domingo, 8 de setembro de 2013

LIÇÃO 10 – A ALEGRIA DO SALVO EM CRISTO



Fp 4.1-7




INTRODUÇÃO
Na aula passada, abordamos a importância de mantermo-nos firmes na fé em Cristo observando os bons exemplos de fé que ainda há entre nós. Também tratamos do devido cuidado que devemos ter com aqueles que ensinam heresias, a quem Paulo chama de “inimigos da cruz de Cristo”. E, por fim, explicamos o principal perfil dos que servem ao Senhor em contraste com aqueles que são “inimigos da cruz de Cristo”! Na aula de hoje, estaremos tratando mais uma vez da temática da epístola: A Alegria. Veremos que esta alegria é necessária para nos mantermos firmes na fé, por ser ela quem sustenta a nossa vida cristã. Também trataremos sobre a ansiedade, o que é ela, quais as suas causas e sintomas; além de abordamos a paz de Deus, que como a alegria, é fruto do Espírito! Boa aula para todos!!


I. EXORTAÇÃO À ALEGRIA E FIRMEZA DA FÉ (4.1-3)
Em conclusão de sua narrativa do capítulo 3, em que Paulo trata dos “inimigos da cruz de Cristo”, ele inicia o capítulo 4 fazendo um desfecho do assunto, dizendo: “Portanto, meus amados e mui queridos irmãos, minha alegria e coroa, estai assim firmes no Senhor, amados” (v.1). Assim como em outras epístolas suas, o Apóstolo conclui sua narrativa no capítulo seguinte, algo que lhe é bastante peculiar (ver Rm 2.1; 8.1; 12.1; Ef 4.1; Cl 3.1). No entanto, o que atrai nossa atenção não é a conjunção “portanto” (conjunção utilizada para iniciar uma oração que inclui uma conclusão de uma ideia ou raciocínio explicitado na oração anterior) utilizada aqui por Paulo, mas sim, o fato dos crentes filipenses serem “minha alegria e coroa”, afirma o Apóstolo e logo em seguida faz seu apelo: “estai assim firmes no Senhor, amados”.  O bem-estar espiritual daqueles irmãos era algo prioritário no ministério de Paulo, bem diferente de muitos “ministros” da atualidade! Logo, percebe-se a alta estima que Paulo tinha daqueles amados irmãos, fato este que fez com que ele não economizasse no vocabulário, que é riquíssimo de nobres sentimentos. E, falando sobre sentimentos, Paulo aproveita a ocasião para exortar a duas importantes mulheres que cooperaram na fundação daquela igreja, mas que até agora se encontravam no anonimato (para nós), ele diz: “Rogo a Evódia e rogo a Síntique que sintam o mesmo no Senhor” (v.2). Segundo o Dr. Davison, estas mulheres tinham certa posição de destaque na igreja, cada uma possuía um grupo de seguidores, pelo que a semente da discórdia estava sendo semeada no seio da igreja. Por esta razão, Paulo inicia dizendo: “Rogo... e rogo”. No grego, o verbo é parakaleo, que vem de duas palavras: para, uma preposição grega que significa “ao lado de”; e kaleo, o verbo “chamar”, traduzido no Novo Testamento por “exortar, apelar, recomendar, solicitar”. Assim, rogar é pedir com instância; é suplicar. Paulo está suplicando a essas irmãs a que “sintam o mesmo no Senhor”, ou seja, que “como eleitos de Deus, santos, e amados, revesti-vos de compaixão, de benignidade, de humildade, de mansidão, de longanimidade. Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós” (Cl 3.12,13). Observa-se, então, que o problema de relacionamento dessas duas irmãs era tão sério, pois estava perturbando a comunhão da igreja e expondo a saúde espiritual do rebanho de modo que, Paulo solicita o auxilio de um obreiro de Filipos para intermediar a situação, dizendo: “E peço-te também a ti, meu verdadeiro companheiro, que ajudes essas mulheres que trabalharam comigo no evangelho, e com Clemente, e com os outros cooperadores, cujos nomes estão no livro da vida” (v.3). Não estão assim muitas igrejas da atualidade? Mas, por que ainda estão assim? Pois Paulo dá o exemplo de como resolver esta situação! 
O Apóstolo pede para quem ele chama de “meu verdadeiro companheiro” que juntamente com Clemente e os outros cooperadores ajam em prol dessa situação, promovendo a pacificação entre Evódia e Síntique e restabelecendo a relação harmônica e fraterna entre elas. Embora não sendo pastor, Paulo agiu como um cuidadoso e zeloso pastor, bem diferente de muitos que se chamam “pastores” na atualidade, mas que não passam de impostores e gestores de igreja! Nada se sabe deste a quem Paulo chama de “meu verdadeiro companheiro”, e semelhantemente não se pode identificar quem é Clemente; é possível que fizessem parte do ministério local daquela igreja (Fp 1.1). No entanto, Paulo ressalta que mais importante que qualquer outra coisa (seja posições, status, cargos, etc.), ter os nossos nomes “no livro da vida” é o que, de fato, deve ocupar os nossos corações. O termo “livro da vida” aqui é simbólico, e no Novo Testamento só encontra-se neste texto e em Apocalipse (Ap 3.5; 13.8; 17.8; 20.12,15; 21.27). Assim, enquanto muitos brigam por coisas que passam, foquemo-nos no realmente interessam: a vida eterna (1 Tm 6.12; 1 Jo 2.25). Para isso, é preciso estar em paz com nossos irmãos, do contrario, nem nossa oração será ouvida pelo Senhor: “E quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai, para que vosso Pai, que está nos céus, não vos perdoará as vossas ofensas. Mas se vós não perdoardes, também vosso Pai, que está nos céus, não vos perdoará as vossas ofensas” (Mc 11.25,26). Portanto, não se iluda, pois não basta dizer: Senhor! Senhor!


