segunda-feira, 23 de abril de 2018

QUESTIONÁRIOS DO 2° TRIMESTRE DE 2018







   VALORES CRISTÃOS –
Enfrentando as questões
morais de nosso tempo






Lição 04

Para Refletir
A respeito do tema “Ética Cristã e Aborto”, responda:


O que é aborto?
O aborto é a interrupção do nascimento por meio da morte do embrião ou do feto.

Fale sobre o conceito bíblico de aborto.
Na lei mosaica, provocar a interrupção da gravidez de uma mulher era tratado como ato criminoso (Êx 21.22,23).

Fale sobre como o aborto era visto na História da Igreja.
“O ensino dos dez apóstolos” (século I), chamado de Didaqué, condena o aborto: “Não matarás o embrião por aborto e não farás perecer o recém-nascido” (Didaqué 2,2).

Segundo a lição, e de acordo com a Bíblia, quando a vida começa?
A Palavra de Deus ensina que a vida inicia na fecundação (Jr 1.5).

Qual a implicação ética em relação ao aborto no caso de estupro?
A questão ética relaciona-se ao fato de que um crime não pode justificar outro crime. Para os cristãos o ensino bíblico é claro: “Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm 12.21).



sábado, 21 de abril de 2018

LIÇÃO 04 - CONSERVANDO UMA VIDA FRUTÍFERA (VÍDEO AULA)








LIÇÃO 04 - ÉTICA CRISTÃ E ABORTO (VÍDEO AULA)







O SEXTO MANDAMENTO




Objetivo:
Mostrar ao aluno que é Deus quem concede a vida. O direito de nascer e de viver não pode ser violado pelas ideologias humanas.

Material:
Folhas de papel ofício com as questões para os grupos e canetas.

Procedimento:
Divida a classe em dois grupos (homens e mulheres). Depois entregue a cada grupo duas das questões abaixo. Cada grupo terá três minutos, no máximo, para discutir seu tema e dois minutos para expor sua opinião à classe.

1. Qual deve ser o posicionamento do cristão em relação ao aborto?
2. O que diz a Bíblia a respeito do aborto?
3. Em caso de estupro, biblicamente o aborto se torna legal?
4. No caso do bebê não ter cérebro, biblicamente o aborto é lícito?

Conclua explicando que muitas mulheres, não crentes, defendem o aborto porque recorrem a ele como um método para eliminar as consequências de um relacionamento sexual fora do casamento. A chamada gravidez indesejável é eliminada através do assassinato de um ser indefeso. De acordo com Charles Colson “a prática do aborto depende de desumanizar o feto – acreditando que ele seja apenas um monte de células, nada mais que matéria fetal”. 


Por Telma Bueno e Simone Maia.



segunda-feira, 16 de abril de 2018

QUESTIONÁRIOS DO 2° TRIMESTRE DE 2018







   A IGREJA DO ARREBATAMENTO –
O padrão dos Tessalonicenses
para estes últimos dias






Lição 03

Hora da Revisão
A respeito do tema “O fruto de um trabalho zeloso”, responda:


1. Tomando como base a Primeira Epístola aos Tessalonicenses, cite três características de um ministério íntegro.
Dedicação, diligência e doação.

2. Que riscos a Igreja corre ao retirar a centralidade da Palavra de suas reuniões de celebração?
Perde-se a centralidade de Cristo na adoração, e a liturgia torna-se puro entretenimento.

3. Quais os efeitos em uma comunidade local de uma vocação ministerial cumprida segundo a vontade de Deus?
Desenvolvimento espiritual, crescimento mútuo e denúncia das obras do mal.

4. Por que não devemos compreender a bênção de Deus em nossas vidas de modo egoísta?
Sempre que o Senhor abençoa-nos abundantemente, o seu objetivo é que sejamos capazes de compartilhar com os outros o muito que ele nos tem dado (2 Co 9.8).

5. De que modo as obras do Maligno são denunciadas quando assumimos uma postura de espiritualidade madura?
Por meio dos princípios do Reino de Deus que se estabelecem e manifestam as obras de Cristo.



QUESTIONÁRIOS DO 2° TRIMESTRE DE 2018







   VALORES CRISTÃOS –
Enfrentando as questões
morais de nosso tempo






Lição 03

Para Refletir
A respeito do tema “Ética Cristã e Direitos Humanos”, responda:


Dê o significado da palavra “direito”.
A palavra “direito” significa “aquilo que é reto, correto, justo”.

