segunda-feira, 15 de abril de 2013

QUESTIONÁRIOS DO 2° TRIMESTRE DE 2013

                                   
                                     A Família Cristã do Século XXI: 
                            Protegendo seu lar dos ataques do inimigo



Lição 02

1. Qual a origem da palavra monogamia?
R. A palavra monogamia vem de dois vocábulos gregos: monos (único) e gamós (casamento), significando um único homem para uma única mulher.

2. Quem deu início à bigamia?
R. Lameque, filho de Metusalém.

3. O que Pauto ensinou aos casados da igreja de Corinto?
R. Aos coríntios, o apóstolo Paulo ensinou que cada um deve ter a sua própria mulher e esta o seu próprio marido (1 Co 7.1,2), numa prevenção clara contra a prostituição.

4. De acordo com a lição, quem Deus uniu para embasar a heterossexualidade?
R. Homem e mulher.

5. O que pode fazer a convivência no casamento tornar-se uma grande fachada?
R. A falta de união e de amor.

sábado, 13 de abril de 2013

LIÇÃO 02 – O CASAMENTO BÍBLICO


Gn 1.27,31; 2.18,20-24




Nesta lição veremos qual a definição da palavra casamento. Veremos também que ele é uma instituição divina e como tal é um dom de Deus e um estado honroso para o homem. Destacaremos ainda quais os propósitos de Deus quanto ao matrimônio e, por fim, elencaremos qual o plano original do casamento segundo a Bíblia Sagrada.



I – DEFINIÇÃO DE CASAMENTO
1.1 Dicionário Aurélio. “Ato solene de união entre duas pessoas de sexos diferentes, capazes e habilitadas, com legitimação religiosa e/ou civil”. O artigo 226, parágrafo 3º da Constituição Federal diz que para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento. Como podemos ver, tanto o dicionário como a Constituição Federal, conceitua o casamento como “união entre duas pessoas de sexos diferentes”, o que deixa claro que a união homossexual não pode ser caracterizada como casamento.

1.2 Dicionário Teológico. Instituição que tem por objetivo legalizar a união entre um homem e uma mulher (CLAUDIONOR, 2006, p. 91). Ainda pode-se dizer que o casamento é uma instituição social de origem divina, fundada no princípio da raça humana, para dar origem e sustentação à família (Gn 2.22-24; Mt 19.4-6). Quanto ao ato, o casamento é um concerto, ou aliança, feito entre pessoas de sexos opostos – diante de Deus, da família, da igreja – de serem marido e mulher enquanto viverem (Ml 2.14).


II – CASAMENTO, UMA INSTITUIÇÃO DIVINA
O casamento não foi estabelecido por uma lei humana, nem inventado por alguma civilização. Ele antecede toda a cultura, tradição, povo ou nação. A história do primeiro casal, Adão e Eva, é apresentada no Antigo Testamento como a gênese do casamento (Gn 2.18-25). O texto bíblico deixa claro que Deus “formou uma mulher, e trouxe-a a Adão” (Gn 2.22-b). Logo, o casamento é uma instituição divina (Mt 19.5,6). O Aurélio define a palavra “instituição” como: “ato de instituir; criação, estabelecimento”. Por isso, biblicamente podemos afirmar que estar casado é:

2.1 Um dom de Deus. mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um de uma maneira e outro de outra(I Co 7.7). Neste texto, o apóstolo Paulo não coloca o celibato como regra, mas como exceção, pois, esta abstinência deve ser voluntária (I Co 7.8,9). Logo, quem casa não é menos santo que o que não deseja casar (I Tm 4.2,3). Afinal de contas, tanto é dom de Deus desejar permanecer solteiro tanto quanto estar casado. A palavra “dom” no grego “charisma” significa: “presente” dando a entender que o homem é presenteado por Deus com o matrimônio (Pv 18.22; 19.14).