II. A ALEGRIA DIVINA SUSTENTA A VIDA CRISTÃ (4.4,5)
No versículo 4, que é o versículo-chave da referida epístola, Paulo recomenda aqueles irmãos a que: “Regozijai-vos, sempre, no Senhor; outra vez vos digo: regozijai-vos”. A alegria, que é a temática desta carta, é aqui, mais uma vez mencionada pelo Apóstolo. Sabemos que, tal alegria não é uma alegria meramente humana, pois ela é fruto da graça de Deus e da habitação do Espírito Santo na vida do crente, sendo, portanto, uma alegria espiritual. O Salmista deixou isto claro ao dizer: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor” (Sl 122.1). E também: “Tu me farás ver a vereda da vida; na tua presença me encherás de alegria, com delícias perpétuas à tua mão direta” (Sl 16.11). O autor da epístola da alegria a conhecia muito bem, por isso ensinava e estimulava aos filipenses a assim procederem (Fp 1.3,18; 2.2,18; 3.1; 4.1,4,10). Mas, como ter esta alegria em nossas vidas sem ter comunhão com nossos irmãos? A comunhão entre irmãos é um instrumento de Deus para levar alegria ao coração daqueles que se sentem solitários ou deprimidos. À luz do relato de Evódia e Síntique, o crente em Jesus é estimulado a resolver a diferença com o seu próximo e viver a alegria de Deus com os irmãos. Porquanto, “a alegria do Senhor é a nossa força” (Ne 8.10). Não há dúvida quanto à fonte da nossa alegria! Por essa razão, insiste o Apóstolo e diz: “outra vez vos digo”. Que significa isso? Ora, no capítulo 3.1, Paulo já havia exortado aos irmãos para que se regozijassem no Senhor, agora, de forma mais enfática, ele repete tal apelo. Porquanto, por não ter origem nas coisas terrenas tampouco nas humanas, esta alegria que é fruto do Espírito, nos leva a termos equidade, pois diz Paulo: “Seja a vossa equidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor” (v.5). A equidade é a disposição para se reconhecer imparcialmente o direito de cada um; equivalência ou igualdade. Já a moderação é o comportamento ou característica de quem evita excessos; comedimento. Logo, Paulo está dizendo aos filipenses que tratem todos com igualdade e comedimento, não agindo com parcialidade, pois “Perto está o Senhor”. 
De fato, o Senhor está perto de nós e contempla todas as nossas obras (Is 66.18; Mc 2.8; Ap 2.2,19; 3.1,8,15). Porém, muitos agem como se o Senhor estivesse bem distante, pois procedem de forma contrária aos seus ensinamentos. Mas, Paulo nos alerta quando a isto dizendo: “E fazei isto, conhecendo o tempo. Já é hora de despertarmos do sono, porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé” (Rm 13.11). Portanto, pratiquemos os ensinamentos do Senhor procedendo com moderação e equidade, sabendo que Ele está mais perto de nós do que possamos imaginar, e lembrando-se da advertência do Apóstolo Pedro: “Pois já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são desobedientes ao evangelho de Deus?” (1 Pe 4.17). É bom atentar para o que diz o Apóstolo!