De acordo com a lição, explique a formação dos Direitos Humanos.
Com o advento da 2ª Guerra Mundial, e após a tragédia que ela trouxe ao mundo, no dia 10 de dezembro de 1948 foi adotada a Declaração Universal dos Direitos Humanos pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Segundo o Pentateuco, destaque os grupos de pessoas que devem ser protegidos socialmente.
O estrangeiro (Êx 22.21), a viúva e o órfão (Êx 22.22) e o pobre (Êx 22.25-26).

De acordo com os Evangelhos, em que se resume a mensagem de Cristo?
A mensagem de Cristo presente nos Evangelhos resume-se na prática do amor a Deus e ao próximo (Mt 22.37-40).

No tópico três há uma lista de urgências que a igreja não pode se esquivar. Quais são essas urgências? Justifique a sua resposta.
O trabalho escravo, os prisioneiros e os problemas sociais. Os seguidores de Jesus, têm na mensagem dEle, a responsabilidade de levar aconchego espiritual aos necessitados.



domingo, 15 de abril de 2018

LIÇÃO 03 - ÉTICA CRISTÃ E DIREITOS HUMANOS (SUBSÍDIO)


  



Is 58.6-12




INTRODUÇÃO 
Nesta lição traremos o conceito de direitos humanos, destacando seus fundamentos e finalidade nas Escrituras, bem como, sua sublimidade nos ensinos de Jesus e dos apóstolos. Mostraremos que os princípios que orientam tais direitos tiveram sua origem divina, no ato da criação.


I. BREVE ABORDAGEM SECULAR DOS DIREITOS HUMANOS 
1. Conceito Jurídico.
A expressão “direitos humanos” é uma forma abreviada de mencionar os direitos fundamentais do ser humano. Esses direitos são considerados fundamentais, porque sem eles, a pessoa não consegue ou não é capaz de se desenvolver e de participar plenamente da vida. Todas as pessoas devem ter asseguradas, desde a concepção, as condições mínimas necessárias para se tornarem úteis à humanidade, como também devem ter a possibilidade de receber os benefícios que a vida em sociedade pode proporcionar (DALLARI, 1998, p. 7).

2. A Declaração Universal e a Constituição Brasileira.
Ao final da segunda Guerra mundial (1939-1945), surge a ONU (Organização das Nações Unidas); e uma das suas primeiras tarefas, foi a elaboração de um documento histórico, que tentasse acabar de vez com o desrespeito aos direitos básicos do ser humano; para evitar a repetição de todos os horrores da guerra então recém-terminada. Nascia assim a Declaração Universal dos Direitos Humanos, concluída em 1948. Liberdade, Igualdade e Fraternidade: eis os três princípios, isto é, os pontos de partida da Declaração Universal; dividida em quatro partes e contendo trinta artigos, como se fossem trinta “mandamentos”. Já em nossa Constituição de 1988, em seu Artigo 4º, inciso II, é a primeira em nossa história a estabelecer a prevalência dos direitos humanos como princípio do Estado brasileiro (CIBEC, 2003, pp. 22,23). A República Federativa do Brasil constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos a soberania, a cidadania e a dignidade do ser humano; como objetivos a construção de uma sociedade livre, justa e solidária para erradicar a pobreza e a marginalização, reduzir as desigualdades sociais e reger-se em suas relações internas e externas pelo princípio da prevalência dos Direitos Humanos (arts. 1º, 3º e 4º Constituição Federal, 1988).


II. FUNDAMENTOS DOS DIREITOS HUMANOS NAS ESCRITURAS 
1. Amor a Deus.
Era baseado no amor a Deus, que no AT, que Israel deveria fundamentar sua obediência: “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus (...)” (Dt. 6.5; 10.12). Obedecer a Deus era dever, não só de Israel, mas de todo homem (Ec 12.13). A nação israelita era a única cuja legislação (conjunto de leis), jurisdição (poder atribuído a uma autoridade para fazer cumprir determinadas leis e punir quem as infrinja), e jurisprudência (conjunto de soluções dadas às questões de direito pelos tribunais), tinham sua origem na pessoa do Deus vivo: “E que grande nação há que tenha estatutos e juízos tão justos como toda esta lei que hoje vos proponho?” (Dt 4.8). O próprio Deus é o padrão absoluto de justiça. Na literatura poética também encontramos a ênfase a justiça de Deus: “Ele ama a justiça e o direito” (Sl 33.5), ou, “exercitar justiça e juízo é mais aceitável ao Senhor do que sacrifício” (Pv 21.3). Justiça (hb. tsedeq) e direito (hb. mishpá), são condições necessárias para que haja a paz na comunidade (Is 32.17,18), é a santidade de Deus que se manifesta no tratamento correto com suas criaturas, bem como a conduta reta em relação ao outro (Gn 18.25). Deus revela a sua justiça quando: a) livra o inocente (Êx 34.7; Nm 14.18); b) condena o ímpio (Pv 6.17); e, c) exige que o homem faça justiça (Dt 27.25; Sl 15.5; Jr 22.3). Visto que as leis morais refletem a natureza e o caráter de Deus, elas são “imutáveis e irrevogáveis”, uma vez que a natureza moral do Senhor é permanente e não pode mudar (Nm 23.19; Is 41.4; Ml 3.6; Hb 1.11,12; Tg 1.17), as leis que são baseadas nessa natureza são absolutas, perfeitas e eternas.