2.2 Um estado honroso. O escritor aos hebreus nos diz: “Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula” (Hb 13.4-a). O Aurélio define a palavra veneração como: “reverência, respeito, admiração, consideração”. Está explícito que o casamento é uma condição de honra, pois nele o sexo é desfrutado de forma legal.


III - O PROPÓSITO DE DEUS PARA O CASAMENTO
3.1 Companhia. O relato bíblico nos mostra que o homem estava só, pois faltava-lhe uma companheira (Gn 2.20). Deus viu a necessidade de Adão e providenciou-lhe a mulher para suprir sua carência Não é bom que o homem esteja só; farlhe- ei uma adjutora que esteja como diante dele” (Gn 2.18). A mulher foi criada para ser a amável companheira do homem e sua ajudadora. Daí, ela ser participante da responsabilidade de Adão e com ele cooperar no plano de Deus para a vida dele e da família por meio do casamento.

3.2 Identificação. No casamento Deus criou uma pessoa para Adão com quem ele se identificasse. Por isso, fazendo-o dormir, tirou-lhe uma parte do corpo, para dela fazer uma mulher “E da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão” (Gn 2.22). Deus estava criando não apenas um outro indivíduo, mas um indivíduo novo, totalmente diferente, com outro sexo. Adão identificou-se de tal maneira com a mulher que expressou a respeito dela da seguinte maneira: “Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada” (Gn 2.23).

3.3 Relacionamento. Outro propósito pelo qual Deus instituiu o casamento foi para que o homem tivesse com quem se relacionar plenamente. O texto sagrado nos mostra que através do matrimônio Deus tinha em mente proporcionar ao homem e a mulher um relacionamento de forma: (1) Física: e apegar-se-á à sua mulher”; (2) Sexual: e serão ambos uma carne”; e (3) Emocional: o homem que “estava só” (Gn 2.1) agora tinha alguém para dirigir seu afeto (Gn 2.23).


IV - O PLANO ORIGINAL DO CASAMENTO SEGUNDO A BÍBLIA
A Bíblia declara ser um livro dotado de autoridade divina, resultante de um processo pelo qual homens movidos pelo Espírito Santo escreveram textos inspirados por Deus (II Tm 3.16,17; II Pe 1.19-21). Para nós, crentes em Jesus, o conceito de certo e do errado deve ter como base a Bíblia Sagrada, a nossa “regra de fé e prática”. A Bíblia nos mostra que, ao criar Adão e Eva, Deus estabeleceu seu plano para o casamento. Vejamos abaixo:

4.1 União heterossexual (Heteros = diferente) + (sexual = sexo). O relacionamento conjugal só é possível entre um homem e uma mulher, ou seja, entre um macho e uma fêmea “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gn 1.27). Qualquer união sexual fora desse padrão, como o homossexualismo, por exemplo, se constitui violência ao plano original divino (Lv 18.22; Dt 23.17). Visto que, o objetivo principal do casamento é a procriação e, biologicamente, a prática homossexual não pode cumprir esse propósito. Por isso, em (Rm 8.26-28), Paulo diz que tal comportamento é: (1) “contrário à natureza”; (2) “sentimento perverso” e (3) “coisas que não convêm”.

4.2 União Monossomática (mono = um) + (soma = corpo). Deus, de um ser humano, fez dois (Gn 2.21,22), e de dois “macho e fêmea” tinha em mente, com o casamento fazer um “e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.” (Gn 2.24-c). Logo, Adão e Eva poderiam ser considerados não apenas um corpo, mas como duas almas e espíritos unidos pelos laços conjugais. Este é mais um mistério do casamento “serão ambos uma carne” (Gn 2.24). A expressão em destaque diz respeito a um nível de relacionamento tão íntimo entre um casal, ao ponto de fazerem com que o marido e a esposa tornem-se uma só pessoa, de tal forma que beneficiando ou afetando um logo se atingirá o outro. De modo que amar a esposa, na perspectiva paulina é amar o seu próprio corpo (Ef 5.28-b).