III. A SINGULARIDADE DA PAZ DE DEUS (4.6,7)
No versículo 6, o Apóstolo Paulo aconselha aos irmãos de Filipos a que: “Não sejais inquietos por coisa alguma; antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus, pela oração e súplicas, com ação de graças” (v.6). Isto denota que a alegria do Senhor é eficaz para desfazer a ansiedade. 
A ansiedade é um estado emocional de inquietude, medo e perturbação do Sistema Nervoso Central. Ela está no topo da lista dos grandes males que afligem a sociedade dos nossos dias. Mesmo entre os crentes em Jesus, há os que se deixam dominar pela ânsia, agitação e medo, anulando a fé em suas vidas. Por isso, Paulo assevera aos irmãos a que: Não sejais inquietos por coisa alguma”. Dentre os fatores que geram a ansiedade podemos citar: 1) Drogas (lícitas e ilícitas); 2) Cuidados excessivos com a vida; 3) Fé vacilante, medo, insegurança e desesperança. Já alguns dos sintomas são: Sudorese, fadiga, cefaleia, taquicardia, nervosismo, medo, confusão mental, dificuldade para relaxar, insônia, dificuldade para orar, santificar-se e ler a Bíblia. Observa-se, aqui, quão terrível é esse mal chamado ansiedade, por isso Paulo orienta aos irmãos para que apresentem a Deus todas as suas necessidades, ao dizer: “antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus”. Mas, como fazer isto? Paulo responde: “pela oração e súplicas, com ação de graças”. Então, alguém pode questionar: “Mas como orar se um dos sintomas da ansiedade é a dificuldade para orar?”. É verdade! Porém, observe que o Apóstolo diz “antes”. Antes de quê? Antes de sermos acometidos por esses mal, ou seja, Paulo ensina que o melhor antidoto para ansiedade é a oração tanto corretiva como, e principalmente, preventiva! Assim, dominando a ansiedade e não sendo dominado por ela, Paulo diz: “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus” (v.7). 
Esta paz, que assim como a alegria, é fruto do Espírito (Gl 5.22) não tem como ser compreendida por nenhuma ciência humana, seja filosofia, seja psicologia, ou qualquer outra, pois não depende das circunstâncias. Pois disse o Mestre Jesus: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá” (Jo 14.27). Portanto, para usufruirmos essa paz, como também a alegria do Senhor, faz-se necessário que tenhamos um ambiente onde aja união e comunhão. Este é o ambiente propício para não haver inquietações das almas e confusão de espírito. A igreja local precisa ser este ambiente. Um lugar de Comunhão, Paz, Oração e Ação de Graças entre os irmãos.


CONCLUSÃO
Diante do exposto, aprendemos que mesmo nos momentos difíceis da nossa vida é possível termos alegria. O Apóstolo Paulo é um grande exemplo disto! Ele mostra na pratica que “alegria do Senhor é a nossa força” (Ne 8.10). É essa alegria que sustenta a nossa vida nos momentos de adversidades, e encoraja-nos a permanecermos firmes no Senhor. Portanto, que vivamos em comunhão com nossos irmãos, para que desfrutemos não só desta alegria, mas também da paz de Deus. Assim, estaremos vacinados contra a ansiedade e procederemos com equidade e moderação. Que Deus em Cristo abençoe a todos!


REFERÊNCIAS
CABRAL, Elienai. Lições Biblicas (3º trimestre/ 2013) CPAD.
GABY, Wagner dos Santos. Lições Biblicas (3º trimestre/ 2008) CPAD.
DAVISON, Francis. O novo comentário da Bíblia. VIDA NOVA.
Revista Ensinador Cristão, nº 55. CPAD.


sábado, 31 de agosto de 2013

LIÇÃO 09 – CONFRONTANDO OS INIMIGOS DA CRUZ DE CRISTO



Fp 3.17-21




INTRODUÇÃO
Na aula passada, estudamos sobre a verdadeira aspiração que todo crente deve ter. Explicamos os significados dos termos “perfeição” no texto em estudo, que se aplica tanto ao futuro quanto ao presente, além de termos abordado também o valor da maturidade na vida de todo cristão. Hoje, nesta lição, abordaremos a importância de mantermo-nos firmes na fé em Cristo observando os bons exemplos de fé que ainda há entre nós. Também trataremos do devido cuidado que devemos ter com aqueles que ensinam heresias, a quem Paulo chama de “inimigos da cruz de Cristo”. E, por fim, explicaremos o principal perfil dos que servem ao Senhor em contraste com aqueles que são “inimigos da cruz de Cristo”! Boa aula para todos!!