2. Amor ao próximo.
Mesmo no AT, a exigência do amor ao próximo estava presente na lei: “Não te vingarás, nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás a teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor ”(Lv 19.18). O amor ao próximo além de ser um resultado do amor a Deus é o reconhecimento de que todos foram criados por Ele, logo, temos a mesma natureza e origem (Gn 1.26,27). As orientações de Deus ao povo em relação aos pobres, necessitados e oprimidos (Dt 15.4,7-11; Ex. 22.25; Lv 25.35,36; Dt 24.19-21), sempre contemplaram o respeito e amor ao próximo. Quando esse princípio era quebrado, Deus se utilizava dos profetas, trazendo palavras de Juízo contra os ricos (Is 1.21-25; Jr 17.11; Am 4.1-3; 5.11-13; Mq 2.1-5; Hc 2.6-8; Zc 7.8-14). No NT, o amor ao próximo é a marca da identidade cristã (Jo 13.35); de que somos nascidos de novo (1 Jo 4.7,8); de que o Espírito Santo está dentro de nós (Rm 5.5); e, de que somos seus filhos (1 Jo 4.10-14; 16-21).


III. FINALIDADES DOS DIREITOS HUMANOS NAS ESCRITURAS 
1. Promover a igualdade.
Diversos textos da Bíblia mostram que Deus não faz acepção de pessoas (Dt 10.17; 2 Cr 19.7; Jó 34.19; At 10.34; Rm 2.11; Ef 6.9), pois Ele não olha para a aparência das pessoas, mas para o coração (1 Sm 16.7). Ora, se Deus não trata as pessoas com indiferença, pois Ele ama a todos, independente de cor, sexo ou classe social (Jo 3.16; Rm 5.8); nós, como seus filhos, também não devemos tratar as pessoas com dois pesos e duas medidas, ou seja, honrando uns e desprezando outros (Dt 16.19; Jó 13.8). Porém, precisamos entender que a igualdade aqui referida não diz respeito a desconstrução de papéis sociais, como promovida pelo pensamento pós-moderno. Entretanto buscamos mostrar a igualdade quanto a natureza e origem, embora haja papéis sociais bem definidos para cada membro da família criado por Deus (Gn 2.24; Mc 10.7; Ef. 5.25-6.4).

2. Refrear a injustiça social.
Como já dito, os profetas eram agentes de Deus para efetuar mudanças significativas em Israel; revelar Deus como o: “Senhor da Justiça” (Jr 23.6); e demonstrar que Deus queria que os reis e juízes, ou seja, os líderes da nação fossem justos e corretos (2 Sm 8.15; 1 Cr 18.14; 1 Rs 10.9; Dt 1.16; Êx 23.7-8; Sl 82.3-4). No padrão estabelecido por Deus, o dever do rei ou governante é não se deixar corromper, mas, velar constantemente em favor dos oprimidos e necessitados (Pv 31.4,5,8-9); promover o bem comum e a paz; e advertir aos juízes que não aceitassem suborno (Êx 23.8), nem fossem intimidados pelos poderosos, mas, que julgassem retamente (Am 3.10). Esse sempre foi o ideal de Deus, embora quase sempre o povo não cumprisse.