4.3 União indissolúvel. A Sagrada Escritura nos revela que no projeto de Deus, o casamento é indissolúvel “e apegar-seá à sua mulher” (Gn 2.24-b). A expressão “apegar-se” no hebraico dãbaq significa: “apegar-se, grudar-se, esconder-se”. Usado no hebraico moderno no sentido de “colar, aderir”, dabaq traduz a forma substancial de “cola” e também as ideias mais abstratas de “lealdade e devoção”. O uso no texto de (Gn 2.24) reflete o significado de um objeto (pessoa) ser único a outro (VINE, 2002, p. 42). Três termos na Bíblia nos atestam a indissolubilidade do casamento. Vejamos:

     ü  Deus diz: “e apegar-se-á à sua mulher” (Gn 2.24-b);
    ü  Jesus diz: “Deus ajuntou” (Mt 19.6)
    ü  Paulo diz: “Porque a mulher... enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei” (Rm 7.2).
      
Está claro em toda a Escritura que o casamento deve ser para toda a vida. No Antigo Testamento, por exemplo o profeta Malaquias repreende os judeus por tratarem de forma leviana o matrimônio. O Senhor deixa claro que DETESTA o divórcio (Ml 2.16), pois do marido e da mulher fez um só (Ml 2.15). No Novo Testamento, o Senhor Jesus, falou explicitamente contra o divórcio (Mt 19.6). A perspectiva paulina segue o mesmo padrão (Rm 7.2,3; I Co 7.10,11,39). Portanto, a vontade de Deus para o casamento é que cada cônjuge seja único até que a morte os separe (Mc 10.7-9). A única exceção se dá em caso de traição (Mt 19.9).

4.4 União monogâmica (mono = um) + (gamós = casamento). Monogamia, é o sistema de constituição familiar pelo qual o homem tem uma só mulher e a mulher um só marido. A monogamia é o padrão divino para o casamento (Gn 2.18). O apóstolo Paulo foi enfático quanto ao casamento monógamo “cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido” (I Co 7.2). Há muitos argumentos contra a poligamia, eis alguns deles: (1) A monogamia foi ensinada por precedência: Deus deu a Adão apenas uma mulher e a Eva apenas um homem (Gn 2.18); (2) A monogamia foi ensinada por mandamento (Dt 17.17); (3) A monogamia foi ensinada como um preceito moral contra o adultério “Não cobiçarás... a mulher do teu próximo (singular)”. Isso traz implícito que o próximo só poderia ter uma esposa legítima; e (4) A monogamia é ensinada através das severas consequências decorrentes da poligamia: Gênesis 26 nos mostra que: ela torna a vida amarga (v.35); Gênesis 29 afirma que ela causa rivalidade (v.30); e ódio (v.31). Gênesis 30 mostra que ela leva à inveja (v.1), à ira (v.2) e a desavença e brigas (v.8).


CONCLUSÃO
Como pudemos ver, o casamento é uma instituição de origem divina, seu padrão encontra-se revelado nas Escrituras Sagradas e o mesmo possui propósitos específicos, como oferecer companhia ao homem, dando-lhe alguém com quem ele possa identificar-se e relacionar-se plenamente.



REFERÊNCIAS
  ü  Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. CPAD.
  ü  CHAMPLIN, R. N. Dicionário de Bíblia, Teologia e Filosofia. HAGNOS.
  ü  LOPES, Hernandes Dias. Casamento, divórcio e novo casamento. HAGNOS
  ü  ANDRADE, Claudionor de. Dicionário Teológico. CPAD.

terça-feira, 9 de abril de 2013

QUESTIONÁRIOS DO 2° TRIMESTRE DE 2013


                                   A Família Cristã do Século XXI: 
                            Protegendo seu lar dos ataques do inimigo




Lição 01

1. Qual o propósito de Deus no criar a família?
R. O propósito divino era estabelecer uma instituição que pudesse propiciar ao ser humano abrigo e relacionamento.