I. EXORTAÇÃO À FIRMEZA EM CRISTO (3.17)
Em continuidade de seu discurso sobre os falsos mestres, Paulo trata, agora, dos antinomistas. Sua preocupação com a fé daqueles irmãos era mui grande que, ele exorta-os para que lhe imitem o exemplo, pois diz: “Sede também meus imitadores, irmãos” (v.17). O que estava de fato ocorrendo para um apelo desses? Segundo o Dr. F. Davison, eis o que ocorria: “Os antinomistas (lit. "aqueles que são contra a lei ou código moral") pareciam ser de uma espiritualidade tão alta que menosprezavam a carne como sendo mal, entretanto, tal espiritualidade é espúria. Não há necessidade, segundo tal opinião, de se obedecer à lei naquilo que diz respeito à carne, porque o espírito é tudo. Na verdade, ao espírito compete dominar seu contaminado sócio, o corpo. Tal atitude, no entanto, para com esse, ora descamba para o ascetismo, ora resvala para o libertinismo. Aqui em Filipos, evidentemente, a inclinação foi para a última alternativa, ou seja, grosseira sensualidade. Tais ideias usadas como um caminho de vida são absolutamente alheias à verdade cristã”. Assim, ao desejar que os filipenses lhe imitem, Paulo não está sendo presunçoso, tampouco agindo com falsa modéstia, ou falsa humildade. Mas, em um ato de zelo e coragem, dando a igreja um referencial de vida e de fé digno de ser seguido. 
Aliás, onde estão os referenciais de moral e de fé nestes últimos dias? O próprio Pr. Elienai reconhece que “estamos carentes de referencias ministeriais”. Ora, se há escassez de referencias entre aqueles que lideram a igreja, então, o que dizer de seus liderados?  Mas, Deus sempre preserva um remanescente fiel (Mt 24.13; 25.1,2; Ef 5.26,27; 1Pe 2.9), no entanto, é importante atentarmos para a indagação feita pelo Mestre Jesus: “Quando, porém, vier o Filho do homem, achará fé na terra?” (Lc 18.8). Porém, além de exortar aos irmãos que lhe imitem, Paulo ainda acrescenta: “e tende cuidado, seguindo o exemplo que tendes em nós, pelos que assim andam” (v.17). O objetivo do Apóstolo era que, se alguém questionasse ser difícil imitar a ele; então, que seguissem um exemplo de fé em Cristo, para que não desviassem da verdadeira fé – a fé no evangelho de Cristo! Percebe-se, então, que a influencia testemunhal é de grande valor para o desenvolvimento e crescimento sadio do corpo de Cristo, foi o que Paulo disse ao escrever para seu filho na fé, Timóteo (1 Tm 4.12-16; 6.11,12), como também para Tito (Tt 2.7,8), e que é tão raro em nosso dias! Todavia, isto não significa que devemos seguir os maus exemplos, pois o nosso modelo de fé e vida é o Mestre Jesus (Mt 5.16,20;1 Pe 2.21; 1 Jo 1.6; 2.29; 3.3).  E ele espera que, de fato, o imitemos (Mt 10.25)!


II. OS INIMIGOS DA CRUZ DE CRISTO (3.18,19)
Depois de exortar aos filipenses, a que seguissem os exemplos de moral e de fé dentre aqueles que servem ao Senhor, dos quais Paulo é um deles (v.17), o Apóstolo trata de explicar o que O motivou para exortá-los a isto, pois diz: “Porque muitos ” (v.18). Muitos o quê? Muitos falsos mestres! Estes eram, de fato, a causa maior das preocupações do Apóstolo, porquanto lembra aos filipenses dizendo: “dos quais muitas vezes vos disse e agora também vos digo, chorando” (v.18). Percebe-se que não era a primeira vez que Paulo advertia aos filipenses sobre o perigo que representavam aqueles hereges. Só que desta vez, Paulo adverte aos irmãos sobre esta terrível ameaça, asseverando: “agora também vos digo, chorando”. Sem querer especular, tal declaração de Paulo nos faz entender que, por motivo de sua ausência, o pai na fé daqueles irmãos não poderia ali está para defender seus filhos na fé. Sendo este um dos motivos que lhe fez escrever a referida carta aos filipenses para orientar aqueles irmãos, como também enviando a Timóteo para lhe representar (Fp 2.19,23). Por esta razão, Paulo é enfático ao afirmar que aqueles hereges que se diziam “irmãos”, eram na verdade: “inimigos da cruz de Cristo”. Tal nomenclatura dada pelo Apóstolo faz-nos lembrar das palavras do Mestre Jesus: “Acautelai-vos, que ninguém vos engane... Pois... Surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos” (Mt 24.4,11). Por isso, não nos esqueçamos de averiguar se o fruto corresponde a árvore (Mt 7.16-20), pois o Apóstolo Pedro adverte-nos dizendo: “Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguirão as suas dissoluções, e por causa deles será blasfemado o caminho da verdade. Por ganância farão de vós negocio, com palavras fingidas” (2 Pe 2.1-3a). Que triste revelação! Porém, está cumprindo-se! No versículo 19, Paulo narra, em síntese, o perfil que caracterizava estes hereges bem como o fim deles, pois diz: “O fim deles é a perdição, o deus deles é o ventre, e a glória deles é para confusão deles mesmos, que só pensam nas coisas terrenas”. A principal característica desses hereges era o materialismo! Paulo é enfático ao afirmar que eles “só pensam nas coisas terrenas”. 
Ora, o próprio Paulo ao escrever aos colossenses asseverou que: “Portanto, se fostes ressuscitados com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus” (Cl 3.1). E acrescentou: “Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra” (Cl 3.2). Observe que os falsos mestres da atualidade procedem igualmente como esses mencionados por Paulo, eles até parecem se importarem com o espiritual, mas só parece, pois seu propósito é viver à custa da fé alheia. Prometem riquezas e uma vida sem problemas e sem doenças, contradizendo assim, o verdadeiro ensino da Palavra de Deus (Jo 16.33; Fp 1.29; 1 Pe 2.21; 3.17). Paulo advertiu aos coríntios sobre esse gravíssimo erro ao dizer: “Se esperarmos em Cristo só nesta vida, somos os mais infelizes de todos os homens” (1 Co 15.19). Por isso, ele diz que “o deus deles é o ventre”, ao fazer esta afirmação o apóstolo está dizendo que eles só pensam em si mesmos (cf Rm 16.18). Assim, “a glória deles” que é terrena, “é para confusão deles mesmos”. E o Mestre Jesus nos adverte sobre isto dizendo: “Ai do mundo, por causa dos escândalos! É necessário que venham escândalos, mas ai do homem por quem vier o escândalo!” (Mt 18.7). O Apóstolo João, ao escrever sua primeira epístola, nos traz uma revelação bombástica dizendo: “Saíram do nosso meio, mas não eram dos nossos. Pois se tivessem sido dos nossos, teriam ficado conosco; mas isto é para que se manifestasse que nenhum deles é dos nossos” (1 Jo 2.19). Eis a razão de Paulo iniciar o versículo 19 dizendo: “O fim deles é a perdição”.


