quarta-feira, 11 de maio de 2022

LIÇÃO 07 - NÃO RETRIBUA PELOS PADRÕES HUMANOS (VÍDEO AULA)



 

QUESTIONÁRIOS DO 2° TRIMESTRE DE 2022


 
 
 
 
O PERIGO DAS TENTAÇÕES -
As Orientações da Palavra de Deus de Como
Resistir e Ter uma Vida vitoriosa.
  

 
 





Lição 06
 
Hora da Revisão
A respeito de “Olhando Para a Direção Errada”, responda:
 
 
1. Que rei humilhou os embaixadores de Davi?
Hanaum.
 
2. Em que tempo a Bíblia diz que Davi estava passeando pelo terraço do palácio?
No tempo que os reis saem para a guerra.
 
3. Onde Davi estava quando parou para ver Bate-Seba?
Passeando no seu terraço.
 
4. Cite um motivo pelo qual Deus julgou Davi por seu pecado.
Deus ungiu Davi, e deu a ele posses, bens e o reino de Israel.
 
5. Cite duas consequências do pecado de Davi.
A perda da criança que iria nascer, e a contínua guerra que haveria na sua família.
  

QUESTIONÁRIOS DO 2° TRIMESTRE DE 2022

 

 
  
  OS VALORES DO REINO DE DEUS -
A Relevância do Sermão do Monte
para a Igreja de Cristo.
 




  
 
 

Lição 06

Revisando o Conteúdo
A respeito de “Expressando Palavras Honestas” responda: 

 

1. Quais são os dois tipos de juramentos citados na lição?
Os juramentos nas Escrituras são de dois tipos, aqueles feitos por Deus e aqueles feitos pelos homens.
 
2. No Reino de Cristo, o que elimina a necessidade de juramentos?
Um cristão verdadeiro e sincero que tem o coração transformado pelo Evangelho não precisa invocar qualquer elemento como céu e terra para afirmar que o que está dizendo é a verdade, posto que na essência a verdade está no íntimo do seu coração, no qual não há mentira, engodo ou engano.
 
3. De acordo com Provérbios 18.21, o que está no poder da língua?
Com muita propriedade, o sábio rei Salomão falou que a morte e a vida estão no poder da língua (Pv 18.21).
 
4. O que é honestidade?
Honestidade fala de alguém que é correto, que tem seriedade, do hebraico temos o adjetivo yashar, “reto, honesto, correto, direito, plano, certo, justo”.
 
5. Como devemos viver neste mundo?
R. Devemos viver neste mundo como verdadeiros seguidores de Cristo, sendo honestos em tudo, em especial em nossas palavras, sem recorrermos a juramentos hipócritas, profanos e desnecessários, que buscam condimentar as conversas do dia a dia.



segunda-feira, 9 de maio de 2022

LIÇÃO 06 – EXPRESSANDO PALAVRAS HONESTAS

 
 
 
 
 
Mt 5.33-37
 
 
 
INTRODUÇÃO
Nesta presente lição abordaremos o que a Lei dizia sobre o juramento; como os judeus com o passar do tempo interpretaram o está prática e o terceiro mandamento que dizia: “não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão”; veremos como Jesus abordou essa questão; e, por fim, finalizaremos destacando como deve ser o comportamento do cidadão do reino.
 
 
I. O QUE O ANTIGO TESTAMENTO DIZ SOBRE O JURAMENTO
Segundo Champlin, (2004, p. 671), é alguma declaração, ou então, uma promessa, reforçada por um apelo a Deus, alguma coisa sagrada, a alguma elevada autoridade, a alguma testemunha, que garanta a sinceridade e a intenção de quem jurou de que cumprirá a sua declaração. Utiliza-se um juramento para afirmar a veracidade de uma declaração qualquer quando não há evidências presentes com esse propósito. A credibilidade de uma assertiva é fomentada por juramento (Êx 22.10.11; Nm 5.16).
 