2. O que o Jardim do Éden era para a primeira família?
R. Um local especial de acolhimento, proteção e provisão.

3. Qual é a origem dos males que atacam as famílias?
R. O pecado.

4. Cite as consequências do pecado para a mulher e para a terra.
R. A mulher teria filhos com muita dor (Gn 3.16) e o seu desejo, ou seja, sua vontade estaria submetida á vontade de seu marido. A Terra também foi afetada pelo pecado, produzindo espinhos e cardos (Gn 3.18).

5. De acordo com a lição, quais, são os principais inimigos espirituais da família na atualidade?
R. A carne, o mundo e o Diabo.

LIÇÃO 01 - FAMÍLIA, CRIAÇÃO DE DEUS


Gn 2.18-24



INTRODUÇÃO                                                                                                                                      
Neste segundo trimestre de 2013 estudaremos sobre A Familia Crista no Seculo XXI: Protegendo seuLar dos Ataques do Inimigo. O momento é mais do que oportuno para estudar este tema tão relevante, tendo em vista que o Diabo, o principal inimigo de Deus e da família, tem investido diuturnamente contra esta instituição divina. Nesta primeira lição, que tem por título: Família, Criação de Deus, estudaremos o que é família; sua importância para os cônjuges, filhos, Igreja e sociedade; a família, antes e depois da Queda; o propósito de Deus para a família; e os mandamentos divinos para cada membro da família.


I - DEFINIÇÕES E IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA
Existem dois termos hebraicos para a família: o primeiro é bayit, que designa tanto uma “residência”, “templo”, “lar”, a “parte interior de uma casa”, “casa”, quanto também o conceito de “família” ou “os moradores de uma mesma casa” (Êx 12.7; Lv 25.29; Dt 11.20); o segundo é mishp?ha, que significa literalmente “família”, “parentes” ou “clã”. Neste caso, a ênfase está nos laços sanguíneos que existem entre as pessoas de um mesmo círculo (Nm 11.10). No grego, o termo é oikos e significa “habitação”, “casa” (I Tm 5.4).
O Aurélio define como “pessoas aparentadas que vivem geralmente na mesma casa, particularmente, o pai, a mãe e filhos”. Biblicamente, podemos dizer que família é o sistema social básico, instituído por Deus no Éden, para a constituição da sociedade e perpetuação da raça humana (Gn 2.18-24). Sem dúvida, a família faz parte do projeto divino visando a felicidade dos seres humanos (Sl 128). Já o termo lar, do latim lare é o ambiente onde vive a família. É no lar que marido, mulher, pais e filhos, encontram o ambiente adequado para amadurecer, conviver e compartilhar seus sentimentos. Vejamos, então, a importância da família para os cônjuges, filhos, Igreja e sociedade:

1.1 A importância da família para os cônjuges. É no seio da família que marido e mulher passam a conviver juntos e aprendem a suportar e a perdoar mutuamente (I Co 13.7; Cl 3.12,13); a ter paciência (Rm 5.3; I Co 13.7); a lidar com os problemas do dia a dia (Gn 16.1-6; 27.1-46; 30.1); de forma que o lar contribui, não só para o amadurecimento do casal, como também, para o ajustamento de ambos.

1.2 A importância da família para os filhos. O lar é o ambiente onde os filhos se sentem seguros e felizes, junto aos pais, onde recebem amor, carinho, proteção e educação cristã (Dt 6.1-8; Pv 22.6; Ef 6.1-4; II Tm 1.5,6), e também aprendem, desde cedo, a serem responsáveis e a se prepararem para o futuro (II Tm 1.5,6; 3.14-17).

1.3 A importância da família para a Igreja. É possível existir família sem igreja, mas não existe igreja sem família. Uma igreja não pode ser forte, viva e santa com famílias fracas na fé ou espiritualmente mortas (I Co 3.1-3;5.1-13; 6.9-11). Quando a família cristã vive em paz e harmonia no lar, a Igreja também é beneficiada, pois, estando em paz com Deus e com os seus, a família passa a viver em comunhão com os irmãos (Sl 133; At 2.42; Rm 12.18).