III. O FUTURO GLORIOSO DOS QUE AMAM A CRUZ DE CRISTO (3.20,21)
Em pleno contraste a aqueles hereges, que só pensavam nas coisas terrenas, Paulo mostra que o verdadeiro cristão não deposita sua fé e esperança nas coisas desta terra, mas deposita nas coisas do porvir, pois afirma: “Mas a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo”. Paulo, assim, deixa explicito que o autentico crente é aquele que tem sua fé e esperança na vinda do Filho de Deus, ao dizer: “esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo”. Por isto, pelo fato de esperarmos em Cristo e aguardarmos o arrebatamento, é que Paulo assevera, dizendo: “a nossa cidade está nos céus”. O Apóstolo deste modo esclarece que o evangelho de Cristo nos proporciona algo de melhor do que as coisas terrenas, o próprio Senhor Jesus falou sobre isto, dizendo: “Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei par mim mesmo, para que onde eu estou estejais vós também” (Jo 14.2,3). É exatamente por isto que, Paulo trata de abordar o grande milagre da transformação que sofrerá nosso corpo no momento do arrebatamento, pois diz: “que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas”. Talvez alguém pergunte: Como ocorrerá isto? 
Ora, o próprio Paulo explica: “Pois convém que isto que é corruptível se revista de incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade” (1 Co 15.53). Como disse Paulo aos filipenses, nosso novo corpo será “conforme o seu corpo glorioso”. Ou seja, semelhante ao corpo ressurreto de Cristo! Significa que não será mais um “corpo abatido”, pois não estará sujeito à ação do tempo, das doenças, da morte, etc. E, principalmente, de irmos morar para sempre com o Senhor na “nossa cidade”, que “está nos céus”. Portanto, como disse o apóstolo João: “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque assim como ele é, o veremos. E todo aquele que nele tem esta esperança, purifica-se a si mesmos, como ele é puro” (1 Jo 3.2,3). Tem você tem esta esperança? Então, purifique-se!
  

CONCLUSÃO
Diante do exposto, aprendemos que devemos procurar seguir os bons exemplos que ainda existem em nosso meio, para que sejamos também exemplos para outros, e assim, cooperarmos na edificação da fé de nossos irmãos e irmãs. Não se esquecendo de estarmos “sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (1 Pe 3.15b). Desta forma, estaremos prontos para combater os “inimigos da cruz de Cristo”, e toda sorte de heresias por eles ensinadas. Porquanto disse o Senhor dos tais: “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores” (Mt 7.15). Tendo, sempre, a nossa fé na esperança de sua vinda, pois  “a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo”. Que Deus em Cristo abençoe a todos!



REFERÊNCIAS
 CABRAL, Elienai. Lições Biblicas (3º trimestre/ 2013) CPAD.
 DAVISON, Francis. O novo comentário da Bíblia. VIDA NOVA.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

QUESTIONÁRIOS DO 3° TRIMESTRE DE 2013

                         
                                 Filipenses – A humildade de Cristo
                                      como exemplo para a Igreja



Lição 08

1. Que analogia o apóstolo Paulo usa para ilustrar que o crente precisa se esforçar para conhecer mais a Jesus Cristo?
R. Paulo utiliza a analogia do atletismo.