1. A prática do juramento.
O costume de jurar é mais antigo que a Lei. Em diversas ocasiões encontramos nas narrativas personagens que recorreram a juramentos, tomando o nome de Deus. Abraão exortou ao ser servo Eliezer que jurasse que não traria uma pagã para ser esposa de Isaque seu filho (Gn 24.1-9); Jacó jurou diante de Labão que cuidaria bem de suas filhas e netos e não transpassaria os termos de sua terra (Gn 31.53); perto de morte, Jacó pediu que seu corpo não fosse sepultado no Egito, mas a sepultura dos seus pais, e assim José jurou (Gn 47.29-31). Certo teólogo sugeriu que a proclamação do Nome divino em um juramento era considerado como um ato em que Deus comparecia e oferecia-se como companheiro ou testemunha, o que parece encontrar eco em algumas passagens bíblicas (Gn 31.50; 1Sm 12.5).
 
2. A Lei regulava o juramento.
O costume de jurar foi adotado pelo Lei como algo necessário (Êx 22.11). Ao contrário do que pensam alguns, a Lei de Moisés não proibia o juramento (Lv 19.12; Dt 6.13). O terceiro mandamento, do Decálogo, não proibia fazer menção do nome de Deus, mas fazer menção do nome de Deus “em vão” (Êx 20.7). O termo “em vão” no hebraico “shaw” apara 52 vezes no AT e seu significado é vasto: “fraude, engano, inutilidade, inútil, imprestável, falsidade, desonestidade, futilidade, vacuidade” (SOARES, 2014, p. 59). O cerne deste mandamento é proibir o costume de juramento falso, pois o verdadeiro juramento se fazia mediante a invocação do nome de Deus.
 
3. A Lei punia o falso juramento.
O falso juramento é também chamado de perjúrio, que por sua vez é: “fazer um juramento voluntário, com a finalidade de contar ou confirmar qualquer coisa que era falsa”, era considerado uma atitude muito grave. Não cumprir o juramento feito em nome de Deus era pecado duplo, pois além da pessoa faltar com a verdade para com o seu próximo, usou o Nome de Deus em vão para dar peso a sua mentira: “não furtareis, nem mentireis, nem usareis de falsidade cada um com o seu próximo; nem jurareis falso pelo meu nome, pois profanaríeis o nome do vosso Deus. Eu sou o Senhor” (Lv 19.11,12). O perjúrio não poderia ficar sem punição, podendo ser uma restituição (Lv 6.1-7), e em alguns casos mais graves a morte (Êx 20.7; Jr 34.18; Ez 17.16-19), pois a falsidade e a profanação estavam presentes nesse ato deliberado de dolo.
 
 
II. A SUBLIMAÇÃO DO JURAMENTO POR JESUS
O que a Lei prescrevia era o juramento com verdade e temor (Lv 19.12; Dt 6.13). No entanto, a natureza humana caída dos homens, tornaram essa prática comum, sem a devida ponderação. Diante disso, no sermão da Montanha Jesus objetou à feitura frívola de juramentos, uma prática que se tomara muito comum entre os judeus (Mt 5.33). O pastor Ezequias Soares afirmou que as palavras do Senhor Jesus, “ouvistes o que foi dito aos antigos”, não se referem ao Antigo Testamento, mas ao ensino dos rabinos, às suas interpretações peculiares das passagens da Lei que falavam sobre o tema” (SOARES, 2015, p. 38). Diante disso, vejamos:
 
1. Jesus proibiu o juramento.
Embora a Lei permitisse o juramento em Nome de Deus, Jesus ensinou que seus seguidores não deveriam recorrer a juramentos: “Eu, porém, vos digo que, de maneira nenhuma jureis...” (Mt 5.34a). O emprego do advérbio “holos”, traduzido como “de maneira nenhuma”, indica que Jesus esperava que esta atividade cessasse completamente. Assim como os demais mandamentos, o Mestre sublimou o terceiro mandamento do Decálogo (Êx 20.7), e ensinou que devemos tratar com grande consideração o Nome de Deus, daí porque não deveria fazer juramentos correndo o risco de perjurar. O raciocínio é “se o indivíduo não jurar, não poderá jurar falsamente”. Jesus esclareceu que, vivendo a nova política do Reino, o cristão não precisava ficar confirmando suas palavras com juramentos em qualquer situação (GOMES, 2022, p. 72).
 