1.4 A importância da família para a sociedade. A sociedade é composta por famílias. Logo, famílias estruturadas geram sociedades estruturadas; e, consequentemente, famílias desestruturadas geram sociedades desestruturadas. É por esta razão que Satanás investe tanto contra os lares (Gn 3.1-5), pois, desestabilizando-as, ele desestruturará também a sociedade. A sociedade só poderá ser forte e equilibrada, se as famílias também estiverem assim.


II - A FAMÍLIA, ANTES E DEPOIS DA QUEDA                                                                                
Antes da Queda, o primeiro casal vivia em paz e harmonia. Não havia nada que lhes trouxesse dissabores (Gn 1.31). Além disso, pela viração do dia, o Senhor vinha dialogar com Adão e Eva (Gn 3.8). Mas, o Diabo investiu contra o casal, colocando dúvidas na mulher sobre a bondade e a retidão de Deus (Gn 3.1-5). Então, Eva deu ouvidos a voz da serpente e comeu do fruto que o Senhor Deus havia proibido, e deu também ao seu marido (Gn 3.6). Dessa forma, o pecado entrou no mundo e trouxe uma série de consequências maléficas para a família: a mulher passou a ter filhos com mais dores (Gn 3.16); a terra tornou-se maldita e passou a produzir espinhos e cardos, tornando o trabalho humano mais difícil e pesado (Gn 3.17-19); e o homem, tornou-se mortal (Gn 3.19). Podemos dizer, então, que todos os dissabores e aflições que afetam a família, tais como: violência familiar, divórcio, vício, infidelidade conjugal, e outros, são consequências do pecado.


III - O PROPÓSITO DE DEUS PARA A FAMÍLIA
Ao instituir a família, Deus tinha propósitos pré estabelecidos, como veremos a seguir:

3.1 Propagação do gênero humano. Deus deu ao homem o direito de gerar seres semelhantes, para que haja perpetuação da espécie (Sl 127.3). Ao instituir a família, Deus disse ao primeiro casal: “Frutificai, multiplicai-vos e enchei a terra…” (Gn 1.28). Encontramos diversos exemplos na Bíblia de casais gerando filhos (Gn 4.1,2; 5.1-32; 6.10; 10.1-32; 11.10-32). Logo, as uniões homossexuais não podem ser consideradas como famílias, pois, além de serem condenadas por Deus (Lv 18.22; Rm 1.26,27), não são capazes de procriarem.

3.2 Proporcionar prazer ao casal. Embora este não seja o único objetivo do casamento, não podemos negar que seja um dos principais (Pv 5.18; Ec 9.9). Deus criou os seres humanos sexuados (macho e fêmea) para lhes proporcionar a bênção do prazer conjugal (Gn 1.26,27; Hb 13.4). Escrevendo aos Coríntios, o apóstolo Paulo ensina acerca dos perigos da abstinência sexual (I Co 7.3-5), e diz que ela só deve ocorrer por consentimento mútuo, por um tempo determinado pelo casal e para um fim específico.

3.3 Subsistência e provisão. Ao criar o homem, o Senhor lhe deu algumas atribuições, tais como: arar a terra, cuidar do jardim e dar nome aos animais (Gn 2.15,19,20). Ainda no capítulo quatro do livro de Gênesis, encontramos os homens realizando diversas atividades, como: lavrador (Gn 4.2); pastor (Gn 4.2); criador de gado (Gn 4.20); tocador (Gn 4.21); ferreiro (Gn 4.22), dentre outros. No exercício de sua profissão, o homem tralhava para promover o sustento e bem estar da família.