2. O que reivindicavam os mestres do gnosticismo?
R. Os mestres do gnosticismo reivindicavam serem iluminados e não terem mais nada a aprender ou que desenvolver.

3. Qual o sentido do vocábulo “perfeito” empregado por Paulo?
R. O vocábulo “perfeito”, empregado por Paulo tem um sentido especial, pois se refere à “maturidade espiritual”.

4. O que significa a expressão “andemos segundo a mesma regra”?
R. Trata-se de andar conforme a doutrina de Cristo, segundo aquilo que já recebemos do Senhor. Assim, esse “andemos segundo a mesma regra” denota modo de viver, atitudes, ações, obras, e comportamentos em geral, semelhantes aos do Senhor Jesus, que o crente deve seguir.

5. Qual o alvo da sua vida?
R. Resposta pessoal.


QUESTIONÁRIOS DO 3° TRIMESTRE DE 2013

                         
                                 Filipenses – A humildade de Cristo
                                      como exemplo para a Igreja




Lição 07

1. Quem produz a verdadeira alegria em nossos corações?
R. O Espírito Santo.

2. Quem são os inimigos mencionados por Paulo em Filipenses 3.2?
R. Os judaizantes.

3. O que os judaizantes acreditavam e ensinavam aos cristãos gentios?
R. Eles acreditavam e ensinavam que os gentios deviam obedecer a todas as leis judaicas, um fardo legalista que nem mesmo os próprios judeus suportavam (Gl 2.14).

4. De acordo com a lição o que era a circuncisão no Antigo Testamento?
R. A circuncisão era um rito religioso com caráter moral e espiritual, consistindo em um sinal físico de que a pessoa pertencia ao povo com o qual Deus fez um pacto. Era também um sinal de obediência a Deus (Gn 17.11; At 7.8).

5. Defina a verdadeira circuncisão para o cristão.
R. A circuncisão do cristão é espiritual e interior, operada pelo Espírito Santo, no coração, mediante a fé em Jesus Cristo (Rm 4.9-11)


domingo, 25 de agosto de 2013

LIÇÃO 08 – A SUPREMA ASPIRAÇÃO DO CRENTE



Fp 3.12-17



INTRODUÇÃO
Na aula passada, abordamos a que tipo de alegria, os irmãos filipenses, deveriam buscar; também vimos os significados das expressões: “cães”, “maus obreiros” e “circuncisão”. Além de definirmos o que é a circuncisão, bem como mostramos a diferença entre a falsa e a verdadeira circuncisão. Hoje, nesta lição, estudaremos sobre a verdadeira aspiração que todo crente deve ter. Explicaremos os significados dos termos “perfeição” no texto em estudo, além de abordamos o valor da maturidade na vida de todo cristão. Boa aula para todos!!


I. A ASPIRAÇÃO PAULINA
Em seu discurso no capitulo em estudo (Fp 3), Paulo após exortar os irmãos para se “regozijarem no Senhor” (v.1), e de admoestar os tais para terem cuidado com os falsos mestres, a quem Paulo chamou-os de “cães”, “maus obreiros” e “os da circuncisão” (v.2). Trata, agora, de esclarecer ao segundo grupo, a quem o Dr. Davison chama de perfeicionistas, que influenciados pelos mestres do gnosticismo que afirmavam terem alcançado a perfeição. Por isso, esses presunçosos, diziam que eram iluminados e não necessitavam aprenderem ou desenvolverem mais nada em suas vidas.
Assim, para refutar tal engano e presunção dos que procuravam imitar-lhes, Paulo inicia seu ensino dizendo: “Não que já a tenha alcançado ou que seja perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso por Cristo Jesus” (v.12). Paulo inicia, aqui, falando que não é perfeito, tão pouco alcançou a perfeição. Mas, a que perfeição se refere o Apóstolo? Se observarmos o final do seu último discurso, em que Paulo refutava os judaizantes com seu próprio testemunho e experiência no judaísmo, ele disse: “para ver se de alguma maneira posso chegar à ressurreição dentre os mortos” (v.11). Nota-se que a perfeição de que trata o Apóstolo, a partir do versículo 12, refere-se à ressurreição dentre os mortos do versículo 11. Assim, Paulo foi ousado em afirmar, mesmo sendo o imitador de Cristo que era, que ainda não alcançara a perfeição. Mas, que prosseguia nesta meta para alcançar “aquilo”; ou seja, a ressurreição dentre os mortos. Observe que Paulo fala da ressurreição “dentre” os mortos e não “dos” mortos. Logo, Paulo não estava dizendo que não devemos buscar a perfeição, até por que Jesus ensinou: “Sede vós, pois, perfeitos, como perfeito é o vosso Pai que está nos céus” (Mt 5.48). Paulo sabia desta verdade, pois disse aos colossenses: “E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição” (Cl 3.14). Mas, que tal perfeição é um processo que apenas inicia-se aqui, e que requer muita disciplina, perseverança, determinação e superação daquele que deseja tal perfeição. Assim como um atleta que necessita ter essas qualidades para alcançar seu objetivo, assim também aqueles que desejavam serem perfeitos, pois diz: “mas prossigo” (perseverança), “mas uma coisa faço” (disciplina) “esquecendo-me das coisas que para trás ficam” (superação), “avançando para as que estão diante de mim” (determinação).
No versículo 14, Paulo mostra o que motiva o atleta em todo o seu esforço e dedicação para vencer a maratona, diz o apóstolo: “prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”. Assim como o atleta tem um alvo a alcançar, assim também o cristão possui seu alvo que é chegar à perfeição; perfeição essa que será consumada por meio da nossa ressurreição como inicio da nossa glorificação (Rm 8.17, 30; 1Co 15.51-54). Quanto ao prêmio, a atleta busca uma coroa corruptível, mas o cristão uma coroa que é incorruptível (1 Co 9.25), de justiça (2 Tm 4.8), de glória (1 Pe 5.4),  de vida (Tg 1.12; Ap 2.10). Portanto, estes são apenas uma parte do “prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus”, pois os textos de Apocalipse 2.7,11,17,26-28; 3.5,12,21 revelam igualmente prêmios par aqueles que vencerem. Só os vencedores serão premiados!