3. Amparar os menos favorecidos.
A lei de Moisés trazia diversas observações sobre os cuidados que os israelitas deveriam ter uns com os outros (Êx 22.25; 23.6; 19.15; 25.35; 25.39; Dt 15.9,11; 24.15). A preocupação com as pessoas economicamente desfavorecidas recebe um destaque também à luz do AT; elas deveriam ser objeto de provisões específicas garantidas pela Lei (Êx 23.11; Lv 14.21; 19.10), muito embora não devessem ser tratadas com favoritismo pelo fato de serem pobres (Lv 19.15), sendo também proibido qualquer pessoa explorar o próximo (Dt 16.18-20; Sl 82.1-4; Pv 21.15; Am 5.7-15) (KAISER, 2015, pp. 24,25). Não nos esqueçamos de que Israel tinha um governo teocrático, cuja organização social se assemelharia ao conceito moderno de “nação”. Logo, devemos tomar cuidado para não atribuirmos à Igreja o que é dever do Estado, e vice-versa. Deus estabeleceu um papel para família (Gn 2.24; Dt 6.7; Pv 22.6); Estado (Gn 9.6; Mt 22.21; Rm 13.1-7; 1 Pe 2.13-23); e a Igreja (Mt 28.18-20; Mc 15.16; Lc 10.1-3,9; Jo 17.16-21; 20.31; Rm 14.17).


IV. A SUBLIMIDADE DOS DIREITOS HUMANOS NO NOVO TESTAMENTO 
1.O exemplo de Jesus.
Jesus Cristo é o maior exemplo de propagador e defensor dos “Direitos Humanos”. Observamos isso quando: a) exigia a devida consideração para com as crianças: “[…] deixai vir os meninos a mim, e não os impeçais; porque dos tais é o reino de Deus” (Mc 10.14); b) na valorização das mulheres que podiam fazer parte do grupo de discípulos, bem como, cooperarem com Cristo apoiando o seu ministério (Lc 8.1-3); c) na atenção àqueles que eram discriminados pela sociedade (Mt 9.10,11; Lc 15.1; Mc 1.40,41; Jo 4.27). Durante o seu ministério terreno, o Senhor Jesus chamou Levi, que era um publicano para ser seu discípulo, e foi até a casa dele (Mt 9.9-13); entrou na casa de Zaqueu para hospedar-se em sua residência, que também era coletor de impostos, e, consequentemente, odiado pelos judeus (Lc 19.1-10). Ele evangelizou mulheres pecadoras (Jo 8.1-11), inclusive uma samaritana (Jo 4.1-30; 8.1-11) para demonstrar que ele veio desfazer todas as barreiras sociais e culturais, e que ele não trata as pessoas com indiferença ou favoritismo (Mt 22.16; Mc 12.14; Lc 20.21), nos ensinando que não devemos julgar as pessoas pela aparência, e sim, pela reta justiça (Jo 7.24).

2. A exortação apostólica.
Os apóstolos dedicaram boa parte de seus ensinos para corrigirem erros de ordem social em seus dias, bem como também, ressaltaram a importância da dignidade humana. O apóstolo Paulo ensinou que as pessoas idosas devem ser tratadas com amor e ternura (1 Tm 5.1,2). Nas relações de trabalho, as recomendações paulinas é que os servos “empregados”, obedeçam aos empregadores, respeitando-o, cumprindo com os compromissos de seu trabalho (1 Tm 6.1-2), para que o nome de Deus e a doutrina não sejam blasfemados, visto que a rebeldia, a preguiça e a ineficiência no trabalho, são atitudes que vão de encontro ao princípio estabelecido por Deus para a vida humana, que criou o trabalho (Gn 2.15; Dt 8.11-18), e que o mesmo deveria ser utilizado para a glória de Deus (Rm 11.36; 1Co 10.31; Cl 1.15,16; Hb 2.10,13,20,21).


CONCLUSÃO 
Embora o assunto sobre os Direitos Humanos tenham recebido em nossa sociedade uma atenção especial, no entanto, desde a criação do homem, a Bíblia se antecipa em revelar os padrões divinos acerca do que Deus requer do ser humano em tratamento com o seu semelhante.




REFERÊNCIAS
• BAPTISTA, Douglas. Valores Cristãos: Enfrentando as Questões de Nosso Tempo. CPAD.
• COLEMAN, L. William. Manual dos Tempos e Costumes Bíblicos. Editora Betânia.
• DALLARI, D. Direitos Humanos e Cidadania. São Paulo: Moderna.
• HELENA, Lúcia. Ética e Cidadania: construindo valores na escola e na sociedade. (CIBEC)
• KAISER, Jr. Walter. O Cristão e as Questões Éticas da Atualidade. VIDA NOVA.
• STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
• http://www.dhnet.org.br/dados/cursos/dh/cc/1/dh_const.htm - acessado em 05/03/2018




Por Rede Brasil de Comunicação.