IV - OS MANDAMENTOS DIVINOS PARA A FAMÍLIA
A Bíblia é o manual da família. Nela encontramos os preceitos e mandamentos divinos para os cônjuges, filhos, pais, como veremos a seguir:

4.1 Os deveres do esposo
  • Amar a esposa (Ef 5.25-30; Cl 3.19);
  • Governar bem a sua casa (1Tm 3.4,12);
  • Trabalhar para prover o sustento familiar (Gn 3.19; 1Ts 4.11,12; 1Tm 5.8);
  • Ser o sacerdote do lar (Gn 18.19; Jó 1.5).                                                                        

4.2 Os deveres da esposa
  • Ser submissa ao marido (Ef 5.22-24; Cl 3.18);
  • Atender as necessidades do lar, tais como: alimentação (Pv 31.21-22); vestuário (Pv 31.21-22), e da casa (Tt 2.5);
  • Quando necessário, ajudar nas despesas financeiras (Pv 31.16-18,24);
  • Ensinar as mulheres mais novas a desempenharem seu papel de esposa e mãe (Tt 2.3-5).

4.3 Os deveres dos pais
  • Educar os filhos com disciplina, conforme o modelo bíblico (Pv 13.24; 19.18; 22.6,15; 23.13,14; 29.15,17);
  • Ensinar, desde cedo aos filhos a temerem e amarem ao Senhor (Dt 6.1-9);
  • Conduzir os filhos a Deus (Jó 1.5; Js 24.15; At 16.30-34; Ef 6.4);
  • Ser exemplo para os filhos (Pv 22.6).

4.4 Os deveres dos filhos
  • Ser obediente aos pais (Ef 6.1; Cl 3.20);
  • Honrar aos pais (Êx 20.12; Dt 5. 16; 27.15);
  • Ajudar aos pais nos afazeres domésticos (Gn 29.9; Êx 2.16; I Sm 17.15).


CONCLUSÃO
A família foi a primeira instituição divina e a célula mãe da sociedade. Ela foi instituída pelo Criador para perpetuação da espécie, proporcionar prazer ao casal, e promover meios de subsistência. Mas, para que o propósito divino seja alcançado, é necessário que cada membro da família cumpra o seu papel com fidelidade, diligência e amor.



REFERÊNCIAS
Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. CPAD.
CHAMPLIN, R. N. Dicionário de Bíblia, Teologia e Filosofia. HAGNOS.
OLSON, N. Laurence. O Lar Ideal. CPAD.
STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.


Por Rede Brasil de Comunicação


domingo, 7 de abril de 2013

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL – 2º TRIMESTRE DE 2013




Estaremos estudando na Escola Bíblica Dominical, por ocasião do 2º Trimestre de 2013, através das Lições Bíblicas da CPAD o tema: “A FAMÍLIA CRISTÃ NO SÉCULO XXI: PROTEGENDO SEU LAR DOS ATAQUES DO INIMIGO”. O Comentarista será o Pr. Elinaldo Renovato de Lima, Líder da Assembleia de Deus em Parnamirim – RN. Além disso, nosso comentarista é professor universitário, bacharel em Ciências Econômicas e autor de diversas obras editadas pela CPAD.   


Os Subtemas do Trimestre serão: 

Lição 01 - Família, Criação de Deus.
Lição 02 - O Casamento Bíblico.
Lição 03 - As Bases do Casamento Cristão.
Lição 04 - A Família Sob Ataque.
Lição 05 - Conflitos na Família.
Lição 06 - A Infidelidade Conjugal.
Lição 07 - O Divórcio.
Lição 08 - Educação Cristã, Responsabilidade dos Pais.
Lição 09 - A Família e a Sexualidade.
Lição 10 - A Necessidade e a Urgência do Culto Doméstico.
Lição 11 - A Família e a Escola Dominical.
Lição 12 - A Família e a Igreja.
Lição 13 - Eu e Minha Casa Serviremos ao Senhor. 



Você não vai querer perder essa grande benção, não vai!??
Venha e traga a sua família!!