II. A MATURIDADE ESPIRITUAL DOS FILIPENSES (3.15,16)
A partir do versículo 15, o tema perfeição parece ganhar novo sentido, porquanto Paulo afirma no versículo 13: “Não que já a tenha alcançado ou que seja perfeito”. Agora, no versículo 15, ele diz: “Todos quantos somos perfeitos tenham este mesmo sentimento”.  Primeiro, ele afirma não ser perfeito, e agora diz que é perfeito! Será que Paulo está se contradizendo? Realmente, assim como nós, Paulo ainda não era perfeito (Rm 7.14-21). No entanto, a verdade é que, realmente o termo “perfeição” ganha outro sentido no versículo 15, significando, como disse o Pr. Elienai, “maturidade espiritual”. Segundo Aurélio, maturidade é o estado em que há madureza, amadurecimento; idade madura. O dicionário online assim define o termo: efeito ou circunstância de quem se encontra numa fase adulta; estado das pessoas ou das coisas que atingiram completo desenvolvimento: maturidade comportamental, mental etc. 
O termo “perfeito” vem do latim “perfectus” e significa “completo”. Estas definições nos levam a advertência do escritor da Carta aos Hebreus, ele disse: Com efeito, devendo já ser mestres, por causa do tempo decorrido, ainda necessitais de que se vos torne a ensinar os princípios elementares dos oráculos de Deus, e vos haveis feito tais que necessitais de leite, e não de alimento sólido. Ora, todo aquele que ainda se alimenta de leite não está experimentado na palavra da justiça, porque é criança. Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as faculdades experimentadas para discernir tanto o bem como o mal” (Hb 5.12-14). Observe que, maturidade não se adquiri da noite para o dia, ela para ser adquirida faz-se necessário tempo e aprendizado para alcança-la. Porém, muitos ainda hoje cometem o mesmo erro do texto citado. Além daqueles que não respeitam o devido tempo de tudo no processo da vida, que ao invés de estarem aprendendo para melhor servir, infelizmente estão ensinando (Ec 3.1). Tal advertência serve-nos de alerta para que possamos amadurecer espiritualmente! Este era o desejo de Paulo para com os irmãos filipenses, assim como foi com os irmãos de Éfeso: “até que todos cheguemos à unidade da fé do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo, para que não sejamos mais meninos, inconstantes, levados ao redor por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia induzem ao erro” (Ef 4.13,14).

Nos versículo 16 e 17, diz Paulo: “Mas, naquilo a que já chegamos, andemos segundo a mesma regra e sintamos o mesmo. Sede também meus imitadores, irmãos, e tende cuidado, segundo o exemplo que tendes em nós, pelos que assim andam”. Tanto o termo “naquilo” como “regra” refere-se à mesma coisa, que é a doutrina de Cristo ensinada por Paulo. Por isso, Paulo faz uma admoestação aos irmãos: e sintamos o mesmo”. Isto fala da unidade que deve ter o corpo de Cristo, e para isso, guardar a doutrina é algo essencial. Por essa razão, o apóstolo incentiva aos irmãos a que “sede também meus imitadores”, pois assim estarão exercendo o processo de maturação da fé deles. Portanto, guardemos os ensinos da Palavra de Deus e o bom exemplo de Paulo para que possamos crescer e desenvolver-nos espiritualmente, não sendo levados por ventos de doutrinas, mas preservando a unidade da fé em Cristo Jesus.   