2. Jesus ensinou que não devemos jurar por nada.
Os judeus usavam a sua engenhosidade para classificar os diversos juramentos, e geralmente perdoavam aqueles que não mencionassem Deus especificamente. Jesus mostrou que tal raciocínio enganosamente sutil era falso, pois Deus continua implicado quando os homens invocam os céus, a terra, ou Jerusalém; e até quando se jura pela própria cabeça, visto que Ele tem poder sobre a mesma (Mt 5.36). O salmista asseverou: “Do Senhor é a terra, o mundo e os que nele habitam” (Sl 24.1); Davi, por sua vez cantou dizendo: “Porque Teu é tudo” (1Cr 29.11); Paulo disse: “porque dEle, por Ele e para Ele são todas as coisas” (Rm 11.36).
 
3. Jesus ensinou que devemos ser responsáveis pelo que falamos sem recorrer a juramentos.
Em de recorrer a juramentos, Jesus ensinou que os cidadãos do Reino deveriam ser responsáveis quanto ao que falavam. Ou seja, sua palavra deveria ser suficiente: “Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não” (Mt 5.37). Com esta orientação, Jesus atingiu a cerne da questão: a pessoa honesta não tem necessidade de fazer juramento; um simples sim ou não é suficiente. Certo teólogo afirmou que: “Se você tiver essa integridade, as pessoas acreditarão no que você diz” (WIERSBE, 2010, p. 31).
 
4. Jesus ensinou que jurar falsamente é de procedência maligna.
O Mestre foi na raiz do mandamento mostrando o espírito da Lei que não só condenada o ato mas a intenção, que precede o ato. Igualmente, quando condenou o faltar com a verdade, ensinou que a mentira tem procedência maligna (Mt 5.37). Jesus ensinou que o diabo é o pai da mentira, porque não se firmou na verdade (Jo 8.44). Foi Satanás que encheu o coração de Ananias e Safira, para que mentissem quanto ao valor real da fazenda que venderam. Para tal ato receberam a justa retribuição (At 5.1-10).
 
 
III. FALSOS JURAMENTOS TRAZEM O JUÍZO DE DEUS
1. No Antigo Testamento Israel é advertido quanto a isso.
O terceiro mandamento do Decálogo trazia consigo uma advertência do próprio Deus quanto a desonra ao Seu Nome: “Não tomarás o nome do Senhor, teu Deus, em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão” (Êx 20.7). Está implícito especificamente que o próprio Deus será o vingador daqueles que tomam o seu nome em vão.
 
2. No Novo Testamento a igreja é advertida quanto a isso.
O apóstolo Tiago, irmão do Senhor, reproduziu literalmente o ensino do Mestre em sua epístola quanto a evitar juramentos para não entrar em condenação: Mas, sobretudo, meus irmãos, não jureis nem pelo céu nem pela terra, nem façais qualquer outro juramento; mas que a vossa palavra seja sim, sim e não, não, para que não caiais em condenação” (Tg 5.12).
 
 
IV. A PALAVRA DO CRISTÃO
1. Quando é possível dizer sim.
Com isto em mente, chegamos ao âmago do ensino de Cristo sobre a palavra do cristão (Mt 5.37). Aqui está implícita a ideia de firmeza em nossa comunicação pessoal, de maneira que a nossa palavra em si baste, sem qualquer juramento, para firmar os nossos compromissos. Sem nos esquecermos, por outro lado, de ponderar as circunstâncias, as nossas limitações e a soberania de Deus sobre todas as coisas (Tg 4.13-15). Tal discernimento nos dará condições não só de saber a hora de dizer sim, mas a forma de (e quando) fazê-lo, para que sejamos capazes de cumprir com as nossas obrigações.
 
