manifestação de Cristo em poder e grande glória não deve ser confundida com o Arrebatamento, pois, a segunda vinda de Cristo em glória dar-se-á em duas fases distintas, uma antes, e outra depois da Grande Tribulação (GILBERTO, 2009, pp. 230, 489). Didaticamente podemos dividir em duas fases:

4.1 A primeira fase da segunda vinda. 
Esta fase destina-se à Igreja e será invisível, e é chamada de “encontro” ou “arrebatamento” (1Ts 4.17). Nesta ocasião ocorrerá a ressurreição dos que morreram em Cristo (1Ts 4.16); os crentes vivos serão transformados. Seus corpos se revestirão de imortalidade (1Co 15.51,53) e tanto os crentes ressurretos como os que foram transformados, serão arrebatados para encontrar-se com Cristo nos ares (1Ts 4.17). Cristo, em sua primeira vinda (encarnação), resgatou-nos do domínio do pecado (Rm 6.14), ressuscitou para a nossa justificação (Rm 4.25), fundou a sua Igreja (Mt 16.18) e ascendeu ao Céu (At 1.7-11).

4.2 A segunda fase da segunda vinda. 
Esta fase acontecerá sete anos depois do arrebatamento, ou seja, após a Grande Tribulação. O regresso de Cristo, desta vez, será visível e glorioso e todos verão a Jesus (Zc 12.10; 13.1,2; 14.3,4; Mt 24.30; 26.64; Ap 1.7). Seu primeiro toque a este mundo será no Monte das Oliveiras, como está escrito pelo profeta Zacarias (14.14) e Cristo virá acompanhado com os seus santos e com os anjos (Mt 25.31; Ap 19.11-16).


V. DIFERENÇA ENTRE O ARREBATAMENTO E A VINDA DE CRISTO EM GLÓRIA
É preciso distinguir os dois momentos da vinda de Jesus: o Arrebatamento (nos ares - invisível), para a noiva e a Vinda em Glória (à Terra - visível), com a esposa (Ap 19.7). Comparemos as seguintes diferenças:

ARREBATAMENTO “Parousia” (1ª FASE INVISÍVEL)
VINDA EM GLÓRIA “Epiphanéia” (2ª FASE VISÍVEL)

Será antes da Grande Tribulação (1Ts 5.9; Ap 3.10).

Será depois da Grande Tribulação (Ap 6-19).
O Senhor vem para a Igreja (Jo 14.2,3).
O Senhor vem com a Igreja (Jd 14; Zc 14.5).
O Senhor vem como ladrão (Ap 16.15).
O Senhor vem como relâmpago (Lc 17.24).
Os crentes encontrarão o Senhor nos ares (1Ts 4.17).
Os crentes vão retornar com o Senhor à terra (Ap 19.14).
Ocorrerá a qualquer dia (1 Co 15.50-54; Tt 2.13; 1 Ts 4.13-18).
Ocorrerá 7 anos após o arrebatamento.
O Senhor vem num piscar de olhos e será secreto (1Co 15.52).
O Senhor virá publicamente e todo olho O verá (Ap 1.7). Vai ser visível a todos (Ap 1.7; Mt 24.29-30).
No arrebatamento Ele vem para livrar a Igreja (1Ts 1.10).
Em Sua vinda Ele vem para livrar Israel (Sl 6.1-4).
O Senhor reunirá os seus santos (1 Ts 4.15-18; 2 Ts 2.1).
Os seus anjos reunirá os eleitos de Israel (Mt 24.30,31).
Ele vem como o Noivo, para receber Sua noiva, a Igreja (Mt 25.6,10; Jo 14.3).
Em Sua vinda Ele vem como o Filho do Homem em juízo sobre aqueles que o rejeitaram (Mt 24.27, 28).
O Senhor vem como a Estrela da manhã (Ap 22.16).
O Senhor virá como o Sol da justiça (Ml 4.2).


CONCLUSÃO
Concluímos esta lição, entendendo que diante dessa gloriosa promessa, da volta do Senhor Jesus em glória, devemos estar vigilantes, vivendo em santidade, esperando o arrebatamento da Igreja para podermos participar deste dia em que estaremos com o Senhor em seu segundo retorno a esta terra, com corpos transformados definitivamente livres de todo sofrimento onde estaremos para sempre com o Senhor em seu Reino Eterno.



REFERÊNCIAS
Ø  ICE, Thomas. Profecias de A a Z. ACTUAL.
Ø  LAHAYE, Tim. Enciclopédia Popular de Profecia Bíblica. CPAD.
Ø  RENOVATO, Elinaldo. O Final de Todas as Coisas. CPAD.
Ø  STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
Ø  ZIBORDI, Ciro Sanches. Teologia Sistemática Pentecostal. CPAD. 



Por Rede Brasil de Comunicação.
Adaptado pelo Amigo da EBD. 


terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

QUESTIONÁRIOS DO 1° TRIMESTRE DE 2016






   O FINAL DE TODAS AS COISAS –
Esperança e glória para os salvos




Lição 08

Para Refletir
A respeito da Escatologia Bíblica, responda:


O que é a Grande Tribulação?
Segundo o Dicionário de Profecia Bíblica, a Grande Tribulação é um “período de aflição e angústias incomuns que terá início após o arrebatamento da Igreja. Deus, o justo Juiz, estará enviando sobre o mundo o seu juízo” (Is 13.11).

Quanto tempo vai durar a Grande Tribulação?
Terá a duração de sete anos.

Quando ocorrerá a Grande Tribulação?
Ela ocorrerá, entre o arrebatamento da Igreja e a vinda de Jesus em Glória (segunda fase, para reinar).

A Igreja passará pela Grande Tribulação?
A Igreja não passará pela Grande Tribulação.

Como é formada a trindade satânica?
O falso profeta, juntamente com o Diabo e o Anticristo.