III. A ASPIRAÇÃO CRISTÃO HOJE
Nos dias atuais, muitos vivem uma aspiração bem diferente da ensinada por Paulo aos filipenses. Talvez, por isso, o comentarista do trimestre tenha abordado o assunto ‘rejeitando a fantasia da falsa vida cristã’.
Fantasia? Falsa vida cristã? Isto denota que muitos estão na igreja sim, mas sua aspiração de ali está não é legitima. Paulo exortou um grupo da igreja de Corinto que assim procedia, ele disse: Se esperarmos em Cristo só nesta vida, somos os mais infelizes de todos os homens” (1 Co 15.19). Muitos, hoje, buscam a Cristo, porém com o fim meramente materialista. Todavia, a verdadeira aspiração do cristão deve ser a vida eterna (1 Jo 2.25); as mansões celestiais (Jo 14.2,3); o arrebatamento da igreja (1 Ts 4.17). E, para isso, devemos perseverar em sermos perfeitos (Mt 5.45), isto é, buscarmos nossa maturidade espiritual. Portanto, tenhamos o devido cuidado com o que estamos aspirando, e se a motivação desta aspiração é legitima diante de Deus, porquanto somente assim poderemos alcançar nosso alvo, pois é o que diz Paulo: “o atleta não é coroado, se não lutar legitimamente” (2 Tm 2.5).


CONCLUSÃO
Diante do exposto, resta-nos, assim como os filipenses, imitarmos o exemplo de Paulo que tudo fazia para agradar o Mestre Jesus. Devemos buscar a cada momento nosso crescimento e desenvolvimento espiritual, para que “não sejamos mais meninos, inconstantes, levados ao redor por todo vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia induzem ao erro” e, por fim, alcançamos a vida eterna. Que seja essa a nossa suprema aspiração! Que Que Deus em Cristo vos abençoe a todos!



REFERÊNCIAS
 CABRAL, Elienai. Lições Biblicas (3º trimestre/ 2013) CPAD.
http://origemdapalavra.com.br/ 

terça-feira, 20 de agosto de 2013

QUESTIONÁRIOS DO 3° TRIMESTRE DE 2013

                                   
                                  Filipenses – A humildade de Cristo
                                      como exemplo para a Igreja

  

Lição 06

1. Qual era o temor do apóstolo Paulo em relação à igreja filipense?
R. Que ela ficasse exposta aos “lobos devoradores” que se aproveitam da vulnerabilidade e da fragilidade das “ovelhas” a fim de “devorá-las” (Mt 10.16; At 20.29).

2. Cite os nomes dos obreiros apresentados por Paulo para auxiliar a igreja de Filipos.
R. Primeiramente, Paulo envia Timóteo, dando testemunho de que ele era um obreiro qualificado para ouvir e atender às necessidades espirituais da igreja. Em seguida, o apóstolo valoriza um obreiro da própria igreja filipense, Epafrodito.

3. Qual era o principal ensino de Paulo aos seus liderados?
R. O principal ensino de Paulo aos seus liderados era que o líder é o servidor da Igreja.

4. Qual era a tarefa inicial de Epafrodito?
R. Sua tarefa inicial era a de ajudar o apóstolo enquanto ele estivesse preso, animando-o e fortalecendo-o com boas notícias dos crentes filipenses.

5. Para você, quais são as características indispensáveis a um obreiro do Senhor?
R. Resposta pessoal


QUESTIONÁRIOS DO 3° TRIMESTRE DE 2013

                               
                                  Filipenses – A humildade de Cristo
                                       como exemplo para a Igreja



Lição 05

1. Quais são os três aspectos da salvação operada pelo Senhor Jesus?
R. O primeiro refere-se a obra realizada e consumada de forma suficiente na cruz do Calvário. O segundo diz respeito ao caráter progressivo da salvação na vida do crente. E por último a redenção gloriosa quando da vinda do Senhor Jesus.

2. Quem opera a nossa salvação?
R. O Senhor Jesus Cristo.

3. O que significa ser irrepreensível?
R. Significa conduzir-se de forma correta e moralmente pura, não necessitando de repreensão. É alguém que dominou a carne, pois anda no Espírito (Gl 5.16,17).

4. Transcreva o texto bíblico que mostra como Paulo entregou sua vida para servir aos Filipenses.
R. “Ainda que seja oferecido por libação sobre o sacrifício e serviço da vossa fé”(Fp 2.17).

5. Você tem se regozijado em Cristo pela sua salvação?
R. Resposta pessoal.