2. Quando é indispensável dizer não.
Ter essa firmeza de decisão, por conseguinte, levar-nos-á a dizer não, com amor, sempre que for indispensável, mesmo que, para alguns, não seja uma atitude fácil. Por faltar ao sacerdote Eli a capacidade de dizer não aos pecados dos filhos, Israel sofreu um de seus mais retumbantes fracassos e perdeu a glória de Deus (1Sm 3.10-14; 4.1-22).
 
3. A procedência maligna da duplicidade.
Mas, na verdade, a ideia que o versículo 37 de Mateus 5 deixa transparecer é que em nenhuma circunstância jamais devemos mentir, nem usarmos de duplicidade em nossas posições, mas assumir a responsabilidade de nossa palavra no tocante a todas as áreas de nossa vida. A chamada posição de neutralidade — nem contra, nem a favor — sempre foi condenada pelas Escrituras: “é de procedência maligna”, pois revela muitas vezes ausência de caráter, falta de compromisso e mero oportunismo (Ap 3.16). Temos de assumir nossos erros e acertos e encará-los de frente com a responsabilidade de quem tem, sobretudo, compromisso com a verdade diante de Deus. Em questões de fé, por exemplo, não há meio-termo: ou estamos do lado da verdade ou contra ela.

 
CONCLUSÃO
Nos dias de hoje não é incomum ouvir pessoas invocarem o nome de Deus ao fazerem promessas que não são capazes de cumprir. Trata-se de uma profanação do nome de Deus, um nome que deve ser reverenciado. Quem explora esse nome para propósitos egoístas não deve esperar ficar impune.


  
REFERÊNCIAS
Ø  CHAMPLIN, R. N. Dicionário de Bíblia, Teologia e Filosofia. HAGNOS.
Ø  HOUAISS, Antônio. Dicionário da Língua Portuguesa. OBJETIVA.
Ø  GOMES, Osiel. Os valores do reino de Deus: A relevância do Sermão do Monte para a igreja de Cristo. CPAD.
Ø  Lições Bíblicas Jovens e Adultos. 2º Trimestre 2001. CPAD.
Ø  SOARES, Esequias. Os Dez Mandamentos. CPAD.
Ø  STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
Ø  TENNEY, C. Merryl. Enciclopédia da Bíblia. Vol. 5. CULTURA CRISTÃ.  


Por Rede Brasil de Comunicação.

 

LIÇÃO 06 - OLHANDO PARA DIREÇÃO ERRADA (VÍDEO AULA)



 

LIÇÃO 06 - EXPRESSANDO PALAVRAS HONESTAS (VÍDEO AULA)




QUESTIONÁRIOS DO 2° TRIMESTRE DE 2022




 
 
O PERIGO DAS TENTAÇÕES -
As Orientações da Palavra de Deus de Como
Resistir e Ter uma Vida vitoriosa. 
  








Lição 05
 
Hora da Revisão
A respeito de “Balaão: Quando Deus diz Não”, responda:
 
 
1. Como Balão é descrito na Bíblia?
Balaão é descrito na Bíblia como um homem que ouviu a voz de Deus.
 
2. Quando somos tentados, basta ouvir a voz de Deus?
Não. É preciso ouvir e obedecer.
 
3. De acordo com a lição, cite duas maneiras de Deus falar conosco.
Por intermédio de seus servos e por meio dos dons espirituais.
 
4. Quando Balaão entra na história sagrada?
Ele entra na história durante a caminhada do povo em direção à Terra Prometida.
 
5. Qual animal falou com Balaão?
Uma mula.